Afinko Soluções em Polímeros

Afinko Soluções em Polímeros A Afinko Soluções em Polímeros é um laboratório de prestação de serviços em engenharia de materiais. Transparência e ética.

A Afinko surgiu com o objetivo de atender às necessidades técnicas e tecnológicas do setor industrial, principalmente na área de Engenharia de Materiais. A empresa foi criada por Engenheiros de Materiais visando dar suporte técnico-científico para o desenvolvimento tecnológico da indústria brasileira. Missão
Fornecer serviços de consultoria, desenvolvimento e caracterização de polímeros para setor

industrial brasileiro, tendo como principais diretrizes a busca pela excelência em qualidade técnica e agilidade, buscando sempre atender todas as necessidades de nossos clientes. Visão
Ser referência nacional em credibilidade e confiabilidade na prestação de serviços técnicos e desenvolvimento tecnológico na área de materiais poliméricos. Valores
Compromisso com a melhoria contínua da qualidade do atendimento e dos serviços. Respeito aos clientes
Precisão ao atender os prazos acordados.

Os polímeros termoplásticos são amplamente utilizados em diversos setores industriais devido à sua capacidade de amolece...
13/05/2026

Os polímeros termoplásticos são amplamente utilizados em diversos setores industriais devido à sua capacidade de amolecer quando aquecidos e solidificar novamente ao esfriar, sem sofrer alterações químicas significativas. Essa característica permite que sejam moldados repetidamente por processos como moldagem por injeção, extrusão e termoformagem.

As propriedades térmicas desses materiais são fundamentais para determinar seu desempenho e adequação a diferentes aplicações. Entre as técnicas utilizadas para estudá-las, destaca-se a Calorimetria Exploratória Diferencial (DSC), que permite investigar transições térmicas importantes e compreender o comportamento do polímero quando submetido a variações de temperatura.

Polímeros termoplásticos
Polímeros termoplásticos podem apresentar estrutura amorfa ou semicristalina, o que influencia diretamente suas propriedades térmicas e mecânicas. Exemplos comuns incluem polietileno (PE), polipropileno (PP), poliestireno (PS), policarbonato (PC) e poliamida (PA).

Parâmetros como temperatura de fusão, transição vítrea e comportamento de cristalização dependem da estrutura molecular do polímero, de sua composição e do histórico térmico ao qual o material foi submetido.

Como a DSC analisa as propriedades termoplásticas?
A DSC avalia o fluxo de calor associado às transformações físicas que ocorrem na amostra durante um aquecimento ou resfriamento controlado. Por meio dessa técnica é possível identificar importantes transições térmicas, como:

Transição vítrea (Tg): temperatura na qual a fase amorfa do polímero ganha mobilidade e passa de um estado rígido para um estado mais flexível;

Temperatura de fusão (Tm): associada ao rompimento das forças intermoleculares das regiões cristalinas, permitindo a transição do estado sólido para o estado fluido/viscoso;

Cristalização ou recristalização: formação ou reorganização das regiões cristalinas durante o aquecimento ou resfriamento;

Capacidade calorífica: quantidade de energia térmica necessária para aumentar a temperatura de uma determinada quantidade de material polimérico em uma unidade de temperatura.

A resistência à flexão é uma das propriedades mecânicas mais importantes na escolha de polímeros para aplicações diversa...
06/05/2026

A resistência à flexão é uma das propriedades mecânicas mais importantes na escolha de polímeros para aplicações diversas — desde peças automotivas e componentes eletrônicos até embalagens e produtos de consumo. O ensaio de flexão mede a capacidade de um material resistir à deformação quando submetido a uma carga aplicada. Entretanto, um fator que pode influenciar significativamente os resultados é a umidade presente na amostra.

Como a umidade interage com os polímeros?
A afinidade entre polímeros e água depende diretamente da estrutura química do material.

Polímeros hidrofílicos, como poliamidas (PA) e poliésteres (PET, PBT), possuem grupos polares que atraem moléculas de água, absorvendo umidade do ambiente.

Polímeros hidrofóbicos, como polietileno (PE) e polipropileno (PP), têm baixa afinidade com a água e, por isso, absorvem quantidades mínimas de umidade.

Essa diferença de comportamento reflete como cada material reage em condições reais de uso.

Efeitos da umidade na resistência à flexão
A absorção de água pode modificar o desempenho mecânico dos polímeros. Entre os principais efeitos estão:

1. Plasticização e redução da rigidez

2. Alteração nas propriedades mecânicas e deformações permanentes

3. Fragilização e quebra prematura

Te**es de flexão e avaliação da influência da umidade
Para avaliar a influência da umidade, são realizados te**es padronizados de flexão de 3 ou 4 pontos, onde os espécimes são submetidos a uma carga aplicada até sua ruptura. Os procedimentos recorrentes envolvem te**es com:

Secagem controlada: para eliminar a umidade, principalmente em polímeros higroscópicos.

Condicionamento em ambiente úmido: para simular condições reais de uso e verificar o comportamento do material quando exposto a níveis elevados de umidade.

As condições de temperatura e a duração da exposição também influenciam a absorção de umidade e, consequentemente, o desempenho à flexão.

13 anos de história construídos por pessoas que fazem a diferença todos os dias. Mais do que números, conquistas e cresc...
30/04/2026

13 anos de história construídos por pessoas que fazem a diferença todos os dias.

Mais do que números, conquistas e crescimento, celebramos cada talento, cada parceria, cada cliente e cada sorriso que faz parte da nossa trajetória. São as pessoas que transformam desafios em resultados e tornam nossa empresa um lugar especial para crescer juntos.
Hoje comemoramos 13 anos valorizando o que temos de mais importante: pessoas!

O intemperismo artificial é uma técnica requerida na engenharia de materiais para avaliar a durabilidade e o desempenho ...
29/04/2026

O intemperismo artificial é uma técnica requerida na engenharia de materiais para avaliar a durabilidade e o desempenho de materiais poliméricos utilizados em dispositivos eletrônicos. Esse método simula, de forma acelerada, os efeitos causados pela exposição a condições climáticas extremas, como radiação solar intensa, variações de temperatura, umidade, chuva e névoa salina. A realização desses ensaios permite prever como os materiais irão se comportar ao longo do tempo, evitando falhas que podem comprometer a segurança e a eficiência dos produtos.

Por que testar materiais eletrônicos em condições extremas?
Os materiais eletrônicos, principalmente os plásticos utilizados em carcaças, conectores e revestimentos de fios, são frequentemente expostos a ambientes agressivos. Quando sujeitos a radiação ultravioleta (UV), calor, umidade ou agentes químicos, esses polímeros podem apresentar descoloração, fragilidade, rachaduras e perda de propriedades isolantes.

Principais efeitos do intemperismo artificial
O intemperismo artificial permite identificar diversos efeitos prejudiciais nos materiais poliméricos:

Perda de resistência mecânica: causada pela quebra das cadeias moleculares, levando à fragilização.

Alterações estéticas: como desbotamento e manchas, que afetam o apelo visual do produto.

Deformações dimensionais: provocadas por ciclos de temperatura e umidade, prejudicando o encaixe de peças e a vedação.

Comprometimento das propriedades elétricas: materiais expostos podem perder eficiência como isolantes elétricos.

Esses efeitos são críticos, principalmente para equipamentos utilizados em setores como telecomunicações, energia, transporte e automação industrial, onde o funcionamento contínuo e seguro é indispensável.

Como realizamos os ensaios de intemperismo artificial
No laboratório, utilizamos câmaras climáticas, com radiação UV e controle de temperatura e umidade, para simular, em poucas semanas ou meses, os danos que ocorreriam após anos de exposição ao ambiente natural. Esses equipamentos reproduzem com precisão a ação conjunta de luz, calor, umidade e agentes químicos sobre os materiais.

A Afinko marcou presença na Chinaplas 2026, uma das maiores feiras do mundo voltadas à indústria de plásticos e borracha...
28/04/2026

A Afinko marcou presença na Chinaplas 2026, uma das maiores feiras do mundo voltadas à indústria de plásticos e borrachas.

Estar em um ambiente como esse é essencial para acompanhar de perto as principais inovações, novas tecnologias e tendências que estão moldando o futuro dos materiais poliméricos. Durante a visita, tivemos a oportunidade de explorar soluções avançadas, novos equipamentos e tecnologias que impactam diretamente a qualidade, desempenho e segurança dos materiais.

Mais do que uma visita, essa experiência reforça o compromisso da Afinko em buscar conhecimento contínuo e trazer para seus clientes o que há de mais atualizado no mercado, contribuindo com análises cada vez mais precisas e confiáveis.

Seguimos evoluindo, conectados com o que há de melhor no mundo para aplicar aqui, com excelência.

24/04/2026

Registro do nosso curso de Análise de Falhas em Peças Poliméricas, realizado no dia 08/04 🔍📚

Foi um dia de imersão técnica, com discussões sobre causas de falhas, interpretação de resultados e a importância da caracterização adequada para tomada de decisão na indústria.

Agradecemos a todos os profissionais que participaram e contribuíram com as trocas ao longo do treinamento. Para a Afinko, é uma satisfação poder compartilhar conhecimento e apoiar o desenvolvimento técnico do setor, fortalecendo a confiabilidade e a segurança na aplicação dos materiais poliméricos.

Em materiais poliméricos, o termo extraíveis refere-se a compostos de baixa massa molar que não estão completamente inte...
22/04/2026

Em materiais poliméricos, o termo extraíveis refere-se a compostos de baixa massa molar que não estão completamente integrados à estrutura da cadeia polimérica. Essas substâncias podem migrar ou ser removidas quando o material entra em contato com determinados solventes.

Entre os compostos que podem ser identificados no ensaio estão:

Plastificantes

Estabilizantes térmicos ou UV

Lubrificantes de processamento

Monômeros residuais

Oligômeros de baixa massa molar

Contaminantes provenientes do processo produtivo

A presença desses compostos nem sempre indica um problema no material. Em muitos casos, eles fazem parte da formulação do polímero e são essenciais para o desempenho do produto.

Diversas variáveis podem afetar a eficiência da extração. O solvente utilizado no ensaio é um dos fatores mais importantes. Diferentes solventes possuem diferentes polaridades e, portanto, diferentes capacidades de extração. Já a temperatura influencia diretamente a mobilidade molecular dentro do polímero. Em temperaturas mais elevadas, a difusão das moléculas presentes na matriz polimérica tende a aumentar, facilitando a extração.

A forma como a amostra é preparada pode alterar significativamente a eficiência da extração. Amostras com maior área superficial tendem a facilitar o contato com o solvente. Além disso, a própria estrutura do material polimérico também influencia o ensaio. Polímeros com maior grau de cristalinidade tendem a apresentar menor difusão de moléculas dentro da matriz, dificultando a extração.

O ensaio de extraíveis é utilizado em diferentes contextos industriais:

Controle de qualidade

Avaliação de formulação

Análise de materiais que entram em contato com alimentos

Investigação de contaminantes

Estudos de estabilidade de materiais

Esse tipo de análise ajuda a compreender melhor a composição do material e seu comportamento em determinadas condições de uso.

O índice de fluidez mede a quantidade de material que flui através de um orifício padronizado em um período determinado,...
15/04/2026

O índice de fluidez mede a quantidade de material que flui através de um orifício padronizado em um período determinado, sob temperatura e carga constantes. Por exemplo, o polipropileno (PP) é normalmente testado a 230°C com uma carga de 2,16 kg. O resultado, expresso em gramas por 10 minutos (g/10 min), indica o quão fluido é o polímero no estado fundido.

Em nosso laboratório, o ensaio de MFI é um dos principais ensaios empregados para qualificar diferentes tipos de resinas. A escolha do material com IF adequado evita problemas de processamento, reduz desperdícios e otimiza o ciclo produtivo.

O impacto econômico do IF está relacionado à produtividade, custos de produção e à qualidade final do produto. Materiais com alto índice de fluidez apresentam menor viscosidade no estado fundido, facilitando o preenchimento de moldes complexos e reduzindo o tempo de ciclo, o que aumenta a velocidade de produção.

Por outro lado, polímeros com IF muito elevado apresentam menor massa molar média, o que pode comprometer propriedades mecânicas como resistência à tração, impacto e tenacidade do produto final, exigindo ajustes no projeto da peça, nas condições de processamento ou até na seleção da aplicação. Já materiais com IF mais baixo são mais viscosos, requerendo maiores pressões de injeção ou extrusão, o que aumenta o consumo de energia e o desgaste de equipamentos.

Portanto, escolher corretamente o material e condições de processo que impactam no índice de fluidez pode evitar custos com energia, manutenção de máquinas e retrabalho por falhas no produto.

Nos laboratórios especializados, como o nosso, a análise de MFI é realizada para garantir a padronização da matéria-prima e para ajustar as especificações conforme o tipo de produto desejado. Além disso, na gestão de resíduos e reciclagem de plásticos, a medição do IF ajuda a definir se o material reciclado possui características adequadas para reprocessamento, o que impacta diretamente na viabilidade econômica da operação.

Hoje, 10 de abril, celebramos o Dia da Engenharia no Brasil, uma data que vai muito além de uma simples homenagem. Ela m...
10/04/2026

Hoje, 10 de abril, celebramos o Dia da Engenharia no Brasil, uma data que vai muito além de uma simples homenagem. Ela marca a história e o impacto real que a engenharia tem no desenvolvimento do nosso país.

A escolha desse dia, oficializada na década de 30, remete ao Tenente-Coronel João Carlos de Villagran Cabrita, que atuou como engenheiro militar durante a Guerra da Tríplice Aliança e faleceu em combate em 10 de abril de 1866. Sua trajetória simboliza o papel estratégico da engenharia civil e militar desde os primeiros momentos da construção da nossa infraestrutura.

De lá para cá, a engenharia evoluiu, se expandiu e hoje está presente em todos os âmbitos: na inovação industrial, alimentos, construção civil, saneamento, energia, segurança de produtos, desenvolvimento de novos materiais e na melhoria contínua do desenvolvimento da nossa sociedade.

Na Afinko, vivemos isso todos os dias, apoiando decisões técnicas, garantindo confiabilidade e contribuindo para que projetos saiam do papel com segurança e desempenho.

Parabéns a todos os profissionais da área que, com conhecimento, responsabilidade e inovação, ajudam a construir o presente e transformar o futuro. 👷‍♂️👷‍♀️

A resistência à chama refere-se à capacidade de um material resistir à ignição ou limitar a propagação do fogo quando ex...
08/04/2026

A resistência à chama refere-se à capacidade de um material resistir à ignição ou limitar a propagação do fogo quando exposto a uma fonte de calor ou chama. Diferentes polímeros apresentam comportamentos distintos quando submetidos ao fogo. Alguns materiais podem inflamar facilmente e sustentar a combustão, enquanto outros apresentam maior estabilidade térmica ou possuem aditivos que dificultam a propagação da chama.

Para melhorar o desempenho ao fogo, muitos polímeros recebem aditivos retardantes de chama, que atuam reduzindo a inflamabilidade ou interrompendo o processo de combustão.

A avaliação da resistência à chama de polímeros é realizada por meio de ensaios padronizados que simulam a exposição do material a uma chama controlada. Esses ensaios permitem comparar materiais e verificar se eles atendem aos requisitos de determinadas aplicações industriais.

Entre os ensaios mais utilizados estão:

· UL 94 (Underwriters Laboratories) – Avalia o comportamento de materiais plásticos diante da exposição à chama, classificando-os em categorias como HB, V-2, V-1 e V-0.

· TL 1010, FMVSS 302, NBR ISO 3795 – Avaliam a taxa/velocidade de queima do material.

· Índice de Oxigênio Limite (LOI – Limiting Oxygen Index) – Determina a concentração mínima de oxigênio necessária para sustentar a combustão do material.

· Ensaios de propagação de chama em cabos – Avaliam o comportamento de materiais utilizados em isolação elétrica.

· Ensaios de inflamabilidade em materiais de construção ou transporte – Utilizados para verificar requisitos de segurança específicos de cada setor.

Esses métodos ajudam a identificar não apenas se o material inflama, mas também como a chama se propaga e se ocorre formação de gotejamento de material fundido, que pode contribuir para a propagação do fogo.

02/04/2026

Desejamos uma Feliz Páscoa a todos os nossos clientes, colaboradores e parceiros! Que esta data seja marcada por renovação, alegria e bons momentos ao lado de quem faz a diferença em nossa caminhada. 🐣🍫✨

*Nenhum alimento foi desperdiçado para a gravação deste vídeo, foram utilizados itens fora do prazo de validade.

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