Morimac Fundada em 2007, a MORIMAC – COMERCIO E REPARAÇÃO DE MÁQUINAS E ACESSÓRIOS, LDA

Dizer "não fazemos esse tamanho" custa caro a qualquer fábrica.Muitas empresas perdem encomendas rentáveis não por falta...
10/09/2026

Dizer "não fazemos esse tamanho" custa caro a qualquer fábrica.

Muitas empresas perdem encomendas rentáveis não por falta de mão de obra ou procura, mas por um limite de capacidade de máquina: o parque de máquinas já não tem curso nem mesa para as peças que o mercado pede hoje.

Recusar trabalhos por falta de área útil trava o crescimento. É aqui que entra a SMEC MCV 8500L:

Mesa de 2600 × 850 mm com capacidade de carga até 2000 kg, para suportar peças pesadas sem comprometer a rigidez estrutural.

Cursos amplos (X/Y/Z: 2540 / 850 / 650 mm), eliminando reposicionamentos complexos que acumulam erros dimensionais.

Spindle de 12.000 rpm, equilibrando capacidade de desbaste pesado com acabamento de precisão.

Ganhar capacidade técnica implica poder cotar projetos que antes iam diretamente para a concorrência.

Na Morimac, não sugerimos catálogo à pressa. Analisamos geometrias, materiais, cadências e tolerâncias da sua produção para garantir que o investimento tenha um bom retorno.

📩 Envie-nos uma mensagem para avaliar os requisitos da sua produção.

07/09/2026

Investir num centro de maquinação de 5 eixos dedicado nem sempre é a decisão mais rentável para uma fábrica.

Especialmente quando o volume de peças complexas não justif**a imobilizar esse capital numa máquina exclusiva.

Cada troca de fixação manual para aceder a ângulos difíceis rouba tempo e arrisca tolerâncias. Por outro lado, um centro nativo de 5 eixos tem custos de aquisição e manutenção que pesam na hora de orçamentar.

A alternativa prática está na flexibilidade de configuração: Combinar o centro vertical Priminer VF1100 com a mesa rotativa pL LEHMANN T1-510520.LL TAP2.

Com esta montagem, obtém maquinação simultânea de 5 eixos com ganhos objetivos de chão de fábrica:

Vamos analisar a geometria das suas peças e a cadência de trabalho para definir a configuração certa antes de qualquer proposta de máquina.

Que tipo de geometrias mais tem complicado os setups da sua fábrica?
Envie email para:
[email protected]

Priminer

𝗖𝗵𝗮𝗽𝗮𝘀 𝗴𝗿𝗼𝘀𝘀𝗮𝘀 𝗲 𝗽𝗲ç𝗮𝘀 𝗱𝗲 𝗴𝗿𝗮𝗻𝗱𝗲 𝗳𝗼𝗿𝗺𝗮𝘁𝗼 criam quase sempre o mesmo estrangulamento na fábrica: o tempo perdido a chanfr...
02/09/2026

𝗖𝗵𝗮𝗽𝗮𝘀 𝗴𝗿𝗼𝘀𝘀𝗮𝘀 𝗲 𝗽𝗲ç𝗮𝘀 𝗱𝗲 𝗴𝗿𝗮𝗻𝗱𝗲 𝗳𝗼𝗿𝗺𝗮𝘁𝗼 criam quase sempre o mesmo estrangulamento na fábrica: o tempo perdido a chanfrar bordos para soldadura depois do corte.

Quando o 𝗯𝗶𝘀𝗲𝗹 tem de ser feito manualmente ou numa máquina secundária, a produção perde horas em manuseamento e retrabalho.

A 𝗕𝗮𝗶𝘀𝗼𝗻 𝗗𝟭𝟯𝗣 resolve este ponto ao integrar corte reto e corte em bisel diretamente na mesa de corte:

- Potências de 12 kW a 40 kW para chapa espessa
- Estrutura dimensionada para grandes formatos
- Execução direta de chanfros para preparação de soldadura
- Redução de operações secundárias de rebarbagem e fresagem

O impacto direto reflete-se na 𝗹𝗶𝗯𝗲𝗿𝘁𝗮çã𝗼 𝗱𝗲 𝗲𝘀𝗽𝗮ç𝗼 no chão de fábrica e na 𝗿𝗮𝗽𝗶𝗱𝗲𝘇 com que as peças estruturais seguem para a montagem.

Na Morimac, dimensionamos a configuração da Baison D13P (potência, área útil e cabeçote) com base nas ligas, espessuras e requisitos de soldadura de cada cliente.

Baison Laser

Uma peça pode cumprir todas as cotas no torno e falhar o controlo dimensional depois de entrar no centro de maquinação.O...
31/08/2026

Uma peça pode cumprir todas as cotas no torno e falhar o controlo dimensional depois de entrar no centro de maquinação.

O corte raramente é a etapa mais crítica e o risco concentra-se maioritariamente na transição entre máquinas:

- Nova fixação e aperto
- Perda de referências de maquinação
- Transporte manual pela fábrica
- Esperas e validações intermédias

Cada paragem adicional aumenta a probabilidade de erros e acumula horas de máquina parada.

Acelerar o corte traz pouco ganho se a peça continuar a passar por múltiplos postos de trabalho até f**ar concluída.

O ponto de partida é mapear as trocas de fixação que podem ser eliminadas num único aperto, recorrendo a tecnologias combinadas ou multieixos.

Por isso, menos setups garantem repetibilidade dimensional e reduzem desperdício de material.

26/08/2026

Peças com mais de 1000 kg fazem o seu torno vibra exageradamente?

Qualquer falta de rigidez no centro de maquinagem reflete-se de imediato no acabamento superficial.

Trabalhar blocos de grande porte em cursos limitados obriga a fixações complexas, aumenta as vibrações durante o desbaste e atrasa todo o ciclo produtivo.

O centro de maquinagem vertical SMEC MCV6700 responde diretamente a essa exigência de espaço e estabilidade no chão de fábrica.
Com um curso de 1600 mm no eixo X e uma mesa de 1700 × 660 mm com capacidade até 1300 kg, permite carregar geometrias compridas e pesadas com total segurança.

O fuso de 12.000 rpm, os avanços rápidos de 30 m/min e o armazém de 30 ferramentas com troca rápida de 1,2 segundos asseguram ritmo contínuo sob controlo Fanuc.

Todos queremos ganhar capacidade dimensional mantendo tolerâncias apertadas, e isto é o que garante a rentabilidade em operações mais pesadas.

Mais em:
https://lnkd.in/eMFXFNV5

Uma peça especial não devia transformar o chão de fábrica num laboratório de tentativa e erro.O setup arrasta-se mais do...
25/08/2026

Uma peça especial não devia transformar o chão de fábrica num laboratório de tentativa e erro.

O setup arrasta-se mais do que o previsto, a equipa faz ajustes manuais no momento e a máquina trabalha no limite do que foi configurada para fazer. Tratar cada trabalho complexo como uma exceção pontual acaba por ter um peso elevado na rentabilidade.

Acrescenta perdas de tempo nas paragens constantes, nas medições repetidas para evitar desperdicio de material, e na incerteza de voltar a produzir a mesma geometria com o mesmo rigor no futuro.

As peças com geometrias exigentes requerem três fatores bem definidos:
- rigidez de máquina adequada às caracteristicas da peça,
- estratégia de fixação preparada antes do primeiro corte
- repetibilidade garantida no processo.

Na Morimac, analisamos materiais, tolerâncias e os estrangulamentos da sua produção antes de recomendar qualquer equipamento.

Produzir peças especiais implica controlo e previsibilidade.
Como costumam gerir os setups de peças especiais na sua fábrica?

20/08/2026

Peças com geometrias complexas?

Ainda anda às voltas com muitos setups?

Imagine um equipamento com:
• Estrutura gantry com base fundida numa só peça — absorção superior de vibrações em cortes pesados.
• Eixos A/C Direct Drive (com duplo motor no eixo A) — sem desgaste de engrenagens e com encoder rotativo de alta resolução.
• Travões pneumáticos de origem alemã com binário de retenção de 9.360 Nm no eixo A.
• Capacidade de carga até 1.200 kg e cursos úteis até 1.000 mm.
• Spindle integrado HSK A63 de 16.000 rpm (30/36 kW) com magazine para 60 ferramentas.
• Réguas óticas seladas nos eixos X, Y e Z para repetibilidade contínua.

Imagine peças acabadas num único aperto, menor tempo de ciclo e acabamentos sem desvios.

É isso o que acontece a quem tem a Priminer U800-5X

📌 Quer avaliar se a U800-5X se enquadra na sua gama de peças ou processos?

Envie email para:
[email protected]

""A experiência da equipa é essencial."Mas quando o processo depende apenas da memória de um operador, a empresa f**a ma...
18/08/2026

""A experiência da equipa é essencial."

Mas quando o processo depende apenas da memória de um operador, a empresa f**a mais vulnerável a erros, atrasos e retrabalho.

Parâmetros não registados, ajustes feitos “de cabeça” e rotinas pouco claras podem funcionar durante algum tempo.

Até ao dia em que a pessoa certa não está disponível.

Na metalomecânica, a consistência não deve depender de sorte.
Deve depender de método, máquinas adequadas, processos definidos e decisões técnicas bem alinhadas.

Na Morimac, analisamos a realidade da sua produção antes de recomendar qualquer máquina industrial.

Porque escolher bem não é apenas comprar equipamento.
É criar mais estabilidade, repetibilidade e controlo no processo produtivo.
📩 Fale connosco.

Tornear peças de grande diâmetro exige mais do que apenas capacidade geométrica. Exige rigidez estrutural, estabilidade ...
12/08/2026

Tornear peças de grande diâmetro exige mais do que apenas capacidade geométrica. Exige rigidez estrutural, estabilidade e controlo rigoroso durante o corte.

O torno vertical SMEC SLV 500 Series foi desenhado para operações onde a robustez da máquina dita a qualidade do acabamento. Com guias prismáticas (Box Guide) e configurações de prato de 12” a 18”, esta estrutura oferece a estabilidade necessária para trabalhar componentes complexos.

Especif**ações técnicas:

- Diâmetro máximo de torneamento: 500 mm
- Comprimento máximo de torneamento: 465 mm
- Swing over bed: 700 mm
- Cursos X/Z: 317 / 495 mm
- Rotação do spindle: até 3000 rpm
- Potência do motor: 18.5 / 26 kW
- Torre: 12 posições
- Fixação de ferramentas: BMT65 na versão motorizada

No torneamento vertical, a gravidade trabalha a favor da fixação. A peça assenta no prato, o que reduz as vibrações e melhora a precisão geométrica. O resultado traduz-se em segurança no processo de corte e menor desgaste de ferramentas.

Saiba mais aqui:

https://morimac.com/tornos-cnc-smec/

Muitas empresas vivem esta situação diariamente, embora poucas a admitem.Existem máquinas na sua fábrica que funcionam b...
11/08/2026

Muitas empresas vivem esta situação diariamente, embora poucas a admitem.

Existem máquinas na sua fábrica que funcionam bem, mas apenas quando "aquela" pessoa está presente. Aquele operador que conhece o som de cada componente, sabe exatamente onde afinar e percebe o desvio antes mesmo de a peça sair com defeito.

Isto não retira qualquer mérito ao operador. Pelo contrário, ter profissionais competentes na fábrica é fundamental.

Contudo, como responsável ou empresário, precisa de avaliar a estabilidade do seu negócio. A sua produção é de facto estável ou está totalmente dependente de uma única pessoa?

Quando o conhecimento do processo f**a concentrado num só trabalhador, a estrutura torna-se frágil. Uma ausência por doença, um período de férias ou uma saída inesperada são suficientes para destabilizar o ritmo, a qualidade e a previsibilidade das entregas. Em meses de férias, com equipas mais curtas, esta dependência sente-se ainda mais.

É fundamental avaliar este cenário com pragmatismo e analisar a origem dos desvios ou paragens está na própria máquina, na falta de procedimentos claros, na necessidade de formação da equipa ou numa tecnologia que já não responde às exigências atuais.

O rendimento da sua fábrica não deve depender do acaso. Tem de assentar em processos definidos, equipamentos fiáveis e decisões técnicas fundamentadas.

A propósito, já conhece os nossos tornos da SMEC? Pode ver aqui:
https://morimac.com/tornos-cnc-smec/

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