Passeri Acústica e Arquitetura

Passeri Acústica e Arquitetura Passeri Acústica é um escritório especializado em soluções técnicas de acústica

Projeto e consultoria em acústica de edificações em geral, acústica urbana e acústica de salas.

09/09/2026

Esta sala de concertos foi projetada com base em um único fundamento acústico. E ficou espetacular!
Inaugurado em 23 de outubro de 2003, o Walt Disney Concert Hall é a sede da Orquestra Filarmônica de Los Angeles. Projetado pelo arquiteto Frank Gehry com consultoria acústica de Yasuhisa Toyota (Nagata Acoustics), o projeto durou 14 anos (1989–2003) e custou US$ 274 milhões. Com 2.265 lugares, volume interno de 30.600m³ (aprox. 13,5m³ por espectador) e configuração vineyard (vinhedo), a premissa era clara: a acústica guiaria todo o desenho desde a concepção. Teto e paredes em madeira com concreto projetado atrás do revestimento para garantir a massa necessária às reflexões de baixa frequência; piso do palco em cedro do Alasca e plateia em carvalho.
A difusão sonora foi levada ao extremo. O teto apresenta picos e vales desenhados especif**amente para difundir as reflexões de altas frequências. A configuração vineyard cria múltiplas laterais baixas em alturas escalonadas, gerando reflexões precoces com defasagens de tempo — fundamentais para a percepção de envolvimento e clareza. O resultado: RT60 de 2,2s (sala vazia) e 2,0s (sala cheia) a 500Hz. Difusores sonoros por toda a sala distribuem a energia em todas as direções, criando um campo envolvente em que cada ouvinte recebe reflexões ricas e não-correlacionadas entre si, independentemente de onde esteja sentado.
A importância do projeto de acústica para uma sala de concertos é absoluta: é ele que determina vivacidade, calor, brilho e clareza da música. No WDCH, a acústica funcionou como verdadeiro indutor do desenho arquitetônico — forma, geometria, teto, paredes, materiais, tudo foi definido a partir de necessidades acústicas. Gehry e Toyota trabalharam juntos para que cada elemento arquitetônico tivesse também função acústica.
Se você é arquiteto e está projetando um novo teatro ou auditório, fale com a gente para entender como funciona nossa consultoria para salas de espetáculo. Gostou do conteúdo? Curta, comente, compartilhe e siga-nos em nossas redes sociais.

07/09/2026

Você sabe qual a importância de um diagnóstico para determinar o tempo de reverberação em teatros, auditórios e salas de espetáculo?
O tempo de reverberação (T60) é o parâmetro acústico mais importante para a qualidade sonora de salas. Ele define por quanto tempo o som permanece audível no ambiente após a fonte ser desligada — e esse valor precisa estar de acordo com o tipo de uso predominante da sala. Em teatros de prosa, o T60 ideal f**a entre 0,8s e 1,2s, priorizando inteligibilidade da fala. Em salas sinfônicas, pode chegar a 2,0s ou mais, favorecendo o calor e o envolvimento da música.
O que muitos não percebem é que uma diferença pequena entre os tempos de reverberação da sala cheia e da sala vazia pode comprometer gravemente a experiência do público. Variações de 0,3s, 0,4s ou 0,5s alteram a percepção de clareza, o equilíbrio tonal e a sensação de imersão sonora. Em espetáculos musicais, isso signif**a ensaiar numa sala que soa de um jeito e se apresentar em outra que soa completamente diferente. O resultado é a perda de controle sobre a performance, frustração dos artistas e decepção do público que pagou por uma experiência acústica impecável.
É por isso que um diagnóstico acústico é indispensável — tanto em salas existentes quanto em projetos novos. Em salas já construídas, a medição in loco do T60 e de parâmetros como clareza (C80), definição (D50) e força sonora (G) revela exatamente onde o problema está e como corrigi-lo. Em projetos novos, a simulação computacional desses parâmetros permite prever e ajustar o comportamento acústico antes da primeira parede ser erguida. Sem diagnóstico, qualquer intervenção é chute. Com diagnóstico, cada superfície e cada material no interior da sala tem um propósito, localização e dimensão justif**ados por dados reais.
Se você é o gestor de um teatro existente ou um arquiteto que está projetando uma nova sala de espetáculos, fale com a gente para entender como funciona o nosso diagnóstico de teatros e auditórios. Gostou do conteúdo? Curta, comente, compartilhe e siga-nos em nossas redes sociais.

05/09/2026

Quer saber como transformar seu guarda-roupas numa cabine de locução?
A primeira coisa que você precisa entender é que a clareza e a inteligibilidade da fala dependem diretamente do controle das reflexões sonoras dentro do ambiente de gravação. Quando você grava numa sala comum, o som da sua voz bate nas paredes, no teto e no piso e retorna ao microfone como reflexões indesejadas. Essas reflexões criam uma sensação de "caixa", colorem a voz e degradam a qualidade da captação. Para evitar isso, é preciso absorver a energia sonora excedente — e é aqui que o guarda-roupa entra.
Pense assim: um guarda-roupa com as duas portas abertas expõe uma grande superfície coberta de roupas penduradas. As roupas, especialmente as mais pesadas e em maior quantidade, funcionam como um enorme painel absorvente — um grande baffle acústico natural. Os tecidos possuem porosidade e densidade que dissipam a energia sonora, convertendo-a em calor por atrito viscoso nas fibras. Em vez de refletir o som de volta, as roupas o absorvem, reduzindo as reflexões de forma signif**ativa.
Para aproveitar esse efeito, o locutor deve se posicionar de frente para o guarda-roupa aberto durante a gravação, com o microfone entre si e as roupas. Assim, a voz projetada em direção às roupas tem sua energia excedente absorvida pelo baffle natural, evitando que as reflexões retornem ao microfone. O resultado é uma captação mais seca, limpa e profissional — com inteligibilidade muito superior à gravação numa sala sem tratamento.
Se você precisa gravar com qualidade profissional mas ainda não tem um estúdio, use seu guarda-roupas! Mas, se vc pretende fazer um estúdio de verdade, comenta "LOCUÇÃO" que eu te explico como funciona o nosso processo de consultoria. Gostou do conteúdo? Curta, comente, compartilhe e siga-nos em nossas redes sociais.

02/09/2026

Sabe aquela sensação de estar em um teatro ou auditório e não entender nenhuma palavra que o ator está dizendo ou a letra da música que está sendo apresentada?
O problema tem origem direta na ausência de projeto acústico: em salas com superfícies internas muito duras (como paredes de alvenaria, vidro, gesso, mármore, concreto, etc.), o som reflete repetidamente nessas superfícies e o tempo de reverberação explode. O resultado é o que as pessoas se referem como "som embolado": as sílabas se sobrepõem umas às outras antes de chegar aos ouvidos do espectador, e a inteligibilidade da fala despenca. Palavras perdem contorno, consoantes desaparecem e a música embaralha.
A inteligibilidade da fala pode ser medida por meio de parâmetros objetivos — STI (Speech Transmission Index), T60 (Tempo de Reverberação), D50 (Definição) e da relação sinal-ruído. Para atingi-los, a solução envolve desde a forma e a geometria da sala, a disposição estratégica de materiais absorventes para controle de reflexões tardias e materiais difusores para a distribuição do som pela sala, com baixa intensidade. O equilíbrio entre absorção e difusão é o que separa uma sala viva e articulada de um ambiente seco e morto.
Quando esse equilíbrio é alcançado, acontece algo notável: o som ganha presença e clareza sem perder vivacidade. Cada palavra se torna compreensível, cada nota se distingue com nitidez, e a sensação de imersão toma conta da plateia. O silêncio entre os sons passa a ter peso e propósito, e o ambiente respira acusticamente. É como tirar um véu que estava sobre o som — você não sabia que estava lá até que ele ser retirado.
Se você está projetando um teatro ou auditório, a primeira reunião deve incluir um consultor de acústica, não a última. Comenta "ACÚSTICA" que eu te explico como funciona o nosso processo de consultoria. Gostou do conteúdo? Curta, comente, compartilhe e siga-nos em nossas redes sociais.

31/08/2026

Se você acha que grudar espuma nas paredes do home studio vai impedir o vizinho de reclamar, está jogando dinheiro fora. Isolamento sonoro e condicionamento acústico são coisas completamente diferentes — e a maioria das pessoas confunde as duas!
Isolamento sonoro é impedir que o som entre ou saia do ambiente. Para ruído aéreo (voz, música, trânsito), a solução é massa e desacoplamento: paredes duplas com lã mineral, divisórias em drywall, portas maciças e janelas com vidro duplo com vedação em todo o perímetro. Para ruído de impacto (passos, batidas), o caminho é piso flutuante sobre manta acústica, contrapiso desacoplado da laje e, em muitos casos, um sistema box-in-a-box.
Condicionamento acústico é controlar como o som se comporta dentro da sala. Absorvedores sonoros reduzem reflexões excessivas com painéis porosos e bass traps. Difusores sonoros espalham o som uniformemente com superfícies convexas ou irregulares. Juntos, eliminam o eco e a coloração que enganam seu ouvido na hora da mixagem. O ambiente para de mentir para você!
Criamos os kits de condicionamento acústico STUDIO IN THE BOX (www.falandodeacustica.com/studiointhebox) pensando em quem precisa mixar com confiança, mas não pode (ou não precisa) contar com um sistema de isolamento. Cada kit combina painéis absorvedores e difusores, dimensionados para salas de até 15m². São modulares, fáceis de instalar e custam uma fração de um projeto sob medida!
Se você tem uma sala pequena e precisa mixar ou pré-produzir sem que o ambiente minta para o seu ouvido, STUDIO IN THE BOX foi feito para você. Link na bio. Curta, comente, compartilhe e siga a para mais conteúdo técnico de acústica.

28/08/2026

O teatro mais bonito que você já viu pode ser um pesadelo acústico. Isso porque 90% dos arquitetos pensam na acústica depois que o projeto está pronto — e aí já é tarde demais.
Os principais problemas de excesso de ruído e má qualidade sonora em teatros e auditórios construídos sem projeto acústico têm origem estrutural: paredes paralelas geram ecos e ondas estacionárias, pé-direito inadequado produz reverberação descontrolada, e superfícies rígidas criam reflexões que degradam a inteligibilidade. Some-se a isso o ruído externo — trânsito, metrô, sistemas de ar-condicionado — que penetra o ambiente pela ausência de isolamento. O resultado são salas deslumbrantes visualmente, mas sonicamente inutilizáveis.
A solução para o isolamento do ruído aéreo e de impacto depende de três pilares: massa, desacoplamento e estanqueidade. Paredes duplas com camadas de diferentes densidades bloqueiam o som aéreo. Lajes flutuantes sobre molas ou elastômeros neutralizam vibrações estruturais. Cada junção, cada duto e tubulação precisa de selagem rigorosa — uma fresta de 1mm pode comprometer todo o isolamento. E tudo precisa ser previsto desde a fundação, pois corrigir isolamento depois da obra é praticamente impossível.
Já a qualidade sonora depende de decisões de concepção: a forma e a geometria da sala controlam a propagação do som e a distribuição das reflexões; a relação volume/espectador determina o tempo de reverberação adequado a cada tipo de espetáculo; a disposição de absorvedores, difusores e refletores esculpe a clareza, o calor e a envoltória sonora. Acústica não é revestimento que se aplica no fim — é arquitetura desde a primeira linha do projeto.
Se você está projetando um teatro ou auditório, a primeira reunião deve incluir um consultor de acústica, não a última. Comenta "ACÚSTICA" que eu te explico como funciona o processo de consultoria. Gostou do conteúdo? Curta, comente, compartilhe e siga-nos em nossas redes sociais.

26/08/2026

Você acha que é possível construir um estúdio de gravação a menos de 500m de um dos aeroportos mais movimentados do Brasil, bem debaixo da rampa de aproximação e decolagem dos aviões?
Sim, nós aceitamos esse desafio e projetamos um dos estúdios mais silenciosos de São Paulo, com nível de ruído residual de 25dB(A) na sala de gravação. Mas o problema é sério: com pousos e decolagens a cada 5 minutos, todos os dias das 6h00 às 0h00, cada passagem de aeronave gerava picos que superavam 90dB(A), com predomínio de baixas frequências — justamente as mais difíceis de isolar.
A solução começou com o desenho de paredes triplas de blocos de concreto grouteados, com espessuras diferentes entre si para dessintonizar as frequências de ressonância de cada parede. As lajes também são triplas, em concreto maciço. O conjunto inteiro opera no princípio box-in-a-box: uma estrutura totalmente desacoplada da outra, flutuando sobre isoladores vibratórios, de modo que o ruído externo precise atravessar múltiplas barreiras, antes de chegar ao interior.
A sala de gravação tem 60m² e seu projeto de condicionamento acústico foi inspirado no Estúdio 2 do East West Studios, em Los Angeles, a pedido do pai do proprietário, que admirava essa sala. Além disso, há ainda 2 booths de gravação — um para bateria e outro para voz. A filosofia adotada no projeto da sala técnica foi a RFZ — Reflection Free Zone, que consiste em uma geometria e uma combinação de materiais posicionados de forma que as primeiras reflexões sonoras não atinjam diretamente o ponto de escuta. As superfícies das paredes e do forro são anguladas e tratadas para que as reflexões sejam direcionadas para fora da área de escuta do engenheiro, para serem absorvidas ou espalhadas com menor intensidade, eliminando a coloração sonora indesejada e preservando a imagem estereofônica com precisão absoluta!
Faça seu estúdio com quem entende!
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24/08/2026

Você gastou 15 mil reais em monitores, interface e microfone, mas sua mix ainda soa como se tivesse sido feita dentro do banheiro? O problema não é o seu equipamento nem o seu talento — é a sua sala!
Monitores de qualidade não fazem sentido se o som que chega aos seus ouvidos é deformado pelas paredes do ambiente. Em salas cubóides sem tratamento, as reflexões sonoras criam flutter-echo e comb-filtering. Você move a cabeça 10 cm e o grave some. Move de volta e ele volta. Isso não é impressão sua — é física.Você não consegue confiar no que ouve. E se não confia no que ouve, não consegue mixar bem. E quando você ouve em outro sistema: no carro, no fone, no celular) percebe que as decisões da mixagem foram tomadas num ambiente que mente para os seus ouvidos.
STUDIO IN THE BOX resolve exatamente isso! É um kit de condicionamento acústico para quem não tem tempo a perder. Já vem pronto para instalar, em salas de até 15m² — sem obra, sem pedreiro, sem dor de cabeça. Não é isolamento (isso é outra conversa). É fazer o ambiente parar de mentir para os seus ouvidos. Você passa a ouvir o que realmente está na sua mixagem, e não o que o seu ambiente inventa.
Se você já investiu fortuna em equipamento e ainda não confia na sua mix, a peça que falta não é mais um plugin. É o condicionamento acústico do seu ambiente. Acesse www.falandodeacustica.com/studiointhebox e conheça o kit que transforma o seu quarto num espaço confiável para mixar e pré-produzir!

14/08/2026

Você sabia que, muitas vezes, a melhor solução para problemas de acústica em apartamentos está dentro de uma garrafa de vinho?
Se você mora em apartamento e sofre com o ruído vindo do vizinho de cima, saiba que o problema pode ter duas causas bem distintas: o ruído aéreo e o ruído de impacto. O ruído aéreo é aquele transmitido pelo ar, como vozes, música e televisão, que atravessa lajes e paredes. Já o ruído de impacto decorre da vibração estrutural do edifício, a partir do impacto de um objeto contra a laje de piso ou as paredes do apartamento de cima — passos, objetos caindo, móveis sendo arrastados — e se propaga pela própria estrutura de forma vibratória, alcançando os apartamentos abaixo com intensidade. Entender essa diferença é o primeiro passo para saber que tipo de solução é realmente necessária.
Aqui está o ponto que pouca gente conhece: a solução para o ruído aéreo vindo de cima consiste em aumentar o isolamento da laje; já a única solução verdadeiramente eficiente para o ruído de impacto exige obras no apartamento de cima, na fonte do problema, e não no receptor. Neste caso, instalar forro ou aplicar materiais absorvente no seu apartamento não surte qualquer efeito prático, já que a transmissão se dá pela estrutura. É preciso atacar a origem, criando uma separação mecânica entre a laje de forro e o piso de quem gera o ruído.
Como executar uma obra na casa de seu vizinho não é uma tarefa das mais fáceis, muitas vezes uma boa conversa e uma garrafa de vinho podem ser a melhor solução para esse problema. Mas, atenção: se o seu apartamento foi entregue após 2015, quando a norma de desempenho (NBR 15.575) entrou em vigor, esse problema é de responsabilidade da construtora. Trata-se de vício da construção e, portanto, não se enquadra como garantia. Ou seja, você tem direito de exigir a correção do problema ou a indenização..
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11/08/2026

Você sabe o que uma ferradura, um leque e uma caixa de sapatos tem em comum?
As salas em formato de ferradura (horseshoe) são marcadas por plateia curva, balcões envolventes e paredes que convergem em direção ao palco, criando um ambiente intimista e visualmente conectado. Acusticamente, a curvatura favorece a distribuição uniforme das reflexões sonoras e a sensação de proximidade entre artista e público. O Teatro Amazonas (Manaus), o Theatro Municipal de São Paulo e o Theatro Municipal do Rio de Janeiro são exemplos clássicos desse formato. Essas salas funcionam especialmente bem para ópera, teatro de prosa e concertos vocais, nos quais a inteligibilidade e a presença cênica são prioritárias.
Já as salas em leque (fan-shaped) ampliam a plateia a partir do palco, em direção ao fundo da sala, com as paredes laterais não paralelas entre si, oferecendo boa visibilidade para um grande número de espectadores. Acusticamente, a divergência das paredes reduz as reflexões laterais em direção à plateia, o que favorece uma maior percepção das reflexões do forro, ideais para espetáculos teatrais (em que a inteligibilidade da fala é importante), dança, palestras e espetáculos multimídia. O Teatro Paulo Autran (SESC Pinheiros), o Palácio das Artes (Belo Horizonte) e a Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional Cláudio Santoro (Brasília) ilustram esse formato.
Por fim, as salas em formato de caixa de sapatos (shoebox), com paredes paralelas e pé-direito elevado, proporcionam reflexões laterais ricas que enriquecem o som, proporcionando clareza, envolvimento e a sensação de espacialidade, ideais para espetáculos musicais sem amplif**ação. O Boston Symphony Hall, a Sala São Paulo (SP) e o Teatro Cultura Artística (SP) são referências mundiais. Essas salas funcionam muito bem para música clássica, sinfônica e de câmara, nas quais a ressonância, o calor sonoro e o equilíbrio entre clareza e reverberação são essenciais.
A PASSERI Acústica é especializada em projetos de acústica de teatros, auditórios e salas de espetáculo. Gostou do conteúdo? Curta, comente, compartilhe e siga-nos em nossas redes sociais.

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