Afinko Soluções em Polímeros

Afinko Soluções em Polímeros A Afinko Soluções em Polímeros é um laboratório de prestação de serviços em engenharia de materiais. Transparência e ética.

A Afinko surgiu com o objetivo de atender às necessidades técnicas e tecnológicas do setor industrial, principalmente na área de Engenharia de Materiais. A empresa foi criada por Engenheiros de Materiais visando dar suporte técnico-científico para o desenvolvimento tecnológico da indústria brasileira. Missão
Fornecer serviços de consultoria, desenvolvimento e caracterização de polímeros para setor

industrial brasileiro, tendo como principais diretrizes a busca pela excelência em qualidade técnica e agilidade, buscando sempre atender todas as necessidades de nossos clientes. Visão
Ser referência nacional em credibilidade e confiabilidade na prestação de serviços técnicos e desenvolvimento tecnológico na área de materiais poliméricos. Valores
Compromisso com a melhoria contínua da qualidade do atendimento e dos serviços. Respeito aos clientes
Precisão ao atender os prazos acordados.

No mês de julho, a Afinko promoveu um treinamento dedicado à Calorimetria Diferencial de Varredura (DSC) e à Análise Ter...
13/08/2026

No mês de julho, a Afinko promoveu um treinamento dedicado à Calorimetria Diferencial de Varredura (DSC) e à Análise Termogravimétrica (TGA), técnicas fundamentais para a caracterização e análise do comportamento térmico de polímeros.

Foi um momento de muito aprendizado, troca de experiências e aprofundamento técnico, conduzido pelo Eng. Marcio Kobayashi, Doutor em Engenharia e Ciência de Materiais pela UFSCar.

Agradecemos a todos que participaram e contribuíram para tornar esse encontro tão especial! 🔬🧪

Durante a fabricação de materiais poliméricos, diversas substâncias podem ser incorporadas à formulação ou permanecer co...
05/08/2026

Durante a fabricação de materiais poliméricos, diversas substâncias podem ser incorporadas à formulação ou permanecer como resíduos do processo produtivo.

Com o passar do tempo, parte dessas substâncias pode migrar para a superfície do material e ser liberada para o ambiente na forma de compostos orgânicos voláteis ou semivoláteis.

A intensidade dessa emissão depende de características tanto do material quanto das condições de ensaio.

Polímeros diferentes apresentam capacidades distintas de retenção e difusão de moléculas voláteis. Materiais com maior mobilidade molecular tendem a permitir a migração mais rápida de compostos para a superfície.

Temperaturas excessivas durante extrusão, injeção ou termoformagem podem provocar degradação térmica do polímero e gerar compostos voláteis adicionais. Esses produtos de degradação podem permanecer retidos no material e serem liberados posteriormente.

Materiais submetidos a múltiplos ciclos de processamento, como polímeros reciclados, frequentemente apresentam perfis de emissão diferentes daqueles observados em resinas virgens.

Por isso, o histórico térmico da amostra deve sempre ser considerado na interpretação dos resultados.

O aumento da temperatura eleva a mobilidade molecular e acelera a difusão dos compostos orgânicos presentes no material. Como consequência, a taxa de emissão tende a aumentar significativamente.

O tempo de exposição da amostra antes e durante a análise também influencia a quantidade de compostos detectados.

A determinação das emissões normalmente envolve técnicas avançadas de análise química, como GC-MS, dessorção térmica e câmaras de emissão A escolha da metodologia influencia diretamente a sensibilidade, a seletividade e os limites de detecção alcançados.

Setores como automotivo, construção civil, mobiliário, eletroeletrônicos e embalagens possuem requisitos cada vez mais rigorosos relacionados à qualidade do ar e à segurança dos consumidores. A avaliação das emissões contribui para o desenvolvimento de produtos mais seguros e alinhados às exigências regulatórias.

Na última quinta-feira, a Afinko marcou presença no Recy-Plastech 2026, um importante encontro voltado à sustentabilidad...
04/08/2026

Na última quinta-feira, a Afinko marcou presença no Recy-Plastech 2026, um importante encontro voltado à sustentabilidade, reciclagem de plásticos e inovação no setor.

Durante o evento, nosso responsável técnico Henrique Fi*****io participou das discussões sobre os desafios e avanços da economia circular, compartilhando conhecimento na palestra sobre "Caracterização de Reciclados com foco no Decreto 12.688/2025", contribuindo para o debate técnico sobre qualidade, conformidade e o futuro dos materiais reciclados no Brasil.

Foi uma excelente oportunidade para trocar experiências, fortalecer conexões e acompanhar as tendências que estão transformando o mercado de polímeros.

Agradecemos a todos que acompanharam a apresentação e fizeram parte desse momento. Seguimos comprometidos em desenvolver soluções que impulsionem a inovação e a sustentabilidade no setor.

O Índice de Fluidez corresponde à massa de material extrudada através de um capilar padronizado durante um período deter...
29/07/2026

O Índice de Fluidez corresponde à massa de material extrudada através de um capilar padronizado durante um período determinado, sob condições específicas de temperatura e carga.

À medida que a temperatura aumenta, as cadeias poliméricas adquirem maior mobilidade molecular, reduzindo a viscosidade do material fundido. Como consequência, o Índice de Fluidez tende a aumentar.

Pequenas variações de temperatura podem gerar diferenças significativas nos resultados do ensaio. Por esse motivo, normas como ASTM D1238 e ISO 1133 estabelecem condições específicas para cada tipo de polímero, garantindo comparabilidade entre os resultados.

Embora muitas vezes seja associada à pressão gerada durante o ensaio, a carga aplicada possui papel importante na determinação do Índice de Fluidez.

O aumento da carga provoca maior força sobre o polímero fundido, facilitando sua passagem pelo capilar. Em alguns materiais, especialmente aqueles com comportamento não newtoniano, alterações na carga podem modificar significativamente a taxa de escoamento observada.

Por essa razão, diferentes condições de carga podem ser utilizadas para caracterizar materiais específicos ou avaliar sua sensibilidade ao cisalhamento.

Polímeros com estruturas moleculares mais rígidas tendem a apresentar maior resistência ao fluxo quando comparados a materiais com cadeias mais flexíveis. Além disso, a presença de grupos funcionais capazes de promover interações intermoleculares intensas também pode aumentar a viscosidade do material fundido.

Dessa forma, dois polímeros diferentes podem apresentar comportamentos de fluxo bastante distintos mesmo quando analisados sob as mesmas condições de ensaio.

O histórico de processamento também exerce influência sobre os resultados.

Exposição prolongada ao calor durante o processamento ou reprocessamento, como na extrusão e injeção, pode promover degradação térmica e redução da massa molar. Em muitos casos, isso resulta em aumento do Índice de Fluidez.

Por esse motivo, esse ensaio é muito utilizado para monitorar alterações estruturais provocadas por reprocessamento ou envelhecimento do material.

Os compósitos poliméricos reforçados com fibras são materiais formados por duas fases principais: a matriz polimérica e ...
22/07/2026

Os compósitos poliméricos reforçados com fibras são materiais formados por duas fases principais: a matriz polimérica e o reforço fibroso. A matriz é responsável por envolver e proteger as fibras, além de transferir as tensões aplicadas durante o carregamento. Já as fibras atuam como o principal elemento responsável pelo aumento da resistência mecânica e da rigidez do material.

Os reforços mais utilizados incluem fibra de vidro, de carbono, de aramida e fibras naturais, como sisal, juta e curauá. A escolha da fibra depende dos requisitos da aplicação do material.

A principal função das fibras é suportar parte significativa da carga aplicada ao material. Quando o compósito é submetido a um esforço de tração, as tensões são transferidas da matriz para as fibras por meio da interface existente entre os dois componentes.

Quanto melhor for essa transferência de carga, maior será a eficiência do reforço e, consequentemente, maior será a resistência à tração do compósito. Em muitos casos, a incorporação de fibras pode aumentar significativamente as propriedades mecânicas.

Um fator muito importante para o desempenho mecânico dos compósitos é a qualidade da adesão entre a fibra e a matriz polimérica. Se a interface for fraca, as fibras podem se desprender da matriz durante o carregamento, reduzindo a capacidade de transferência de tensões e comprometendo a resistência do material.

A orientação das fibras também exerce forte influência sobre os resultados dos ensaios de tração. Quando as fibras estão alinhadas na direção da carga aplicada, o material tende a apresentar maior resistência mecânica.

Por outro lado, em materiais com fibras distribuídas aleatoriamente, as propriedades tendem a ser mais isotrópicas, porém normalmente inferiores às observadas em compósitos com fibras orientadas.

Esse comportamento é importante em processos como injeção de termoplásticos reforçados, nos quais o fluxo do material pode influenciar significativamente a orientação das fibras dentro da peça.

Do ponto de vista de um laboratório, a avaliação das propriedades de tração é uma etapa indispensável para compreender o desempenho dos compósitos reforçados com fibras.

A FTIR é uma técnica baseada na interação entre a radiação infravermelha e as moléculas presentes em uma amostra.Quando ...
15/07/2026

A FTIR é uma técnica baseada na interação entre a radiação infravermelha e as moléculas presentes em uma amostra.

Quando a radiação infravermelha incide sobre um material, determinadas frequências são absorvidas pelas ligações químicas existentes nas moléculas. Cada tipo de ligação absorve energia em regiões específicas do espectro, gerando um perfil característico conhecido como espectro infravermelho.

Cada polímero apresenta um conjunto característico de bandas de absorção associadas à sua estrutura química. Ao comparar o espectro obtido com bancos de dados de referência, é possível identificar rapidamente materiais.

A FTIR permite detectar grupos funcionais específicos presentes na estrutura molecular. Como por exemplo Hidroxilas (-OH); Carbonilas (C=O); Ligações aromáticas e Grupos vinílicos.

A presença ou ausência desses grupos fornece informações importantes sobre a composição química e as características do material.

Durante a formação do polímero, grupos químicos reativos presentes nos monômeros são gradualmente consumidos para dar origem às cadeias poliméricas.
A técnica é amplamente utilizada em sistemas como resinas epóxi, poliuretanos, acrilatos, resinas poliéster e materiais fotopolimerizáveis, permitindo avaliar o grau de conversão da reação e acompanhar a evolução do processo em diferentes etapas.

A FTIR também desempenha papel importante no controle de qualidade, pois permite verificar rapidamente se uma matéria-prima corresponde à especificação desejada, identificar contaminações e confirmar a composição de lotes recebidos.

Pela agilidade na obtenção dos resultados, a FTIR tornou-se uma ferramenta eficiente para inspeções de rotina em laboratórios industriais.

Mesmo sendo uma técnica eficaz para a caracterização química, a FTIR é frequentemente empregada em conjunto com outras técnicas analíticas, proporcionando uma avaliação mais completa dos materiais.

Entre as mais comuns estão DSC, TGA, MEV-EDS, GC-MS e ensaios mecânicos.

A combinação da FTIR com a DSC possibilita, por exemplo, a diferenciação entre subtipos de polímeros com estruturas químicas semelhantes, como PA6 e PA66.

A contração dimensional corresponde à redução das dimensões da peça após o resfriamento do polímero. Durante o processam...
08/07/2026

A contração dimensional corresponde à redução das dimensões da peça após o resfriamento do polímero. Durante o processamento, o material é injetado no molde em alta temperatura e, ao solidificar, ocorre reorganização molecular e redução de volume.

Esse comportamento faz parte da natureza dos materiais poliméricos, mas sua intensidade varia de acordo com o tipo de polímero, condições de processamento e geometria da peça.

Na prática industrial, a contração precisa ser prevista ainda na etapa de projeto do molde, utilizando fatores de compensação dimensional para que a peça final atinja as dimensões especificadas.

A estrutura molecular do polímero é um dos fatores que mais influenciam a contração. Polímeros semicristalinos, como polipropileno, polietileno e poliamida, normalmente apresentam maior contração devido à formação de regiões cristalinas durante o resfriamento.

Já materiais majoritariamente amorfos, como policarbonato e poliestireno, tendem a apresentar contração mais uniforme e menor variação dimensional.

A temperatura de injeção e a temperatura do molde também têm impacto. Temperaturas elevadas aumentam a mobilidade das cadeias poliméricas e favorecem maior reorganização molecular durante o resfriamento.

Em muitos casos, temperaturas de processamento mais altas resultam em maior contração volumétrica. Por outro lado, temperaturas muito baixas podem comprometer o preenchimento do molde e gerar tensões internas.

A incorporação de cargas minerais e fibras de reforço normalmente reduz a contração dimensional dos polímeros. Esses materiais restringem a movimentação das cadeias poliméricas e aumentam a estabilidade dimensional da peça.

Compósitos reforçados com fibra de vidro, por exemplo, costumam apresentar menor contração quando comparados aos polímeros puros. No entanto, dependendo da orientação das fibras durante a injeção, podem surgir contrações anisotrópicas, ou seja, diferentes em cada direção da peça.

Em laboratório, a contração dimensional é avaliada por meio da medição das dimensões da peça após estabilização térmica, comparando os valores obtidos com as dimensões da cavidade do molde.

O ensaio de impacto Izod é utilizado para medir a energia absorvida pelo material durante o impacto de um pêndulo (marte...
01/07/2026

O ensaio de impacto Izod é utilizado para medir a energia absorvida pelo material durante o impacto de um pêndulo (martelo) sobre um corpo de prova. O método consiste em fixar verticalmente um corpo de prova e submetê-lo ao impacto de um pêndulo de energia conhecida.

A temperatura exerce forte influência sobre a mobilidade das cadeias poliméricas. Em temperaturas mais elevadas, as cadeias apresentam maior liberdade de movimento, permitindo maior deformação antes da ruptura. Já em temperaturas mais baixas, a mobilidade molecular diminui, tornando o material mais rígido e suscetível à fratura frágil.

Esse comportamento está diretamente relacionado à temperatura de transição vítrea (Tg) do polímero. Abaixo dessa temperatura, muitos materiais passam de um comportamento mais dúctil para um estado mais rígido e quebradiço.

Por isso, a resistência ao impacto Izod pode variar significativamente dependendo da temperatura em que o ensaio é realizado.

Polímeros amorfos, como ABS, PS e PMMA, geralmente apresentam mudanças mais acentuadas de comportamento próximas à temperatura de transição vítrea.

O poliestireno (PS), por exemplo, tende a apresentar comportamento bastante frágil em temperaturas mais baixas, absorvendo pouca energia antes da ruptura. Já materiais como ABS costumam apresentar melhor resistência ao impacto devido à presença de fases elastoméricas em sua composição.

Nos polímeros semicristalinos, como polietileno (PE) e polipropileno (PP), a presença de regiões cristalinas altera a forma como a energia do impacto é absorvida.

Em temperaturas reduzidas, alguns semicristalinos podem apresentar aumento significativo da fragilidade, especialmente em aplicações sujeitas a ambientes frios.

Em laboratório, o condicionamento térmico das amostras antes do ensaio é uma etapa fundamental. Para garantir resultados confiáveis, os corpos de prova devem permanecer estabilizados na temperatura desejada durante um período controlado antes da realização do impacto.

Normas como a ASTM D256 e a ISO 180 estabelecem requisitos específicos para execução do ensaio, garantindo maior reprodutibilidade e comparabilidade dos dados.

30/06/2026

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Você já imaginou quantas informações estão escondidas na superfície de um material?

Com a Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV) e a Espectroscopia por Dispersão de Energia (EDS), é possível investigar a morfologia de materiais, identificar elementos químicos, analisar contaminações e encontrar evidências importantes para a investigação de falhas.

Pensando nisso, a Afinko Soluções em Polímeros preparou um e-book técnico e gratuito, desenvolvido como um guia prático para profissionais da indústria, pesquisadores e estudantes que desejam compreender melhor o potencial dessa técnica.

📚 Neste material você encontrará:

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Estamos em busca de um Estagiário Técnico para atuar na área de Finalização, sendo uma oportunidade para estudantes que ...
25/06/2026

Estamos em busca de um Estagiário Técnico para atuar na área de Finalização, sendo uma oportunidade para estudantes que desejam adquirir experiência na área técnica.

Caso tenha interesse na vaga, acesse a aba "oportunidades" em nosso site, ou escaneie o QR Code na imagem abaixo e inscreva-se!

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