07/03/2026
Não, eles não nos conhecem
Hoje faz uma semana do transplante do Pedroca.
Ele não sabe quem somos. Mas a história do Pedro e da sua família passou a fazer parte da nossa também. Eles não sabem disso. Mas aqui, nós torcemos. Nós oramos.
O coração do Pedro já não conseguia mais trabalhar sozinho. Ele carregava no corpinho uma máquina que fazia as vezes do coração — dia após dia, na espera de um milagre.
Há um ano, a Ju — mãe do Pedroca — registrou um momento que tocou a alma de muita gente: o filho conversando com Deus, pedindo um coração.
Deus ouviu.
No último sábado chegou a primeira grande alegria: um coração compatível. O Pedro e sua família receberam a notícia que tanto aguardavam.
Desde então, acompanhamos cada boletim postado pela Ju. Cada boa notícia, uma vitória. Cada passo, uma conquista.
E então veio a segunda alegria — a que nos enche de gratidão: o transplante deu certo. A recuperação está indo bem.
Para nós da Biotecno, a terceira alegria: nosso equipamento, o Taura, cumpriu seu papel. Transportou o coração que passou a bater no peito do Pedroca. Assim como cada elo que faz um transplante acontecer — o doador e sua família, os médicos, as equipes de logística, os coordenadores dos centros de transplante — fomos mais um elo na corrente que conectou o Pedro à sua nova vida.
Novamente atingimos nosso propósito: transportar órgãos que salvam pessoas.
O propósito alinhado ao bem faz o universo conspirar.
E assim, o Pedro se tornou um símbolo de esperança. De que a vida vale a pena. De que ter fé, fazer o bem e confiar fazem parte do processo.
Não, eles não nos conhecem. E não precisam. Eles precisam apenas desfrutar e viver o momento mais especial das suas vidas — porque são dignos disso, e porque já sofreram demais.
Nós, aqui, seguiremos evoluindo e torcendo por tantas outras pessoas que ainda esperam pela sua vez.
Nossas intenções chegaram
ao Pedroca, porque o universo das coisas boas assim destinou.
Para aqueles que o bem praticam, por sua bondade serão conduzidos.