Auto Peças Brasil Catalá

Auto Peças Brasil Catalá Auto Peças de Carros Clássicos e Novos. Foi fundada em 1954, seu número de inscrição na Prefeitura Municipal de Piraju é 88. Muito Obrigado.

A loja BRASIL CATALÁ, é um empreendimento que leva o sobrenome dos fundadores da mesma, trata-se de uma das mais antigas loja de auto peças da região do Sudoeste Paulista. Em fins de 2015, novos sócios assumiram a marca e a loja. Nossa pretensão é não só reativá-la como uma das melhores lojas e marca da região, como também, atender a um público seleto de clientes, colecionadores de automóveis ANTI

GOS, além, da comercialização de peças, novas e usadas, a loja conta também, com um espaço que, comercializará a venda de veículos, motos e afins. Aos antigos e novos clientes agradecemos a preferência e fidelidade.

07/10/2024

Perguntas simples para eleitores que ainda têm dúvidas sobre qual candidato deve receber o seu voto !

1- Você concorda com a legalização do ab**to?
( ) Sim ( ) Não

2- Você concorda com a liberação das dr**as?
( ) Sim ( ) Não

3- Você concorda com a implantação da ideologia de gênero nas escolas?
( ) Sim ( ) Não

4- Você concorda com as regalias e benefícios que são dadas os presidiários no Brasil?
( ) Sim ( ) Não

5- Você concorda com a perseguição às igrejas?
( ) Sim ( ) Não

6- Você concorda com as Invasões de terras?
( ) Sim ( ) Não

7- Você concorda com o empréstimo/doação de dinheiro público para outros países?
( ) Sim ( ) Não

8- Você concorda com os benefícios e monopólio da Rede Globo?
( ) Sim ( ) Não

9- Você concorda com a forma como vinha sendo usada a Lei Rouanet?
( ) Sim ( ) Não

10- Você concorda que a urna eletrônica no Brasil é 100% Segura?
( ) Sim ( ) Não

11- Você concorda que o cidadão NÃO deve ter uma arma de fogo em casa para defender sua família e propriedade?
( ) Sim ( ) Não

12- Você concorda com o roubo de celular para que o assaltante possa tomar a sua cervejinha?
Sim ( ) Não ( )

13- Você concorda que professores usem a sala de aula para doutrinação política, lavagem cerebral esquerdista e pregação do Comunismo e ódio ao Capitalismo?
Sim ( ) Não ( )

14- Você concorda com a regulação (controle e censura) das redes sociais e que o Estado possa determinar o que você pode falar, ler, escrever, ouvir e assistir?
Sim ( ) Não ( )

15- Você concorda que menores NÃO possam ser punidos como adultos em caso de crimes como tráfico, roubo, estupro, sequestro e latrocínio?
Sim ( ) Não ( )

16- Você concorda com os que pedem o fim da Polícia Militar e das operações nos morros?
Sim ( ) Não ( )

17- Você concorda que o Estado possa confiscar bens e propriedades pra fazer caridade e assistencialismo?
Sim ( ) Não ( )

18- Você acha justo que haja cotas obrigatórias para negros e LGBTs em universidades, concursos e empresas?
Sim ( ) Não ( )

Se a maioria das suas respostas foi NÃO, então você não sofre de esquerdopatia grave ou de paralaxe cognitiva.

Parabéns, você tem grandes chances de ser um liberal na economia e conservador nos costumes.

Vote com consciência! Vote em quem pensa como você!

BOMBA LEIAM.Nos últimos dois anos, meus colegas e eu documentamos várias operações ilegais de agências do governo dos Es...
03/10/2024

BOMBA LEIAM.

Nos últimos dois anos, meus colegas e eu documentamos várias operações ilegais de agências do governo dos Estados Unidos, incluindo a Agência Central de Inteligência (CIA), o Federal Bureau of Investigation (FBI) e o Departamento de Segurança Interna (DHS).

Documentamos como a CIA, seus aliados e intermediários criaram a farsa do conluio de Donald Trump com a Rússia, organizaram esforços rigorosos para controlar a censura e a moderação de conteúdo no Twitter e em outras plataformas de rede social, e interferiram nas eleições de 2020 ao aprovar a publicação de uma carta de 51 ex-oficiais da CIA e de outras agências de inteligência que alegavam falsamente que havia provas de que a notícia do laptop de Hunter Biden era desinformação russa.

Relatamos a perseguição do FBI a delatores internos, sua investigação inadequada de uma suposta bomba no 6 de Janeiro e sua interferência ilegal nas eleições de 2020, espalhando desinformação e incentivando a censura sobre a notícia do laptop de Hunter Biden.

Finalmente, documentamos como o DHS, criado pelo Congresso americano após o 11 de Setembro para combater o terrorismo, conduziu várias operações para desinformar, exigir censura e interferir em eleições. Esses esforços envolveram membros atuais ou antigos do Departamento de Defesa dos EUA, do Ministério da Defesa britânico e da CIA. Mostramos que o DHS também criou as chamadas “parcerias público-privadas” com grupos de censura, como o Observatório da Internet de Stanford.

Agora, meus colegas e eu descobrimos que agências do governo dos EUA, incluindo o FBI e intermediários conhecidos da CIA, têm financiado a defesa da censura e aconselhado o governo brasileiro sobre como praticá-la.

Isso me afeta pessoalmente, pois o governo brasileiro está atualmente me perseguindo por expor sua censura ilegal e por denunciar sua transformação em uma ditadura. A Polícia Federal escreveu dois relatórios sobre meu suposto crime de publicar os Twitter Files Brasil, que expuseram a censura ilegal pelo governo. O governo de Lula seguiu com um relatório do Advogado-Geral, recomendando minha acusação.

Isso deveria ser importante não apenas para mim, mas para todos os americanos, pois é um abuso flagrante de poder pela administração Kamala Harris-Joe Biden e mais uma prova de que as chamadas agências do “Estado Profundo” (Deep State) dos EUA estão promovendo censura ilegal e outros ataques totalitários às liberdades fundamentais.

Seria impreciso concluir que o governo dos EUA é o único responsável pela repressão à liberdade de expressão no Brasil ou que Kamala Harris e Joe Biden estão supervisionando pessoalmente essas operações. Como a maior nação da América do Sul, grande exportador global de carne bovina e soja, e lar da maior parte da Floresta Amazônica, o Brasil não é facilmente controlado. O país estabelece sua política em relação à China, ao Oriente Médio e à Europa, frequentemente contrariando o consenso EUA-Europa e agindo mais como a Índia do que como outras nações menores da América Latina. E, no Brasil, é o Judiciário, não o Executivo (como é comum nos EUA, Canadá e outros países), que tem tomado a frente na aplicação da censura.

No entanto, qualquer envolvimento do governo dos EUA em censura em qualquer parte do mundo constitui interferência eleitoral estrangeira, e Harris e Biden são, em última análise, responsáveis pelas políticas e atividades das agências que supervisionam.

E muitas das diferenças entre a censura nos EUA e no Brasil são superficiais. Embora o Judiciário tenha realmente assumido um papel incomumente grande no Brasil em comparação com outras nações, alguns legisladores brasileiros e o presidente Lula buscaram, respectivamente, expandir radicalmente a censura governamental e perseguir jornalistas por meio da Advocacia-Geral da União.

Por fim, os grupos brasileiros financiados pelo governo dos EUA estão realizando atividades quase idênticas às dos defensores da censura nos Estados Unidos, Europa e nas nações da aliança de inteligência "Cinco Olhos" (Austrália, Canadá, Nova Zelândia, Reino Unido e EUA).

Essas atividades incluem a criação de uma histeria em torno de “fake news” e “desinformação”, sem qualquer base em pesquisas acadêmicas de alta qualidade ou outras, e o apoio a “checagens de fatos” supostamente neutras, que, na realidade, visam a desacreditar e censurar candidatos políticos populistas, particularmente o ex-presidente Jair Bolsonaro, seus apoiadores, jornalistas independentes e políticos independentes.

Esses grupos, muitos dos quais são financiados pela Open Society Foundations de George Soros, então coordenaram campanhas de pressão contra plataformas de rede social e anunciantes.

Em 5 de março de 2018, agentes do FBI e do Departamento de Justiça se reuniram com um conselho especial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) brasileiro para discutir esforços de combate às “fake news”. O TSE também implementou políticas de censura da “desinformação” sugeridas por várias ONGs financiadas pela USAID (Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional) e pelo Departamento de Estado. A National Science Foundation, apoiada pelo Congresso dos EUA, também concedeu subsídios para financiar “pesquisas” sobre o combate à “desinformação” no Brasil.

A administração Biden-Harris foi explícita em seu apoio às iniciativas de censura e “antidesinformação” no Brasil. Em 10 de fevereiro de 2023, o presidente Joe Biden se encontrou com o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, em Washington, D.C., onde ambos “condenaram o discurso de ódio e reafirmaram sua intenção de construir resiliência social contra a desinformação”.

E agora, um novo relatório escrito por meus colegas Phoebe Smith, Alex Gutentag, Eli Vieira (editor de Ideias da Gazeta do Povo) e David Ágape para minha organização sem fins lucrativos Civilization Works, anteriormente chamada Environmental Progress, revela que o Complexo Industrial de Censura do Brasil, uma rede de ONGs, checadores de fatos e atores estatais, recebe “instruções, treinamento e apoio financeiro de seus homólogos dos EUA”. Ao apoiar a censura no Brasil, o governo federal dos EUA e seus subsidiários têm se envolvido em intervenções externas impróprias, visando especif**amente eleições e políticas públicas.

“As entidades dos EUA envolvidas direta e indiretamente no Complexo Industrial de Censura do Brasil”, escrevem os autores do relatório, “incluem o Atlantic Council, o Congresso americano, o Federal Bureau of Investigation (FBI), o Fundo Nacional para a Democracia (NED), a National Science Foundation (NSF), o Departamento de Estado, a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), a Casa Branca e mais”.

Essas são organizações com raízes profundas e de longa data na CIA. Os ex-diretores da CIA David Petraeus, Robert Gates e James Woolsey estão no Conselho de Diretores do Atlantic Council, que é o think tank da OTAN e é financiado tanto pelo Pentágono quanto pelo Departamento de Estado. O Congresso dos EUA criou o Fundo Nacional para a Democracia (NED) para realizar publicamente e de forma ostensivamente legal o trabalho que a CIA costumava fazer. Muitos analistas referem-se ao NED como uma organização “de fachada” ou intermediária, feita para esconder o controle e o envolvimento da CIA. A CIA há muito tempo toma o controle ou cria organizações não governamentais falsas, incluindo empresas e sindicatos.

Dessa forma, os indícios são claros que o governo dos EUA e seus aliados têm exigido censura desde 2016 por medo de ver políticos populistas assumindo o poder e minando a ordem global. Esses altos funcionários do governo dos EUA no Departamento de Estado, CIA e outras agências de inteligência e segurança deixaram claro que veem a capacidade de controlar as redes sociais como um recurso indispensável para seu domínio sobre as sociedades ocidentais. Essas pessoas e organizações exigem incansavelmente a censura.

Expusemos vários de seus laços com a CIA, a OTAN e o Pentágono. Na medida em que responderam, o fizeram por meio de assassinato de reputação contra nós.

A mera quantidade de pessoas e instituições poderosas exigindo mais censura é assustadora. Essa lista agora inclui Bill Gates, George Soros, Biden, Harris, Tim Walz, Hillary Clinton, Barack Obama, a imprensa tradicional, o FBI, CIA, DHS, a União Europeia, o governo brasileiro e partidos governistas em todas as nações anglófonas da aliança “Cinco Olhos” que compartilham inteligência. Eles deixaram claro que estão desesperados para censurar a internet, e não estão mais escondendo isso. O ex-secretário de Estado, John Kerry, defendeu a censura no início desta semana. Gates produziu um documentário da Netflix para promover a censura, incluindo a participação de um suposto "ex"-oficial da CIA.

Em outras palavras, essas agências governamentais, atores do Deep State e filantropos engajados estão trabalhando com a grande mídia para normalizar e convencer o público a querer mais censura. Assim, estamos vivendo em um momento extremamente perigoso.

A boa notícia é que muitas pessoas estão acordando. Há algumas semanas, no 7 de Setembro, centenas de milhares de pessoas protestaram no Brasil em uma das maiores manifestações pela liberdade de expressão da história.

E agora, membros do Congresso americano estão exigindo o fim do financiamento à censura no Brasil. “A administração Biden-Harris tem usado programas de assistência externa dos EUA e outros meios para promover a censura no Brasil e reprimir a liberdade de expressão que seria protegida pela Constituição dos EUA aqui em casa”, disse o deputado Chris Smith. Smith é um membro sênior do Comitê de Relações Exteriores da Câmara, que presidiu uma audiência para examinar o totalitarismo incipiente no Brasil em maio passado.

O deputado Jim Jordan e a deputada María Elvira Salazar propuseram conjuntamente o Projeto de Lei de Proibição de Financiamento ou Aplicação de Censura no Exterior (HR 9850). O projeto pretende:

Proibir a assistência externa a entidades que promovam a censura de expressões que seriam protegidas nos Estados Unidos;
Proibir a assistência externa a entidades que apoiem as diretrizes de censura do governo brasileiro às empresas de internet dos EUA;
Proibir a cooperação de autoridades de segurança dos EUA com países estrangeiros para “causar, facilitar ou promover a censura online” de discursos políticos; e
Proibir a cooperação de autoridades de segurança dos EUA com as diretrizes de censura do governo brasileiro contra empresas de internet com sede nos Estados Unidos.
“O Comitê Judiciário da Câmara dos Estados Unidos e o Subcomitê Seleto sobre a Instrumentalização do Governo Federal descobriram como o FBI, sob a administração Biden-Harris, facilitou os pedidos de censura de um governo estrangeiro contra americanos”, disse o deputado Jordan. “Este projeto de lei é crucial para impedir que censores de governos estrangeiros usem o DOJ [Departamento de Justiça] ou o FBI para silenciar opiniões desfavorecidas.”

“Os Estados Unidos precisam defender os princípios de sua Constituição e apoiar seus cidadãos sempre que enfrentarem censura no exterior”, disse a deputada Salazar.

Sou profundamente grato a Smith, Jordan e Salazar por defenderem a liberdade de expressão no Brasil e no mundo. E, mesmo que você não se importe com o Brasil, todos devemos ser gratos a eles por exigirem responsabilidade de um Deep State fora de controle que está violando nossos direitos da Primeira Emenda e abusando de seus poderes, assim como o Deep State fez com a farsa do conluio com a Rússia, a censura nas redes sociais, a notícia do laptop de Hunter Biden, a interferência eleitoral do FBI e do DHS, a falsa bomba de 6 de Janeiro e outros escândalos.

Michael Shellenberger é editor-chefe do Public.News e colaborou com a Gazeta do Povo na publicação da série de reportagens “Twitter Files Brasil”.
Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/como-kamala-harris-e-joe-biden-estao-financiando-a-censura-no-brasil/?utm_source=salesforce&utm_medium=emkt&utm_campaign=newsletter-ideias&utm_content=ideias
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Michael Shellenberger resume relatório de equipe investigativa que revelou como o governo federal dos EUA financia a censura no Brasil.

13/09/2024
05/09/2024

SEM SACRIFICIO NÃO EXISTE LIBERDADE

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Por Rodrigo CONSTANTINO

"Aqueles que abrem mão da liberdade essencial por um pouco de segurança temporária não merecem nem liberdade nem segurança", disse Benjamin Franklin. A liberdade americana foi conquistada por gente como os "pais fundadores", dispostos a lutar contra o maior império do planeta em defesa de suas liberdades básicas. Deixaram o conforto de seus lares para liderar uma revolução redentora, e conseguiram.

Os maiores inimigos da liberdade são a covardia, a miopia, o imediatismo de quem busca um conforto do momento em troca de direitos naturais. Liberdade não é uma licença do Estado, um presente do imperador, um maná dos céus, mas sim algo que se conquista. Um povo acomodado e acovardado jamais será livre. Ao contrário: será facilmente subjugado pelos piores, pelos tiranos.

Após certo ponto a situação não tem mais volta. Estamos acelerando nessa direção. Então passou da hora de reagir com firmeza

Recebi hoje cedo uma mensagem de um grande empresário colega meu, dizendo que tem muito a perder no caso de um paralisação total do país, mas que não enxerga outra alternativa viável. Disse que prefere esse sacrifício a depois viver numa Venezuela da vida. Restaram poucos instrumentos legais ao povo brasileiro, e daí surgiu essa ideia.

Sua inspiração foram as guerras medievais, em que cidades eram fortif**adas, e uma estratégia comum era o cerco até que as pessoas lá dentro começassem a passar fome. O "invasor" vencia muitas vezes sem precisar disparar um só tiro ou flecha. Atualizando para a era moderna, o cerco tem que ser financeiro. Daí as sanções que são impostas a países tirânicos pelos países ocidentais.

Se o fluxo de capitais começar a minguar de verdade, se todos se derem conta de que o caminho brasileiro é o da desgraça venezuelana, então isso pode precipitar uma crise mais grave que sirva para um despertar geral. Ainda há muita gente, afinal, alienada, pois a água não bateu no seu bu**um, a economia segue patinando, e esse papo todo de liberdade de expressão parece distante de sua realidade.

A esquerda sempre adotou na oposição a estratégia do quanto pior, melhor. Patriotas não desejam jamais isso, pois amam seu país e seu povo mesmo quando a oposição está no poder. O problema é que não estamos numa situação normal. A alternância de poder está ameaçada. O sistema mostrou suas garras autoritárias. Alexandre de Moraes passou de qualquer limite e age como um ditador totalitário. É urgente reagir com toda força, ou será tarde demais.

Nesse contexto, uma greve geral pode fazer todo sentido sim. Se as pessoas pararem de consumir por um tempo o que for possível, se cada um cruzar os braços e se negar a colaborar com esse regime nefasto, se a oposição parlamentar tentar obstruir todas as pautas no Congresso, talvez o custo dos abusos supremos se torne alto demais para os "donos do poder". É a única chance que temos.

A direita representa cerca de metade da população, mas a metade produtiva, que carrega o país nas costas. Se essa multidão segurar seu consumo por um tempo, o impacto na economia será brutal e impossível de ser ignorado. Infelizmente, tem muita gente que só acorda quando a crise bate à sua porta. É a economia, estúpido, dizia um assessor de Clinton.

Trata-se de uma estratégia arriscada, claro, de um ato de desespero, sem dúvida. Mas o que mais temos? Uma imagem para o mundo, como quer Bolsonaro? A Venezuela já deu todas as imagens para o mundo, e segue sob uma ditadura assassina companheira do PT. Após certo ponto a situação não tem mais volta. Estamos acelerando nessa direção. Então passou da hora de reagir com firmeza.

Ou o sistema podre entrega a cabeça de Moraes, maior símbolo dos abusos cometidos, ou o país para e mergulha numa crise sem precedentes, que vai afetar muitos desses "donos do poder". Se vários empresários grandes lessem Ayn Rand poderiam compreender a importância dessa medida. É hora de os hospedeiros se negarem a continuar servindo esses parasitas!

As mensagens vazadas do gabinete do ministro Alexandre de Moraes são como aquilo que o gato enterra: quanto mais se mexe...
05/09/2024

As mensagens vazadas do gabinete do ministro Alexandre de Moraes são como aquilo que o gato enterra: quanto mais se mexe, mais fede. Desculpe o ditado, mas essa sabedoria popular se mostrou verdadeira novamente na última quarta-feira (04), com mais uma reportagem da Vaza Toga publicada pela Folha de S. Paulo, revelando como Moraes tentou influenciar até nas políticas internas do Twitter, em benefício próprio. Quando não conseguiu, decidiu "endurecer" as medidas judiciais contra a plataforma.

A nova leva de mensagens, em resumo, mostra conversas em um grupo de WhatsApp entre os juízes auxiliares de Moraes no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), além de outros assessores, em março de 2023, cinco meses após o fim das eleições presidenciais de 2022. Marco Antônio Vargas, juiz auxiliar de Moraes no TSE, trouxe ao grupo a postagem de uma mulher criticando o ministro, provavelmente a pedido de Moraes, como já ocorrido em outros casos.

"A mensagem dizia: ‘Foi o Tribunal Internacional. O Mula, Xandão e esse governo usurpador estão sendo acusados de crimes contra a humanidade (prisões ilegais, tortura, campos de concentração, mortes, etc.)’". A pergunta que surge é: “Por que um ministro do Supremo se preocuparia com uma postagem dessas?” Ego, vaidade, crueldade e necessidade de controle podem ser hipóteses, mas o fato é que Moraes não gostou, e sua equipe quis derrubar o conteúdo.

Uma pessoa comum, ao se sentir ofendida por um post, contrataria um advogado e acionaria a justiça de primeira instância para pedir responsabilização civil e criminal do ofensor. Moraes, no entanto, queria que o Twitter não apenas removesse aquela publicação, mas todas as semelhantes. E, pior ainda, queria que a censura fosse apresentada como uma ação a partir das próprias regras do Twitter, não como um pedido extraoficial do TSE.

A equipe de Moraes sabia que interferir nas políticas do Twitter seria difícil, especialmente após a compra da plataforma por Elon Musk. Por isso, marcaram uma reunião com um representante da rede social. "Vou tentar o seguinte, nesta ordem: 1) que removam o conteúdo e se comprometam a remover outros semelhantes, sempre que acionarmos pelo sistema de alertas; ou 2) que ao menos removam este imediatamente, enquanto discutimos ajustes nas políticas (numa reunião com o senhor)", disse um assessor ao juiz Vargas, que respondeu: "Perfeito".

E, pior ainda, queria que a censura fosse apresentada como uma ação a partir das próprias regras do Twitter, não como um pedido extraoficial do TSE

A reunião, porém, foi um verdadeiro choque para Moraes e sua equipe. A resposta de Musk e sua equipe foi impecável e épica, destacando os erros nos pedidos extraoficiais e reforçando o compromisso com a liberdade de expressão. Aqui estão os cinco pontos principais da resposta:

1. O representante do Twitter destacou que não estavam mais no período eleitoral, encerrado cinco meses antes, e que não haveria tratamento especial para o TSE. Ou seja: sem privilégios. Isso foi um golpe direto à equipe de Moraes.

2. A plataforma, sob a liderança de Musk, priorizaria a proteção da segurança, não da "verdade". A posição do Twitter é perfeita, já que em uma democracia a liberdade de expressão protege até mesmo as mentiras e discursos incômodos, desde que não ameacem a segurança das pessoas.

3. A tentativa de Moraes de usar o "risco à democracia" como justif**ativa foi rechaçada, pois a liberdade de criticar autoridades não pode ser vista como um perigo à democracia.

4. O Twitter esclareceu que só removeria conteúdos com ordem judicial, seguindo a legislação brasileira, e não por solicitações extraoficiais do TSE.

5. A nova política de combate à desinformação do Twitter é através das notas da comunidade, e não pela censura, reafirmando que a resposta para desinformação é mais informação, não menos.

Diante dessa resposta, a reação de Moraes foi clara: "Então vamos endurecer com eles. Prepare relatórios e mande para o inquérito das fake news. Vou mandar tirar sob pena de multa". O juiz Vargas respondeu: "Resolvido. Vamos caprichar no relatório para esse fim".

Entendeu, leitor? Ele já decidiu o que fará, faltando apenas os relatórios que ele mesmo encomendou para fundamentar sua decisão.

Agora, após tantos abusos e autoritarismos, é hora de os brasileiros darem uma resposta e mostrarem ao ministro e seus executores de ordens que também sabem “caprichar”. A hora é agora de tomarmos as ruas no próximo sábado, dia 7 de setembro, nas manifestações por todo o país pelo impeachment de Alexandre de Moraes e em defesa do Estado Democrático de Direito.

Eu estarei lá, na Avenida Paulista, lutando pelas nossas liberdades e pelo futuro do Brasil. Você está mais do que convidado: está convocado para lutar por justiça, liberdade e pela verdadeira democracia, não a “democracia” de Moraes que se tornou apenas uma palavra bonita que serve de pretexto para a censura e o arbítrio.

Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/deltan-dallagnol/moraes-retaliou-contra-musk-depois-do-twitter-dizer-essas-5-coisas/?utm_source=salesforce&utm_medium=emkt&utm_campaign=newsletter-politica-nacional&utm_content=politica-nacional
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Deltan Dallagnol escreve sobre as posições adotadas pelo antigo Twitter que desagradaram o ministro do STF.

VAMOS FAZENDO O "L"Contas PúblicasGoverno envia projeto que propõe aumento de dois impostos para equilibrar orçamentoPor...
02/09/2024

VAMOS FAZENDO O "L"

Contas Públicas
Governo envia projeto que propõe aumento de dois impostos para equilibrar orçamento

Por
Rose Amantéa
Brasília
30/08/2024 19:43
28

Projeto prevê aumento de alíquotas de CSSL e IRRF| Foto: Fernando Jasper/Gazeta do Povo
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O Poder Executivo enviou ao Congresso nesta sexta-feira (30) um projeto que eleva as alíquotas da Contribuição Social Sobre Lucro (CSSL) e do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) incidente sobre os Juros Sobre Capital Próprio (JCP) das empresas.

De acordo com o PL 3394, no caso da CSSL, a alíquota passa de 15% para 16% sobre pessoas jurídicas de seguros privados, de capitalização e algumas outras instituições financeiras.

Além disso, aumenta de 20% para 22% a alíquota sobre bancos, e de 9% para 10% para as demais pessoas jurídicas. O aumento só teria vigência durante o exercício de 2025.

No caso do IRRF, o texto prevê o aumento da alíquota incidente sobre JCP de 15% para 20%, sem prazo determinado.

A intenção do governo é somar R$ 20,9 bilhões às receitas em 2025 no Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) do ano que vem, que deve ser enviado ao Congresso até 31 de agosto.

Desse total, R$ 14,9 bilhões viriam das alterações na CSLL, e R$ 6,0 bilhões das mudanças no IRRF.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, já havia sinalizado com o aumento da CSSL como forma de compensar o fim da desoneração da folha de pagamentos dos 17 setores.

Mas a ideia inicial era criar um gatilho. O aumento só seria autorizado caso as medidas de compensação da perda de arrecadação com a desoneração propostas pelo Senado não atingissem o valor estimado de R$ 17 bilhões.

Como a alteração na CSLL teria vigência apenas durante 2025, a arrecadação com a medida cairia para um valor residual de R$ 1,35 bilhão em 2026, sem serem projetadas entradas para o período posterior. A mudança na tributação do JCP renderia R$ 4,99 bilhões em 2026 e R$ 5,28 bilhões em 2027.

Para Felipe Salto, da Warren Renna, caso seja aprovado e as medidas arrecadem o esperado, a receita líquida chegará a R$ 2.267,9 bilhões no ano que vem, após as transferências constitucionais.

Além disso, o governo prevê o corte de R$ 25,9 bilhões em despesas, num "pente-fino" dos programas sociais. Com isso, os gastos totais do Governo Central somariam R$ 2.327,5 bilhões, consolidando um um déficit primário seria de R$ 59,6 bilhões, menor que o estimado inicialmente pela Warren, de R$ 104,2 bilhões.

“Isso permitiria o atingimento do limite inferior da meta fiscal em 2025, considerando os parâmetros do PLDO: precatórios excedentes ao teto de R$ 39,9 bilhões e banda de tolerância de R$ 31,0 bilhões”, afirma.

Para o consultor, no entanto, há dois entraves. O primeiro de ordem política, uma vez que propostas semelhantes quanto à arrecadação já foram recusadas pelos congressistas. “O outro é o aspecto técnico, se refere à efetividade dessas medidas para incrementar o resultado primário na magnitude esperada.
Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/economia/governo-envia-projeto-que-propoe-aumento-de-dois-impostos-para-equilibrar-orcamento/?utm_source=salesforce&utm_medium=emkt&utm_campaign=newsletter-economia&utm_content=economia
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Novo projeto propõe aumento das alíquotas de CSSL e imposto de renda retido na fonte sobre juros sobre capital próprio,

02/09/2024

Ótima analise e matéria, vale a pena ler, refletir e quem sabe COMPARTILHAR.

J. R. GUZZO- 30 ago 2024

“Marçal e os outros”

“Seja qual for o resultado da eleição municipal de São Paulo, o tapa na cara da política brasileira já está dado”

“Esqueça por um instante quem é Pablo Marçal, quais são os motivos de sua briga com Jair Bolsonaro & Família e o que ele tem a ver com o governo, o centrão, as oposições, o STF e o resto do elenco. Esqueça quais são as suas credenciais, ou a ausência delas — mesmo porque até pouco tempo atrás muita gente, e provavelmente você mesmo, nunca tinha ouvido falar dele. Esqueça até o seu currículo, ou se ele é bom, médio, ruim, péssimo, ou nenhuma dessas coisas.

O que de fato interessa, e praticamente não se discute, é o seguinte: como e por que um cidadão que até três meses não existia no mundo político do Brasil, nunca teve um cargo público na vida, não está num partido de verdade e não conta com um único minuto no programa eleitoral na televisão tornou-se o candidato mais falado à prefeitura da maior, mais rica e mais importante cidade do Brasil.

Pablo Marçal, por tudo que ensina a sabedoria concentrada dos analistas políticos brasileiros, não deveria existir. Mas existe.

A Revista Oeste, que a cada semana faz um esforço danado para manter os seus leitores a par do que acontece na vida política, chegou à sua edição 231 sem publicar uma única matéria sobre Marçal.

Saiu alguma coisa no noticiário recente do site — mas antes disso, para falar francamente, nada.

As classes que se acreditam civilizadas nunca tiveram a menor ideia de quem ele fosse.

Em Brasília, no arco que vai dos Liras aos Pachecos, dos gatos gordos dos 37 ministérios de Lula aos gatos gordos do alto Judiciário, Marçal era um triplo zero até agora.

A mídia também não sabia da sua existência — e quando soube, semanas atrás, entrou imediatamente num acesso histérico de denúncias contra ele. O fato, em suma, é que ninguém viu nada.

É chato, mas é isso. Marçal, que não era nada, é hoje um dos três candidatos mais cotados nas pesquisas para ganhar a eleição de prefeito em São Paulo.

Pode até já estar em primeiro lugar na disputa — e daqui à eleição, apanhando dos adversários e da mídia do jeito que apanha, tem tempo para crescer mais ainda.

Deveria ser o contrário. Com o fogo inimigo que tem tomado por causa do que fez no passado, faz no presente e pode fazer no futuro, era para estar morto e enterrado.

Mas, quanto piores são as acusações, quanto mais os outros se juntam para atirar nele e quanto pior f**a a sua fama, mais ele cresce.

Eis aí, justamente, um dos problemas mais enjoados com Marçal: seus eleitores, até agora, estão pouco se lixando para o que falam dele. Há acusações de convívio com PCC, fraude bancária na sua juventude, condenações penais prescritas, o diabo. Não adianta nada — em vez de descer, ele sobe.

O que mais chama atenção nisso tudo é um fato inaceitável perante as doutrinas, as convicções e o mindset de todos os que acreditam entender de política: um número grande demais de eleitores paulistanos quer votar num candidato como Pablo Marçal.

Há anos o mundo político constrói castelos com suas candidaturas e “engenharias políticas” para ganhar a prefeitura da capital econômica do Brasil.

Os jornalistas especializados, e os especialistas ouvidos pelos jornalistas, fazem análises.

As mesas redondas explicam por A + B que está acontecendo isso e aquilo.

Mas não contavam, nenhum deles, com as curvas da vida real do Brasil de hoje — há muito mais gente querendo ver Marçal como prefeito de São Paulo do que interessada em ouvir os jornalistas, e especialistas, e analistas.

O resultado é que o mundo das ideias permitidas, esse mesmo que passa a vida dizendo que não há solução fora da experiência, do jogo de cintura e da sabedoria final dos “políticos”, começa a entrar num estado de pré-pânico.

A Justiça Eleitoral, por exemplo, já começou a ser Justiça Eleitoral. Pablo Marçal, até outro dia, tinha 13 milhões de seguidores no Instagram — o mesmo que Lula, que é presidente da República e está na política há mais de 40 anos.

É o tipo de coisa que deixa o ministro Alexandre de Moraes fora de si, caso o dono dessa fortuna digital não seja de “esquerda” — e Marçal é o oposto disso.

Pior ainda, sabe usar suas redes melhor que os adversários. O TRE de São Paulo, naturalmente, já bloqueou os seus perfis, por “abuso de poder econômico” na turbinagem da sua audiência.

Não está claro quanto isso vai ser útil para os propósitos do TRE e dos adversários moderados-centristas-equilibrados de Marçal.

Em quatro dias, conseguiu atrair mais de 3 milhões de fãs para os novos perfis que criou — e é rede social que conta para ele, não horário eleitoral na televisão.

Vai ser preciso derrubar seus perfis de novo, para impedir que Marçal se comunique com a massa até a eleição — ou cassar o registro da candidatura, para resolver o problema logo de uma vez.

É a jurisprudência do “perigo de gol” em vigor hoje em dia no sistema judiciário do Brasil.

Esse ou aquele candidato ameaça ganhar a eleição? Então ele f**a proibido de concorrer.

Vira “inelegível”, como os candidatos da oposição na Justiça da Venezuela — e um certo candidato no Brasil.

Marçal com certeza está a perigo. Insulta os adversários, faz acusações sem prova, chama para a briga e chuta o balde em geral, numa espécie de programa de auditório do tipo “vale-tudo”.

Outros também fazem isso. Mas o TRE está atrás de Marçal, não dos outros.

Seja qual for o resultado da eleição municipal de São Paulo, o tapa na cara da política brasileira já está dado.

Enquanto os demais candidatos e seus padroeiros olham para Marçal e gritam “perigo”, um número cada vez maior de eleitores responde: “O perigo são vocês”.

Alguma coisa está profundamente errada, sem dúvida, quando um estreante na vida pública, sem exibir qualquer programa coerente para qualquer das questões vitais de uma cidade com 12 milhões de habitantes e PIB por volta de R$ 1 trilhão, chega aonde ele chegou.

O recado do paulistano, aí, pode ser perturbador: “E os programas de vocês todos, candidatos da boa ordem — valem o quê? Quando valeram alguma coisa?” O eleitor de São Paulo parece ter uma percepção e uma certeza. A percepção é que a cidade está um lixo. A certeza é que não foi Marçal que criou esse lixo. Por que, então, ele seria pior que os outros?

O fato é que a candidatura de Pablo Marçal expõe, mais uma vez, toda a fragilidade da geringonça amarrada com barbante que é o mundo político no Brasil.

Isso aqui, segundo o STF e outros tantos, é uma democracia — mas não pode funcionar como democracia, pois nesse caso o povo vai votar em quem quiser nas eleições.

E se o povo quiser um candidato como Marçal? Já quis votar em Jair Bolsonaro, seis anos atrás, e o “problema Bolsonaro” continua até hoje. Ele já governou, já saiu do governo, está proibido de se candidatar até 2030, tem processo até por cartão de vacina — e a coisa não resolve.

Acabou se transformando na prioridade política mais neurótica que um governo brasileiro já teve na História recente.

Não é só o governo. O STF, o MP, a esquerda, a “sociedade civil”, a mídia e todas as esquadras do “processo civilizatório” têm a ideia fixa de que o país tem de liquidar Bolsonaro e o “bolsonarismo” para sobreviver. E o que adiantou?

Bolsonaro ainda nem saiu, tanto que a guerra contra ele continua a toda, e um Pablo Marçal já entrou. Ele e o ex-presidente são figuras diferentes, em situações diferentes e com perspectivas diferentes; é muito possível que depois das eleições o pesadelo da hora para o Brasil tido por si mesmo como “progressista” suma da área e volte a cuidar da própria vida.

Mas são duas partes da mesma carta de baralho. Pode ser um, pode ser outro e pode ser um terceiro, ou um quarto, e assim por diante.

Não existe, na verdade, um “bolsonarismo” e muito menos um “marçalismo”, com ideário, programas e estatutos.

O que existe, e não irá embora, é a aversão fundamental a Lula, PT, STF, invasão de terra, ameaça à propriedade, crime imposto, governo, vadiagem, Brasília. É o que se chama hoje de direita — na verdade, o Brasil que é contra isso tudo.

O eleitor que vive neste Brasil não quer nada do que a esquerda, os intelectuais e os trapaceiros da vida política têm a oferecer.

Não quer os programas sociais de Lula — quer um carro novo.

Não está interessado nas esmolas do Bolsa Família, nem nas bugigangas que o centrão distribui para comprar voto.

Quer prosperidade material, e não ideias.

Quer mais dinheiro no bolso, quanto mais melhor, mais trabalho e uma vida mais cômoda.

Não gosta de bandido, de dr**as e de promiscuidade.

Gosta de Deus, pátria e família.

Pensa mais nos seus interesses do que nas teses que ouve.

Prefere ser solidário com quem conhece a dar dinheiro para o governo fazer o bem.

Não acha uma coisinha sem importância quando lhe roubam o celular, a moto e o cartão do banco.

Acha que personagens como Marçal vão resolver esses problemas? Não vem realmente ao caso. O que não acredita é que os outros resolvam.

Pablo Marçal não é um acidente. Ao contrário, é o resultado inevitável da falência generalizada da política brasileira.

Se a cidade de São Paulo chegou a uma situação em que Marçal passa a ser um risco, vale a pena pensar um pouco no seguinte: por que tanta gente está achando que os seus adversários são um risco ainda maior?

A realidade mostra que o candidato improvável foi criado pela cumplicidade dos políticos com a cracolândia, a expropriação do espaço público em favor da minoria que mora na rua e a nulidade quase absoluta de uma administração municipal atrás da outra.

É fruto de uma mídia que trata os criminosos como vítimas sociais, de uma Justiça que solta traf**antes de droga e lhes devolve os iates e da constatação de que o Brasil, um dos países mais corruptos do mundo, não tem um único corrupto na cadeia.

Mais que tudo, é o retrato de um país que está exausto.”

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