20/10/2026
A indústria portuguesa tem competências para ir mais longe na proteção e defesa. Como transformá-las em novos negócios?
Dos têxteis técnicos à eletrónica, dos compósitos à metalomecânica, o conhecimento desenvolvido para mercados civis pode responder a necessidades operacionais exigentes e abrir caminho a produtos próprios.
📄 No artigo de opinião publicado no eRadar, Luis Miguel Oliveira, CEO da Fibrenamics, lança este desafio à indústria portuguesa e destaca:
“A dupla utilização é uma forma de diversificar mercados, não apenas uma categoria tecnológica.”
Concretizar esta ambição exige conhecer os desafios de quem opera no terreno, adaptar e validar tecnologias e preparar a passagem à produção. Empresas, investigadores, utilizadores finais e investidores têm contributos decisivos neste percurso até às primeiras encomendas.
As Fibrenamics IgniteSessions 2026 vão reunir estas perspetivas para mostrar onde inovar, como avançar e com quem colaborar, sob o tema “Dual-Use: inovação industrial para competitividade, proteção e resiliência”.
O Hub de Proteção e Defesa dá continuidade a este propósito: mobilizar competências científicas e industriais para responder a necessidades concretas e apoiar a chegada de novas soluções ao mercado.
É assim que a Fibrenamics concretiza a sua missão. A transformar conhecimento em inovação ao serviço da indústria e da sociedade.
📄 Leia o artigo de opinião completo: https://eco.sapo.pt/opiniao/portugal-nao-pode-ficar-apenas-a-fabricar-a-defesa-dos-outros/