11/05/2026
Investir em mais kW para resolver um problema de produtividade é, nove em cada dez vezes, a solução errada.
Vamos analisar.
Um centro de maquinagem com 22 kW de spindle a fazer desbaste em S235 vai render mais do que um de 30 kW se:
- A fixação for adequada à geometria da peça
- A árvore estiver dentro de tolerância
- O programa usar uma estratégia de High Feed em vez de profundidade alta
- A ferramenta for compatível com o avanço programado
- O operador conhecer o processo e não só o painel
Mudar só o número de kW deixa todos os outros parâmetros onde estavam.
E é nesses parâmetros que está 70% do tempo de ciclo.
Em projectos onde fomos chamados para "propor uma máquina maior", o resultado mais frequente foi outro:
- Revisão da estratégia de maquinagem
- Reduz tempo de ciclo entre 15 e 30%
- Alteração do sistema de fixação
- Estabiliza cota e reduz refugo
- Manutenção preventiva à árvore e guias
- Recupera precisão original
- Atualização do CAM com pós-processador correcto
- Elimina paragens entre operações
Em vários casos, a máquina que o cliente já tinha passou a entregar o que era esperado da máquina nova e sem gastar CAPEX.
É essa a diferença entre vender máquinas e vender resultado.
Quando faz sentido pensar em equipamento novo:
- A peça mudou (geometria, material, tolerância) e a máquina actual está fora das especif**ações.
- O custo de manutenção da máquina actual ultrapassa 15% do valor de uma nova por ano
- Há uma janela de capacidade fechada que limita a aceitação de encomendas - A precisão exigida pelo cliente final mudou e o equipamento não acompanha
Na Morimac trabalhamos com Priminer, SMEC e Baison precisamente porque cada uma cobre um tipo de processo diferente. A escolha começa na peça, não no folheto.
📩 Se está a pensar em investir, faça uma coisa antes: mande-nos o desenho da peça crítica e a folha de tempos.
Em 48 horas damos-lhe um diagnóstico.
Tem uma máquina actual que devia produzir mais?
Diga nos comentários que tipo de operação e damos uma primeira leitura.