Passeri Acústica e Arquitetura

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Passeri Acústica e Arquitetura Passeri Acústica é um escritório especializado em soluções técnicas de acústica

Projeto e consultoria em acústica de edificações em geral, acústica urbana e acústica de salas.

09/10/2026

Você sabia que o baixista dos Mutantes revolucionou o desenho de estúdios profissionais no Brasil?

Liminha entrou nos Mutantes em 1969 e viveu ali a revolução da Tropicália. Ao sair da banda, tornou-se produtor — e, em 1981, foi a Los Angeles mixar "Luar", de Gilberto Gil. O impacto foi imediato: nos estúdios americanos, como o Westlake, ele encontrou "um clima propício para a arte". Em contraste, lembrava dos estúdios brasileiros: "gravava no Transamérica, que parecia uma indústria. Os caras f**avam fritando quibe na cantina!" Percebeu ali o que faltava ao Brasil: espaços que inspirassem a criação.

Em 1984, Liminha e Gil fundaram o Estúdio Nas Nuvens num charmoso casarão no alto do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro. A concepção era revolucionária: salas amplas, lounges com TV e sofá, ambientes de estar, decoração bonita e iluminação natural, com vista para áreas verdes — a mesma ambiência acolhedora dos melhores estúdios da Europa e dos Estados Unidos, mas com um toque tropical. Como definia Liminha: "Tem que parecer que aquilo ali nem é trabalho."

O conceito funcionou na prática. A tecnologia acompanhava a ambiência — samplers e baterias eletrônicas, já que Liminha é um apaixonado por tecnologia desde os tempos dos Mutantes — e o resultado foi uma verdadeira fábrica de hits: "Raça Humana", de Gilberto Gil (o primeiro disco gravado lá), "Cabeça Dinossauro", dos Titãs, "Selvagem?", dos Paralamas, "Educação Sentimental", do Kid Abelha. O segredo estava na frase que resume tudo: "O que importa no estúdio é o estado de espírito." Liminha provou que ambiente e criatividade são inseparáveis — e mudou para sempre o padrão de projeto de estúdios no Brasil.

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07/10/2026

Você sabe o que é que é "envolvimento" em salas de concerto?
É a sensação subjetiva de estar imerso e cercado pela música — e não apenas diante dela. Fisicamente, o envolvimento nasce das reflexões laterais precoces: ondas que saem do palco, refletem nas paredes laterais e chegam ao ouvinte em até 80ms após o som direto, de ambos os lados. Como nossas orelhas estão separadas lateralmente, essa energia chega primeiro a uma orelha e, depois, à outra, com menor intensidade — o cérebro não a funde com o som direto e a traduz como largura aparente da fonte. Somada com a energia proveniente das reflexões de forro, tem-se a sensação de se estar "dentro" da massa orquestral.

As salas retangulares, em formato de caixa de sapato (shoebox), são as mais eficientes em propiciar essa sensação. Suas paredes laterais paralelas, duras e próximas refletem especularmente cada raio sonoro atravessando a sala, gerando reflexões laterais de múltiplas ordens, que alternam de lado e se espalham densamente no tempo — exatamente o material de que o envolvimento é feito. E a largura controlada da sala é decisiva para que essa sensação seja percebida até nas últimas fileiras.
Já as salas em formato de leque (fanshape), por exemplo, destroem esse mecanismo pela própria geometria. Suas paredes laterais divergentes e não paralelas refletem a energia do palco em direção ao fundo da sala, ao longo do eixo longitudinal. A única superfície grande que devolve reflexões precoces é o forro — e o som vindo somente de cima não não é capaz de propiciar essa sensação de tridimensionalidade. Em salas largas, as reflexões laterais ultrapassam 80ms e só é possível recuperar parte do envolvimento com painéis laterais móveis, conchas acústicas e sistemas eletrônicos caríssimos, que costumam não valer a pena, já que é possível assegurar esse atributo subjetivo apenas com o desenho correto da sala.

E você? Já se sentiu envolvido pela massa orquestral em uma sala de concertos específ**a? Conta pra gente nos comentários! Curta, compartilhe e siga-nos em nossas redes sociais.

01/10/2026

Os problemas mais comuns nos salões de festas de condomínios residenciais têm origem em três causas principais. Primeiro, o som amplif**ado: caixas de som com alto SPL (Sound Pressure Level) reproduzindo música com forte conteúdo de graves, exatamente a faixa de frequência mais difícil de isolar. Segundo, a localização inadequada do salão — frequentemente posicionado no térreo, no subsolo ou adjacente a áreas comuns, sem qualquer estudo de impacto acústico nos vizinhos. Terceiro, a ausência de projeto acústico: paredes finas, lajes convencionais e portas comuns, tratadas como um simples espaço de uso coletivo, e não como uma fonte de ruído intensa dentro de uma edif**ação habitacional.
A propagação do som das festas para os apartamentos ocorre por duas vias simultâneas. Pelo ar, as ondas sonoras atravessam vedações com massa insuficiente: paredes de alvenaria fina, divisórias leves e, principalmente, portas e janelas com baixa estanqueidade. Pela estrutura, cada batida de grave e cada dança no piso transformam o salão em uma fonte de vibração que penetra a laje e percorre pilares e vigas de concreto, "brotando" como som nos apartamentos — inclusive em unidades distantes da fonte, muitas vezes vários andares acima. É por isso que moradores que nem moram ao lado do salão reclamam: a estrutura do prédio vira um enorme alto-falante.
A prevenção e a solução passam por duas frentes. Na fonte: salão com piso flutuante sobre elastômeros, paredes duplas desacopladas, porta acústica com alta classif**ação e vedação perimetral, além de limites de SPL estabelecidos em convenção. No caminho: desacoplamento estrutural para interromper a transmissão vibratória. E o fundamental: tudo isso deve nascer no projeto, com diagnóstico e simulação antes da obra — corrigir depois custa múltiplos do valor da prevenção.
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28/09/2026

O que é melhor: gravar seu podcast num estúdio com boa qualidade sonora, usando um microfone de R$ 300 ou gravar num estúdio com qualidade sonora ruim mas usando um microfone de R$ 3.000?
A resposta é a primeira opção, sem dúvida. E a explicação está na seguinte lógica: a cadeia do som obedece ao princípio do elo mais fraco. O resultado de qualquer gravação nunca será melhor do que o pior componente da cadeia — microfone, interface, tratamento e ambiente. Se a acústica da sala é ruim, o microfone de R$ 3.000 só captará com altíssima fidelidade o som ruim do ambiente. Ele registrará, com todos os detalhes, as reflexões indesejadas e a coloração que a sala impõe à voz. Um microfone caro não corrige acústica — ele só evidencia o problema.
O condicionamento acústico do ambiente de gravação é, portanto, fundamental. É ele que garante que a voz chegue ao microfone limpa, seca e íntegra, sem as reflexões que criam aquele som de "caixa metálica" e degradam a inteligibilidade da fala. Para um podcast, em que o conteúdo é 100% palavra falada, inteligibilidade não é detalhe: é produto. Um ouvinte que precisa fazer esforço para entender o que está sendo dito abandona o episódio — e o investidor que ouve sua gravação com qualidade profissional toma uma decisão de negócio no primeiro minuto.
A boa notícia? Não é necessário revestir todas as superfícies da sala. O tratamento inteligente ataca apenas os pontos em que ocorrem as primeiras reflexões — as superfícies que refletem o som diretamente de volta ao microfone: as paredes atrás das fontes sonoras, as laterais, o teto acima do conjunto voz/microfone e a mesa. Alguns painéis absorventes, bem posicionados nesses pontos resolvem a maior parte do problema com investimento modesto. O resto da sala pode permanecer vivo — o que, aliás, preserva a naturalidade da voz.
Se você quer saber como melhorar a qualidade sonora do seu estúdio de podcast ou de pré-produção, marca 'podcast' nos comentários que eu te mando um material pra você entender melhor. Gostou do conteúdo? Curta, comente, compartilhe e siga-nos em nossas redes sociais.

25/09/2026

Você sabe como John Lennon simulou a voz de 4 mil monges tibetanos usando um órgão Hammond?
A resposta está em "Tomorrow Never Knows", gravada em 6 de abril de 1966 em Abbey Road para o álbum Revolver — um marco revolucionário da música. Lennon, inspirado no livro "The Psychedelic Experience", de Timothy Leary, pediu ao produtor George Martin que sua voz soasse como as de "quatro mil monges tibetanos cantando no topo de uma montanha". A solução veio de um desvio genial: Geoff Emerick canalizou o microfone para uma caixa Leslie — o alto-falante usado no órgão Hammond. O resultado foi aquela textura flutuante clássica, transformando um equipamento de órgão no instrumento vocal mais inovador da época.
E o efeito Leslie não estava sozinho: a música foi um laboratório de experimentações que quebraram as regras de gravação. Paul McCartney usou tape loops — fitas gravadas em casa, rodadas simultaneamente em várias máquinas em Abbey Road, com a equipe "tocando" os faders em tempo real. George Harrison executou um dos primeiros solos de guitarra ao inverso na música pop, e Ringo Starr criou uma bateria hipnótica com um suéter amassado no bumbo, microfonado de forma extrema — um som pesado, seco e comprimido que influenciaria o hip-hop e a música eletrônica décadas depois.
O essencial, do ponto de vista acústico, é o que o caso ensina: o som desejado nasce da interação inteligente entre fonte, transmissor e ambiente. A caixa Leslie funciona porque seu alto-falante rotativo modula o sinal com efeitos de doppler e batimentos espaciais — princípios acústicos que hoje fundamentamos em projetos de tratamento e condicionamento de estúdios. Seis décadas depois, a lição permanece: entender a física do som abre caminhos que nenhum equipamento pronto oferece. A faixa encerrou Revolver apontando para o futuro, abrindo as portas da era psicodélica.
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23/09/2026

O ruído de passos, móveis arrastados, objetos caindo, vindo do apartamento de cima, é chamado de ruído de impacto, pois sua origem é mecânica. Quando algo se choca com o piso, a energia produzida não f**a contida ali — ela se converte em vibração e penetra pela estrutura do edifício. E é justamente aqui que mora o problema: o concreto é um excelente condutor de vibrações, que percorrem a estrutura com velocidade e eficiência impressionantes, "brotando" como som nos ambientes logo abaixo, mesmo a metros de distância da fonte original. Por isso, muitas vezes você ouve o vizinho andando como se ele estivesse dentro do seu quarto

A única solução eficiente consiste em atacar essas causas na sua origem — ou seja, na fonte sonora, no apartamento de cima — e não no receptor. Diferentemente do ruído aéreo (vozes, música, TV), que se propaga pelo ar e pode ser atenuado com barreiras e vedações, o ruído de impacto se propaga pela própria estrutura, por vibração de um corpo sólido. Instalar forro, espuma ou qualquer material absorvente no teto do apartamento de baixo não interrompe a continuidade estrutural — a vibração estrutural continua e chega da mesma forma. Para resolver de uma vez, é preciso desacoplar o piso de cima da estrutura do edifício, o que exige uma obra importante

E há respaldo legal: a NBR 15.575, publicada em 2013, passou a ser de cumprimento obrigatório para todos os edifícios residenciais entregues a partir de julho de 2015. Ela estabelece critérios mínimos de desempenho acústico, incluindo o isolamento ao ruído de impacto entre pisos (medido pelo índice Lnt,w). Importante: problemas de ruído de impacto em edifícios entregues após 2015 são considerados vícios de construção — e, por isso, não estão sujeitos ao prazo de garantia de 5 anos. A responsabilidade é da construtora. Tudo isso poderia ter sido evitado no momento do projeto, com a especif**ação correta dos sistemas de piso.

Se você tem um vizinho barulhento em cima de você, fale com a gente! Nós podemos te ajudar a encontrar a melhor solução. Gostou do conteúdo? Curta, comente, compartilhe e siga-nos em nossas redes sociais

21/09/2026

As gravações em seu estúdio de podcast parecem ter sido feitas na cozinha?
A perda de inteligibilidade da fala em estúdios de podcast tem origens bem mapeadas. A principal é o excesso de reflexões sonoras: quando a voz bate em superfícies rígidas e pouco tratadas — paredes paralelas, teto liso, vidro da mesa ou do estúdio —, as reflexões chegam ao microfone logo após o som direto e criam aquele "som de caixa metálica" ou "eco de cozinha" que impede a voz de soar seca e definida. Somam-se a isso o eco palpitante (flutter echo) entre superfícies paralelas, ondas estacionárias em quartos pequenos demais e até o ruído do ar condicionado e computadores, que forçam o ouvinte a fazer esforço para entender o conteúdo.
A boa notícia: as soluções consistem em atacar essas causas de forma cirúrgica, sem precisar atuar em todo o estúdio. Não é necessário revestir todas as paredes com painéis. O foco deve estar nos pontos onde nascem as primeiras reflexões que chegam ao microfone — superfícies atrás e ao lado do locutor, o teto acima do conjunto voz/microfone e a mesa de gravação. Controlando essas regiões com absorventes porosos de espessura adequada e quebrando o paralelismo de algumas paredes, o restante do ambiente não precisa de intervenção.
E o melhor: essas intervenções pontuais podem ser feitas de forma econômica. Poucos painéis bem posicionados valem mais do que dezenas espalhados sem critério — é a lógica de acertar o alvo com poucas flechas, e não bombardear a sala inteira. Mas atenção à ironia do processo: tudo isso poderia ter sido evitado no momento do projeto. Um posicionamento correto do microfone, a escolha da sala certa, a geometria das superfícies e o tratamento estrategicamente localizado desde a concepção eliminariam o problema antes da primeira gravação.
Se você tem um problema de baixa qualidade da fala em seu estúdio, fale com a gente! Nós podemos te ajudar a encontrar a melhor solução. Gostou do conteúdo? Curta, comente, compartilhe e siga-nos em nossas redes sociais.

18/09/2026

Quando vozes, conversas ao telefone ou latidos de cachorro atravessam a parede, estamos lidando com o chamado ruído aéreo: ondas sonoras que se propagam pelo ar e encontram na parede divisória seu ponto fraco. Frestas nas junções, tomadas elétricas sem vedação adequada e, principalmente, paredes de baixa densidade ou espessura reduzida — como alvenaria fina ou drywall mal dimensionado — transmitem essa energia quase sem resistência. Física básica: quanto menor a massa do elemento construtivo, maior a transmissão sonora. O som não perdoa preguiça construtiva.
O agravante é que isso já deveria ser exceção, não regra. Desde 2015, a NBR 15.575 estabelece critérios obrigatórios de desempenho para o isolamento sonoro entre unidades habitacionais em edifícios multifamiliares. A norma define valores mínimos de atenuação que as paredes divisórias devem atender, medidos pelo índice Dnt,w, para garantir privacidade acústica básica. Até hoje, entretanto, muitos empreendimentos são entregues sem atender a tais critérios — seja por falha no projeto, na execução ou pela ausência de medições de verif**ação, deixando o morador com o prejuízo.
O mais frustrante é que a correção posterior é dura: resolver o problema requer intervenções estruturais importantes nas paredes divisórias, com aumento de massa ou duplicação de camadas independentes e desacopladas. Isso signif**a obra dentro do apartamento, desconforto, redução da área útil e custos elevadíssimos. E aqui está a ironia: tudo isso poderia ter sido evitado no momento do projeto, com especif**ação correta de vedos e sistemas de parede dimensionados para o isolamento exigido — gasto mínimo na prancheta, em vez de fortunas depois da entrega.
Se você tem um problema de ruído em seu apartamento, solicite um diagnóstico da PASSERI Acústica. Nós podemos te ajudar a encontrar a melhor solução. Gostou do conteúdo? Curta, comente, compartilhe e siga-nos em nossas redes sociais.

16/09/2026

O novo Anfiteatro Camargo Guarnieri nasceu para servir à música da USP: o reitor, à época, queria uma sala dedicada aos concertos da universidade. Com a reforma e ampliação, o antigo anfiteatro multifuncional ganhou mais duas salas (uma de cinema e outra de teatro), passou a integrar o Centro Cultural Camargo Guarnieri e, assim, foi completamente redesenhado para ser uma sala dedicada exclusivamente à música. O desafio era preservar a alma da sala existente e, ao mesmo tempo, dotá-la de tecnologia acústica de ponta para a apresentação de pequenas orquestras, grupos e solistas.

Esse processo teve início em 2010 e, em 2011, a PASSERI Acústica elaborou todos os projetos executivos da reforma e ampliação: arquitetura, acústica, iluminação ambiente e cênica, áudio, vídeo, fundações, estrutura, instalações prediais, HVAC e a orçamentação completa da obra. Uma abordagem integrada, em que cada sistema foi pensado em conjunto desde a concepção — do alicerce ao último refletor — garantindo coerência entre conforto, segurança e desempenho sonoro.

A sala de música foi desenhada para funcionar como um amplif**ador natural da orquestra. Painéis refletores e difusores foram instalados nas paredes laterais e no fundo do palco, direcionando a energia sonora uniformemente para toda a plateia. O forro recebeu painéis difusores convexos com iluminação embutida, espalhando o som de forma homogênea por todos os assentos. Na parede de fundos, painéis absorventes evitam o retorno indesejado por reflexão, que turvaria a clareza. Foram desenhados 4 camarotes no mezanino e um sistema de passarelas (catwalk) acima do forro, permite o manuseio e ajuste dos equipamentos de iluminação com rapidez.

Se você está projetando um teatro, auditório ou sala de espetáculos, consulte a PASSERI Acústica. Gostou do conteúdo? Curta, comente, compartilhe e siga-nos em nossas redes sociais.

14/09/2026

Quer transformar a qualidade sonora de sua sala de mixagens num piscar de olhos?
Os kits STUDIO IN THE BOX foram criados para quem busca performance profissional em ambientes domésticos ou de pré-produção. Eles servem para controlar o tempo de reverberação, as reflexões indesejadas e as ondas estacionárias, garantindo que o som que você ouve na sala seja aquele que sai dos monitores. Sem distorções. Sem colorações!
STUDIO IN THE BOX é focado no condicionamento acústico (qualidade do som) e não serve para isolamento sonoro. Ou seja, não têm a função de impedir a passagem de som para fora do ambiente ou vice-versa.
A grande vantagem é o conceito "faça você mesmo" aplicado à engenharia de alto nível. Você adquire um kit pronto, com a garantia técnica e o DNA de projetos da PASSERI Acústica, mas com um investimento muito menor do que uma consultoria personalizada do zero. Cada kit contém painéis absorvedores e difusores que equilibram a resposta da sala. A instalação é simples, rápida e limpa: você mesmo instala! Assim, eliminamos o custo da mão de obra e a sujeira das obras convencionais. Unimos a economia e o rigor técnico de um escritório que é referência absoluta no mercado de áudio profissional!
Os kits estão disponíveis em três tamanhos diferentes, atendendo salas que variam de 6m² a 15m². Além disso, oferecemos três combinações de cores para que o tratamento harmonize perfeitamente com o seu design. Cada kit já vem completo, incluindo todos os acessórios necessários como cola, parafusos e buchas. E o suporte não para na entrega: se surgir qualquer dúvida após a compra ou o recebimento, nossa equipe elabora um diagrama de instalação personalizado para você, de acordo com o seu ambiente, garantindo que cada placa esteja no lugar exato para o melhor rendimento!
Se você quer que seu home-studio, sala de mixagem ou pré-produção pare de sabotar suas mixagens, sem gastar uma fortuna e sem abrir mão da qualidade PASSERI Acústica, STUDIO IN THE BOX é para você! Curta, comente, compartilhe e siga-nos em nossas redes sociais.

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Rua Conselheiro Pereira Pinto, 161
São Paulo, SP
05425-040

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Segunda-feira 09:00 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
Quarta-feira 09:00 - 18:00
Quinta-feira 09:00 - 18:00
Sexta-feira 09:00 - 18:00

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