Afinko Soluções em Polímeros

Como chegar Site Entre em contato com o negócio

Afinko Soluções em Polímeros A Afinko Soluções em Polímeros é um laboratório de prestação de serviços em engenharia de materiais. Transparência e ética.

A Afinko surgiu com o objetivo de atender às necessidades técnicas e tecnológicas do setor industrial, principalmente na área de Engenharia de Materiais. A empresa foi criada por Engenheiros de Materiais visando dar suporte técnico-científico para o desenvolvimento tecnológico da indústria brasileira. Missão
Fornecer serviços de consultoria, desenvolvimento e caracterização de polímeros para setor industrial brasileiro, tendo como principais diretrizes a busca pela excelência em qualidade técnica e agilidade, buscando sempre atender todas as necessidades de nossos clientes. Visão
Ser referência nacional em credibilidade e confiabilidade na prestação de serviços técnicos e desenvolvimento tecnológico na área de materiais poliméricos. Valores
Compromisso com a melhoria contínua da qualidade do atendimento e dos serviços. Respeito aos clientes
Precisão ao atender os prazos acordados.

Os polímeros reciclados, passam por etapas de coleta, separação, moagem, lavagem e reprocessamento antes de retornarem a...
21/10/2026

Os polímeros reciclados, passam por etapas de coleta, separação, moagem, lavagem e reprocessamento antes de retornarem ao mercado. Durante esse ciclo, o material pode sofrer alterações em sua composição química e em sua estrutura molecular.

Além disso, podem ocorrer a mistura com outros polímeros, contaminantes, perda de aditivos e degradação durante o reprocessamento.

Essas mudanças podem influenciar diretamente o comportamento do material durante a combustão, tornando a avaliação da inflamabilidade uma etapa essencial no controle de qualidade.

A inflamabilidade corresponde à capacidade de um material iniciar, sustentar e propagar a combustão quando exposto a uma fonte de ignição.

Quando um polímero é aquecido, suas cadeias moleculares começam a se decompor, liberando gases inflamáveis. A facilidade com que esses gases são gerados e mantêm a chama determina o comportamento do material diante do fogo.

Dependendo da aplicação, a inflamabilidade pode representar um fator crítico para a segurança de pessoas, equipamentos e instalações.

Os processos de reciclagem frequentemente envolvem exposição do material a temperaturas elevadas durante extrusão, granulação ou reprocessamento.

Esse histórico térmico pode provocar degradação molecular e alterar a estabilidade térmica do polímero. Em alguns casos, essas alterações podem aumentar a velocidade de degradação e modificar o comportamento durante a combustão.

Outro aspecto importante é a possível perda de aditivos retardantes de chama originalmente presentes no material. Quando isso ocorre, o polímero reciclado pode apresentar desempenho inferior ao da resina virgem em ensaios de inflamabilidade.

Por esse motivo, não é possível assumir que um material reciclado terá o mesmo comportamento ao fogo de sua versão original sem uma avaliação adequada.

Mesmo em sistemas de reciclagem bem controlados, pequenas quantidades de materiais incompatíveis podem estar presentes no produto final. Essas contaminações podem alterar significativamente o comportamento térmico e a inflamabilidade do material.

O ângulo de contato corresponde ao ângulo formado na região de encontro entre uma gota de líquido, a superfície sólida e...
14/10/2026

O ângulo de contato corresponde ao ângulo formado na região de encontro entre uma gota de líquido, a superfície sólida e o ambiente ao redor. A medida fornece informações sobre a capacidade de um líquido se espalhar sobre determinada superfície.

De forma geral, menores ângulos de contato indicam maior molhabilidade, enquanto valores mais elevados indicam menor tendência de espalhamento do líquido. Entretanto, a interpretação deve considerar o líquido utilizado, o estado da superfície e o objetivo da análise.

A água é frequentemente empregada como líquido de teste, mas outros líquidos podem ser necessários quando o objetivo é estimar parâmetros como energia livre superficial ou investigar interações específicas entre uma superfície e determinado fluido.

A rugosidade exerce influência direta sobre o comportamento da gota. Superfícies com diferentes níveis de rugosidade podem apresentar valores distintos mesmo quando possuem composição química semelhante.

Em determinadas condições, a rugosidade pode aumentar a molhabilidade de uma superfície originalmente molhável. Em outras situações, estruturas superficiais podem favorecer o aprisionamento de ar sob a gota e aumentar o ângulo de contato aparente.

A composição química da região mais externa do polímero é determinante para a molhabilidade. Grupos químicos polares geralmente favorecem a interação com líquidos polares, enquanto superfícies predominantemente apolares tendem a apresentar menor molhabilidade pela água.

Processos como tratamento por plasma, corona, chama e tratamentos químicos são utilizados para aumentar a molhabilidade e melhorar a adesão de tintas, adesivos e revestimentos.

As condições ambientais também podem influenciar os resultados. A temperatura afeta propriedades do líquido, como viscosidade e tensão superficial, enquanto a umidade pode alterar o estado de determinadas superfícies poliméricas.

Materiais higroscópicos podem absorver umidade do ambiente e apresentar comportamento superficial diferente dependendo das condições de armazenamento e condicionamento.

Por isso, ensaios comparativos devem ser realizados em condições ambientais controladas ou, no mínimo, registradas.

O envelhecimento acelerado consiste em expor materiais a condições controladas e mais severas do que aquelas encontradas...
07/10/2026

O envelhecimento acelerado consiste em expor materiais a condições controladas e mais severas do que aquelas encontradas em serviço, com o objetivo de acelerar os mecanismos naturais de degradação. Envolvendo fatores como Radiação ultravioleta (UV); Altas temperaturas; Umidade controlada; Ciclos térmicos; Atmosferas oxidantes; Névoa salina e exposição combinada a diferentes agentes ambientais.

A partir dessas avaliações, é possível estimar o comportamento dos materiais ao longo do tempo e prever sua durabilidade em condições reais de uso.

Dentre os princípios da sustentabilidade é aumentar a vida útil dos produtos é uma das alternativas. Quanto maior a durabilidade de um componente, menor será a necessidade de substituições frequentes, consumo de matéria-prima e geração de resíduos.

Esses ensaios permitem identificar pontos de vulnerabilidade em materiais e produtos antes de sua introdução no mercado. Isso possibilita ajustes em formulações, processos de fabricação e projetos de engenharia que resultam em componentes mais resistentes ao envelhecimento.

Na prática, materiais mais duráveis contribuem para a redução do impacto ambiental associado à produção, transporte e descarte de produtos.

O crescimento do uso de polímeros reciclados, biopolímeros e materiais de fonte renovável trouxe novos desafios relacionados à durabilidade.

Muitos desses materiais apresentam mecanismos de degradação diferentes daqueles observados em polímeros convencionais. Como consequência, a realização de ensaios de envelhecimento acelerado tornou-se importante para validar seu desempenho em aplicações reais.

Permitindo a comparação de materiais sustentáveis com alternativas tradicionais e identificar oportunidades de melhoria, contribuindo para a adoção segura de soluções mais alinhadas aos princípios da economia circular.

A degradação dos polímeros pode gerar consequências ambientais importantes. Em algumas situações, a exposição prolongada ao ambiente leva à fragmentação dos materiais, favorecendo a formação de partículas menores que podem permanecer no meio ambiente por longos períodos.

Os elastômeros são materiais que possuem uma estrutura molecular caracterizada por longas cadeias poliméricas. Essa estr...
30/09/2026

Os elastômeros são materiais que possuem uma estrutura molecular caracterizada por longas cadeias poliméricas. Essa estrutura permite que as cadeias se deslizem umas sobre as outras quando submetidas a uma força, resultando em uma alta deformação reversível. A combinação dessa alta deformação e a capacidade de retorno à forma original, mesmo após grandes distorções, confere aos elastômeros suas características de flexibilidade e resistência.

A resistência à flexão de um elastômero é, portanto, uma função de sua capacidade de suportar deformações significativas sem sofrer fraturas ou degradação permanente. Isso ocorre porque, ao contrário de outros materiais mais rígidos, os elastômeros não quebram facilmente sob tensões de flexão, mas se deformam de maneira elástica, retornando ao seu estado inicial quando a carga é removida.

Esse comportamento elástico é um dos principais motivos pelos quais os elastômeros são amplamente utilizados em aplicações onde a flexão repetitiva ocorre, como em vedantes e em componentes de suspensão de veículos.

Esses te**es ajudam a determinar o limite de deformação elástica e o ponto em que o material pode começar a apresentar deformações permanentes. Embora os elastômeros sejam projetados para suportar flexões repetitivas sem falhas, se a deformação for excessiva ou se o material for exposto a condições ambientais extremas (como temperaturas muito altas ou baixas), ele pode começar a perder suas propriedades elásticas, resultando em degradação e falhas do material.

Além da composição do material, fatores como temperatura, velocidade de deformação e a presença de aditivos também desempenham um papel crucial nas propriedades de flexão e amortecimento dos elastômeros. A temperatura, por exemplo, pode afetar a rigidez do material e sua capacidade de dissipar energia. Em temperaturas mais altas, a rigidez do elastômero pode diminuir, o que pode aumentar a eficiência do amortecimento, mas também pode reduzir sua resistência à flexão. Em temperaturas baixas, a rigidez aumenta, tornando o material menos flexível e menos eficiente em dissipar energia.

NOVO E-BOOK GRATUITO DISPONÍVEL!!!A Difração de Raios-X (DRX) é uma das técnicas mais utilizadas para a caracterização e...
28/09/2026

NOVO E-BOOK GRATUITO DISPONÍVEL!!!

A Difração de Raios-X (DRX) é uma das técnicas mais utilizadas para a caracterização estrutural de materiais. Em materiais poliméricos, minerais, cargas e compósitos, o DRX fornece informações importantes sobre fases cristalinas, grau de cristalinidade, identificação de materiais, presença de contaminantes e alterações estruturais relacionadas ao processamento ou degradação.

Na indústria, a técnica é amplamente aplicada no controle de qualidade, desenvolvimento de formulações, análise de falhas e validação de matérias-primas, auxiliando na compreensão do comportamento dos materiais e na tomada de decisões técnicas.

Nosso e-book foi desenvolvido como um handbook prático, com informações aplicáveis, possíveis resultados e aplicações industriais, servindo como um guia de consulta rápida para profissionais que utilizam ou desejam compreender o potencial do DRX na caracterização de materiais.

Baixe agora na aba “E-books” em nosso site.

A Afinko esteve presente na ROG.e 2026, um dos maiores eventos de energia do mundo, no Rio de Janeiro! A visita foi uma ...
25/09/2026

A Afinko esteve presente na ROG.e 2026, um dos maiores eventos de energia do mundo, no Rio de Janeiro!

A visita foi uma oportunidade de acompanhar as novidades do setor de energia, ampliar conexões e observar de perto os desafios em que a caracterização e os ensaios de materiais podem contribuir.
Seguimos conectando conhecimento técnico às necessidades da indústria.

A Análise Termogravimétrica (TGA) é uma das principais técnicas utilizadas para avaliar a estabilidade térmica de políme...
23/09/2026

A Análise Termogravimétrica (TGA) é uma das principais técnicas utilizadas para avaliar a estabilidade térmica de polímeros. Além de determinar temperaturas de decomposição, perda de massa e teor de resíduos, a técnica permite investigar como diferentes atmosferas de ensaio influenciam os mecanismos de degradação térmica.

Os polímeros podem apresentar comportamentos bastante distintos quando aquecidos em atmosfera inerte, como nitrogênio ou argônio, ou em atmosfera oxidante, como ar sintético ou oxigênio.

A estabilidade térmica representa a capacidade de um material resistir à degradação quando submetido ao aquecimento. Quanto maior essa estabilidade, maior tende a ser a temperatura necessária para iniciar a decomposição da estrutura polimérica.

Durante o aquecimento, os produtos formados pela decomposição podem reagir com os gases presentes na atmosfera do equipamento. Quando não há oxigênio disponível, predominam processos de decomposição térmica. Na presença de oxigênio, além da degradação térmica, ocorrem reações de oxidação que aceleram a deterioração do material. Como consequência, um mesmo polímero pode apresentar curvas termogravimétricas bastante diferentes dependendo da atmosfera utilizada.

A comparação entre ensaios realizados em atmosfera inerte e oxidante fornece informações importantes sobre o comportamento do material.

Essas diferenças auxiliam na seleção de materiais para aplicações específicas e na avaliação da eficiência de aditivos estabilizantes.

A atmosfera utilizada também influencia a quantidade de resíduo observada ao final do ensaio. Em atmosfera inerte, parte da estrutura polimérica pode permanecer na forma de carbono residual. Já em atmosfera oxidante, esse resíduo normalmente sofre combustão, reduzindo significativamente a massa final.

Uma parceria que vai ampliar ainda mais as possibilidades de ensaios na Afinko está chegando! 👀A Instron Brasil - Máquin...
17/09/2026

Uma parceria que vai ampliar ainda mais as possibilidades de ensaios na Afinko está chegando! 👀

A Instron Brasil - Máquinas de Ensaios, referência mundial em equipamentos para ensaios de materiais, e a Afinko Soluções em Polímeros estão iniciando uma nova parceria.

Ainda não podemos contar todos os detalhes, mas já podemos adiantar uma coisa: muitos ensaios e novas possibilidades para avaliação e caracterização de materiais vêm por aí.

Tecnologia, conhecimento e experiência se unindo para oferecer soluções cada vez mais completas aos nossos clientes.

Em breve, contaremos mais. Aguardem!

O Índice de Fluidez, também conhecido como MFI (Melt Flow Index) ou MFR (Melt Flow Rate), é uma medida da facilidade com...
16/09/2026

O Índice de Fluidez, também conhecido como MFI (Melt Flow Index) ou MFR (Melt Flow Rate), é uma medida da facilidade com que o polímero no estado fluido escoa sob condições padronizadas de temperatura e carga. O ensaio consiste basicamente em extrudar o material através de um capilar e medir a massa que flui em um determinado tempo, normalmente expressa em g/10 min.

Na prática de laboratório, esse ensaio é amplamente utilizado por ser rápido, reprodutível e relativamente simples de executar. Ele fornece uma indicação indireta da massa molar média do polímero: materiais com maior MFI tendem a apresentar menor massa molar e, consequentemente, menor resistência ao fluxo.

A viscosidade, por outro lado, é uma propriedade reológica fundamental que descreve a resistência do material ao escoamento. Diferentemente do MFI, a viscosidade não é um valor único, mas sim uma propriedade que varia em função de parâmetros como taxa de cisalhamento, temperatura e tempo.

Em laboratório, a viscosidade pode ser medida utilizando reômetros capilares ou rotacionais, permitindo avaliar o comportamento do polímero em condições mais próximas das encontradas em processos industriais. Essa análise fornece uma visão mais completa do comportamento do material, especialmente para polímeros que apresentam comportamento não newtoniano, como a maioria dos termoplásticos.

A principal diferença entre essas duas propriedades está no nível de detalhamento da informação gerada. O MFI é um ensaio simplificado, realizado em uma única condição de carga e temperatura, fornecendo um valor pontual que facilita comparações rápidas entre materiais.

Já a viscosidade é uma propriedade mais completa, que permite avaliar o comportamento do material em diferentes condições de processamento. Isso é especialmente importante em aplicações onde o material será submetido a diferentes taxas de cisalhamento, como em processos de injeção ou extrusão.

O processamento de materiais poliméricos envolve uma série de etapas que influenciam diretamente suas propriedades finai...
09/09/2026

O processamento de materiais poliméricos envolve uma série de etapas que influenciam diretamente suas propriedades finais. A taxa de resfriamento é um dos fatores mais importantes para a formação da microestrutura do material e, consequentemente, para seu desempenho mecânico.

A taxa de resfriamento corresponde à velocidade com que o polímero perde calor após o processamento. Durante o resfriamento, as cadeias poliméricas se reorganizam estruturalmente, formando diferentes arranjos moleculares (amorfos ou cristalinos).

Nos polímeros semicristalinos, como PP, PE, poliamidas e POM, o resfriamento mais lento favorece a formação de cristais maiores e mais organizados. Já o resfriamento rápido reduz o tempo disponível para cristalização.

Em muitos casos, o aumento da cristalinidade está associado ao aumento da rigidez e da resistência mecânica, porém pode reduzir a capacidade do material de absorver energia durante um impacto.

Materiais com estruturas mais cristalinas tendem a apresentar comportamento mais rígido e menor deformação antes da ruptura. Por outro lado, materiais com maior fração amorfa geralmente apresentam maior capacidade de dissipar energia, contribuindo para melhor desempenho em ensaios de impacto.

Quando o resfriamento ocorre de forma rápida, há menor tempo para organização molecular e crescimento cristalino. Em muitos polímeros semicristalinos, isso resulta em estruturas mais refinadas e maior quantidade de regiões amorfas.

Dependendo do material, essa condição pode favorecer maior absorção de energia durante o impacto. No entanto, resfriamentos excessivamente rápidos também podem gerar tensões residuais internas, que podem afetar negativamente algumas propriedades mecânicas.

Já o resfriamento mais lento favorece o desenvolvimento de estruturas cristalinas maiores e mais organizadas. Embora isso geralmente aumente a rigidez e a estabilidade dimensional da peça, pode também reduzir sua capacidade de deformação e absorção de energia.

Em determinadas aplicações, esse comportamento pode resultar em menores valores de resistência ao impacto, especialmente em ambientes de baixa temperatura ou sob carregamentos rápidos.

Endereço

Rua Raimundo Correa, 1591/Vila Marcelino
São Carlos, SP
13570-591

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 12:00
13:00 - 17:00
Terça-feira 08:00 - 12:00
13:00 - 17:00
Quarta-feira 08:00 - 12:00
13:00 - 17:00
Quinta-feira 08:00 - 12:00
13:00 - 17:00
Sexta-feira 08:00 - 12:00
13:00 - 17:00

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviaremos um e-mail para você quando Afinko Soluções em Polímeros publicar novidades e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado para nenhum outro fim, e você pode cancelar a inscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Afinko Soluções em Polímeros:

Atalhos

Compartilhar