20/05/2025
A regularização da superfície do concreto é fundamental para a obtenção de um piso com bom desempenho em termos de planicidade, e a depender da fase de utilização, contribuir com o nivelamento. O rodo de corte, é constituído por uma régua de alumínio ou magnésio (com orifícios para alteração de peso, utilizando água ou areia), de três até seis metros de comprimento, fixada a um cabo com dispositivo que permita a sua mudança de ângulo, fazendo com que o "rodo" possa cortar o concreto quando vai e volta, ou apenas alisá-lo, quando a régua está plana. Ou seja, removendo pontos altos e preenchendo pontos baixos, diminuindo as ondulações superficiais.
A LPE Engenharia recomenda que se utilize o rodo de corte ao menos em duas fases:
- Logo após o sarrafeamento, onde o concreto ainda está no estado plástico. Principalmente no método de mestras úmidas, é considerado ideal a utilização do rodo leve (sem preenchimento) tanto no sentido do sarrafeamento, quanto no sentido contrário.
- Após a entrada das acabadoras, onde haverá uma maior ascensão de “argamassa” na superfície. Nesta etapa, deverá ser utilizado o rodo de corte pesado, promovendo sucessivas aplicações intercaladas de acabadoras (flotação) e do rodo de corte, agora consideravelmente mais pesado. Nesta fase, o peso aplicado sobre o perfil do rodo ou em seu interior pode variar, e deverá ser suficiente à remoção/corte das ondulações presentes na superfície, levando em consideração a fase de endurecimento do concreto nesse instante. Algumas empresas inclusive acoplam o rodo nas acabadoras, com o objetivo de otimizar o procedimento.
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