11/09/2026
Antes de aprovar uma transação, o comitê de um FII precisa de um laudo que resista à auditoria, aos cotistas e ao mercado. 📄🔍
Aqui está o checklist executivo do que você deve exigir para garantir segurança na tomada de decisão:
📏 Metodologia rigorosa: Aderência total às normas da CVM e ABNT. O método escolhido (comparativo, renda ou custo) foi devidamente justificado?
🔎 Premissas explícitas: Taxas de desconto, vacância e prazos estão claros? Premissa oculta é o primeiro sinal de alerta.
📊 Evidências rastreáveis: Cada conclusão precisa de lastro. Dados, contratos e documentos devem ser verificáveis, não apenas citados.
⚖️ Comparabilidade: O laudo permite comparar o ativo com transações reais e referências do mercado?
🛡️ Independência real: A empresa avaliadora atua sem vínculos que comprometam a isenção. É isso que gera confiança.
🏗️ Due diligence desde o dia 1: A avaliação técnica e ambiental deve caminhar junto com o laudo para validar condições físicas e passivos que impactam o valor.
🏛️ Capacidade de sustentação: O documento resiste a questionamentos pesados de fiscalização? Um laudo robusto fundamenta a conclusão em vez de apenas defendê-la.
Quando esses critérios são cumpridos, a engenharia consultiva deixa de ser apenas um fornecedor e se torna a principal camada de segurança técnica do comitê. 🔒
O laudo não decide por você. Ele garante que você decida com evidência.
👇 Como o seu comitê tem avaliado esses critérios nas últimas transações?