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MAN Truck & Bus México cresce 40% no mercado de ônibusResponsável pela fabricação e comercialização de caminhões e ônibu...
07/07/2014

MAN Truck & Bus México cresce 40% no mercado de ônibus

Responsável pela fabricação e comercialização de caminhões e ônibus das marcas Volkswagen e MAN no México, a MAN Truck & Bus México alcança crescimento de 40% no mercado de ônibus. A montadora saltou de 9% para 13% nos últimos cinco meses de 2014, em comparação ao mesmo período do ano passado. Além disso, a empresa, considerada a terceira maior em toda indústria de ônibus do México, é a líder no segmento de micro-ônibus, com 63% de participação, com veículos de oito e nove toneladas (classes 5 e 6).

“Este marco comprova a confiança que os clientes depositam nas marcas Volkswagen e MAN. Temos uma gama de produtos muito abrangente no México, com veículos com motores dianteiros e traseiros, dando opções de tecnologia a praticamente todos os segmentos. Além disso, baixo custo e robustez são características marcantes e que fazem diferente ao consumidor final”, destaca Ricardo Albuquerque, gerente de Vendas Internacionais da MAN Latin America

Um dos novos produtos que impulsionaram o crescimento da montadora mexicana é o modelo 15.190 OD (classes 7 e 8), que já se tornou um dos veículos mais vendidos do mercado. Também são destaques os Volksbus 8.150 OD e 9.150 OD, que já conquistaram a preferência dos clientes em todo o país. Somente este segmento foi responsável pela venda de 3.700 unidades no ano passado, o que representa 47% de todo mercado.

A fábrica da MAN Latin America no México está localizada na cidade de Querétaro e é responsável pela montagem de chassis Volksbus 8.150 OD, 9.150 OD, 15.190 OD e 17.230 OD, equipados com motor dianteiro, e os modelos 17.280 OT e 18.330 OT, ambos equipados com motor traseiro. Além disso, são montados os caminhões da linha Constellation 17.280 e 24.280, assim como o modelo Worker 15.190. Na linha MAN, são fabricados os chassis de ônibus R39, em suas versões equipadas com motores MAN de 360 a 480 cavalos de potência.

Os 20 modelos de caminhões mais roubados no início deste anoO Hyundai HR foi o modelo de caminhão mais roubado nos quatr...
04/07/2014

Os 20 modelos de caminhões mais roubados no início deste ano

O Hyundai HR foi o modelo de caminhão mais roubado nos quatro primeiros meses de 2014 no Brasil, de acordo com dados do Grupo Tracker, maior empresa de rastreamento e monitoramento do país, com cobertura nacional e internacional. Em segundo lugar aparece o Ford Cargo, seguido pelo Mercedes Benz Axor. Dois modelos da Iveco (Daily e Stralis) aparecem respectivamente em 4º e 5º lugares. O levantamento foi feito em virtude da participação da empresa na 16ª Transposul – Feira e Congresso de Transporte e Logística – que vai acontecer entre os dias 15 e 17 de julho, no Centro de Eventos da Fiergs, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

Em 2013, os três modelos mais visados pelos bandidos eram os mesmos, mas em outra ordem: Mercedes Benz Axor em primeiro, Hyundai HR em segundo e Ford Cargo. (A lista dos 20 primeiros colocados em 2013 e 2014 está abaixo).

O Grupo Tracker é a única empresa do mercado que possui soluções para rastreamento em casos de roubo ou furto, baseado na tecnologia de radiofrequência – imune à ação dos jammers – e também soluções para monitoramento e gerenciamento logístico, baseados na tecnologia GPS/GPRS.

A empresa levará para a Transposul um dos seus principais produtos, específico para rastreamento de carga (Tracker Carga), com tecnologia de radiofrequência e bateria autônoma, capaz de localizar cargas roubadas mesmo dentro de caixas, baús e depósitos fechados. “Caso uma carga roubada tenha sido escondida em um edifício, nós não só localizamos o andar como também chegaremos até o apartamento ou sala onde tal carga foi armazenada. Este é um exemplo de eficiência deste produto”, explica o gerente de Produtos do Grupo Tracker, Marcelo Orsi.

Já o Tracker Carreta é o único dispositivo do mercado voltado exclusivamente para carretas, já que a maioria dos roubos de carga no país é feita com a troca do “cavalo”. Para que a atuação seja eficiente, o produto possui uma bateria autônoma, com duração de 12 meses.

O Tracker Log, com radiofrequência e GPS/GPRS embarcados, permite monitorar e gerenciar todo o sistema de transporte e logística em 360°, atendendo desde o próprio motorista, até Transportadores, Embarcadores e Gerenciadoras de Risco. O produto ainda permite agrupar veículos para facilitar a criação de regras e visualização no mapa, controle e administração de percursos ou áreas e a emissão de relatórios gerenciais. Possui também acelerômetro, antena interna ou externa, bateria backup, oferece alerta via e-mail e SMS, integração para Smartphone (Android, Blackberry e Iphone), agenda de manutenção (pneu e óleo), perfil de motorista, possibilidades para criação de novos usuários com acessos diferenciados, emite relatórios específicos de telemetria, hábitos de condução e gerenciamento de frotas. Permite a configuração de cercas, controle de velocidade, áreas restritas, alertas e POI – Pontos de Interesse.

Os dispositivos do Grupo Tracker possuem cobertura em todo o território nacional. Além disso, produtos que utilizam a radiofrequência podem ser localizados até mesmo nos países vizinhos, como Colômbia, Venezuela, Uruguai, Paraguai, Argentina ou Bolívia.

Em 14 anos de atividade, já recuperou mais de 30 mil veículos, evitando um prejuízo de cerca de R$ 2,3 bilhões. A tecnologia utilizada nos rastreadores da Tracker é a radiofrequência, considerada a melhor solução para roubo e furto e imune à ação de inibidores de sinais – jammers. Também oferece produtos baseados no GPS/GPRS indicados para monitoramento e gestão de frotas.

Caminhões ECONFORT da Mercedes-Benz ganham destaque na Festa do Caminhoneiro de Iconha  A Mercedes-Benz coloca novamente...
03/07/2014

Caminhões ECONFORT da Mercedes-Benz ganham destaque na Festa do Caminhoneiro de Iconha

A Mercedes-Benz coloca novamente em evidência para os motoristas o conceito ECONFORT (Economia+Conforto+Força/Desempenho), filosofia de desenvolvimento que resulta num maior valor agregado aos caminhões da marca. Esta recente novidade é a principal atração em seu estande na 17ª Festa do Caminhoneiro de Iconha, no Espírito Santo, a 90 km da capital Vitória. Realizado este ano entre os dias 3 e 6 de julho, este é um dos mais tradicionais eventos para motoristas e suas famílias, tendo se tornado também atração turística desta cidade do sul do estado capixaba.

Organizada pela ASCAMES – Associação dos Caminhoneiros do Sul do Espírito Santo, a festa é realizada na própria sede da entidade, às margens da Rodovia BR 101, km 373, numa área de 100.000 metros quadrados. Matéria completa: http://goo.gl/t0oWi7

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02/07/2014

LANTERNA TRASEIRA SCANIA 112/143 COM VIGIA

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Falta de motoristas qualificados para transportar a safra de MS preocupaO início da colheita do milho safrinha, em Mato ...
01/07/2014

Falta de motoristas qualificados para transportar a safra de MS preocupa

O início da colheita do milho safrinha, em Mato Grosso do Sul, deixou os agricultores em alerta. Eles estão com medo de faltar transporte pra levar os grãos até os portos porque não há motoristas suficientes para operar os veículos de carga.

A família de Felipe Fernandes cultiva soja e milho. Parte da produção é estocada em um armazém em Sidrolândia com capacidade para 46 mil toneladas, que também recebe grãos de outros agricultores da região.

A maior parte do estoque é de soja do último ciclo. O pouco do milho que sobrou, já deve ser comercializado nos próximos dias porque com a chegada da safrinha é preciso espaço para receber a produção. A época é de muita movimentação dentro e fora do armazém.

A saca de 60 quilos do milho safrinha está sendo vendida, na região, por R$ 17. Com o início de um novo ciclo, um velho problema volta a preocupar os produtores: escoar a safra de grãos até os portos.

Um dos principais problemas de transporte no setor agrícola é a falta de motoristas qualificados. Em uma transportadora, por exemplo, seis veículos estão parados por falta de profissionais.

Alguns caminhões estão parados há quase seis meses e para atender a demanda, como não encontra profissionais preparados, o empresário Irineu Vobete precisou terceirizar o serviço.

De acordo com o Sindicato das Empresas de Transporte e Logísticas do Estado, faltam mais de 4 mil motoristas especializados para o transporte de cargas no estado, desse total, 50% só no setor agrícola.

A falta de profissionais influencia diretamente no aumento do preço do frete. "A gente estima um aumento de custo entre 5% e 8% devido a esta falta de motoristas e problemas estruturais", explica Cláudio Cavol, presidente do Sindicato das Empresas de Transporte/MS.

14 dicas para evitar roubos e furtos de cargasO número de roubos e furtos de cargas subiu de aproximadamente 2.500 em 19...
30/06/2014

14 dicas para evitar roubos e furtos de cargas

O número de roubos e furtos de cargas subiu de aproximadamente 2.500 em 1994 para mais de 32.000 em 2013, segundo um estudo realizado pela GRISTEC (Associação Brasileira das Empresas de Gerenciamento de Risco e de Tecnologia de Rastreamento e Monitoramento). Por isso, a associação elencou 14 dicas de prevenção para motoristas de caminhões. Confira a lista:

1) Ao receber sinal de estranhos, não pare e nem dê carona;

2) Ao sair da transportadora ou da empresa, procure o caminho mais rápido para pegar a estrada;

3) Aproveite que o caminhão ficou vazio e faça uma revisão, verificando novamente os pneus, a parte mecânica, elétrica etc.

4) Caso seja abordado por assaltantes armados, não reaja.

5) Dormir num lugar que você não conhece é sempre um perigo. Procure o estacionamento de um posto de gasolina ou pare perto de um posto de Policiamento Rodoviário;

6) Evite deixar o veículo aberto ou a chave no contato;

7) Fique atento ao desembarque da carga. Confirme se a carga está em ordem e entregue a documentação;

8) Instale sistema de alarme e segurança. Faça seguro total (roubo, incêndio).

9) Nas paradas para refeição, abastecimento ou manutenção, não comente com ninguém sobre a sua carga, nem para onde você está indo;

10) Nunca deixe documentos ou objetos de valor expostos dentro do veículo;

11) Procure estacionar o caminhão em locais apropriados e bem iluminados;

12) Quando estiver chegando ao destino, antes de entrar na cidade, verifique o horário e calcule bem se haverá tempo para entregar a carga no mesmo dia.

13) Se não for possível, vá dormir em um estacionamento seguro, de preferência com segurança armado;

14) Se acontecer algum problema com o seu caminhão, faça o possível para chegar até um posto de Policiamento Rodoviário. Evite ficar parado em lugar deserto.

Pior colocação em estudo de saúde para profissional do transporteNo dia 30 de junho comemora-se o Dia do Caminhoneiro, p...
27/06/2014

Pior colocação em estudo de saúde para profissional do transporte

No dia 30 de junho comemora-se o Dia do Caminhoneiro, profissão que enfrenta inúmeros obstáculos no dia a dia, como as más condições das estradas, a pressão pela entrega da carga em tempo curto e a jornada excessiva de trabalho. A rotina problemática, no entanto, também é verificada de forma semelhante em outras ocupações do ramo de Transportes (aéreo, aquaviário e terrestre) e, por isso, a SulAmérica concluiu em estudo de saúde compreendendo dez ramos de atividade econômica, com mais de 40 mil segurados de 240 empresas, em dez capitais brasileiras, que os trabalhadores do setor apresentam o maior número de distúrbios.

Para o ramo de Transportes foram entrevistadas 2.735 pessoas de 30 a 39 anos, de 14 empresas diferentes. O resultado foi preocupante: a atividade concentrou o maior número de índices críticos, somando posições negativas em sete indicadores (IMC; Glicemia; Colesterol Total; Tabagismo; Consumo de Álcool; Infarto/AVC; e Escore de Framingham). Dos pontos negativos, o destaque ficou para o Colesterol Alto, verificado em 15% dos perfis analisados.

As incidências de sobrepeso e obesidade também estão muito presentes na vida dos segurados da carreira de Transportes, com variação entre 49,8% e 63,4%, acima do percentual de 51 pontos estimados pelo Ministério da Saúde. Já os índices de Sedentarismo alcançaram elevadas taxas em todas as áreas, entre 54,6% a 69,5%, o que indica que mais de 50% da população pesquisada não pratica exercícios ou o faz eventualmente, estatística 20% superior ao dado mundial.

“Esse resultado pode ser atribuído, em grande medida, aos reflexos das condições de trabalho dos motoristas profissionais, que costumam passar longos períodos longe da família e em solidão, dormindo poucas horas por dia quando viajam. Falta de infraestrutura rodoviária e estímulos pecuniários para a diminuição do tempo de entrega da mercadoria, muitas vezes envolvendo cargas perigosas, são fatores que também contribuem para o desencadeamento de alterações das condições de saúde do indivíduo, explica o superintendente de Gestão de Saúde, Gentil Alves.

Por outro lado, a categoria apresentou taxa de Estresse Moderado ou Alto de 29,5%, o segundo nível mais baixos do quesito dentre todas as atividades econômicas.

A pesquisa considerou mais de 15 variáveis como Pressão Arterial; Consumo de Álcool; Sedentarismo; Prevenção de Câncer; Estresse; Tabagismo; Glicemia; Colesterol Alto; IMC; entre outras. Os resultados foram divididos por Transporte; Atividades Profissionais; Comércio; Indústria da Transformação; Atividades Administrativas; Atividades Financeiras; Construção; Informação e Comunicação; Saúde; e Outros Serviços (associações e sindicatos ligados à cultura, arte e política).

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26/06/2014

Roda Disco S/ Camara 22,5x8,25

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Usado e raroO mercado de usados, existem modelos de caminhões que são verdadeiras raridades, por dois motivos principais...
25/06/2014

Usado e raro

O mercado de usados, existem modelos de caminhões que são verdadeiras raridades, por dois motivos principais: são modelos com poucas unidades produzidas ou são veículos extremamente eficientes, e obviamente, nenhum proprietário quer se desfazer deles.

O Scania G 380 está se tornando uma das raridades dessa categoria justamente por se enquadrar na segunda hipótese – quem tem não quer vender. O caminhão é um modelo intermediário entre as cabines P (mais direcionadas às aplicações vocacionais, como construção ou curtas distâncias rodoviárias) e a R (de perfil rodoviário para longas distâncias e que carrega maior nível de sofisticação).

Segundo o gerente de negócios do programa Superzerado da Scania, Irapuã Bezerra, esse é um modelo de entrada da família G, já que possui a menor motorização (380 cv de potência) preferida dos transportadores e que está ficando cada vez mais rara de ser encontrada, já que a indústria de caminhões está priorizando a produção de motores com potências superiores a 400 cv. “O G 380 é um caminhão que todo concessionário gostaria de ter disponível para venda. É muito procurado, mas quem tem não quer vender”, afirma o responsável pelo programa da Scania que revende veículos usados.

A reportagem da TRANSPORTE MUNDIAL entrou em contato com dez grandes concessionárias independentes de seminovos no Estado de São Paulo. Nenhuma loja tinha o caminhão disponível para venda no dia do contato e, unanimimente, afirmaram que o modelo tem saída realmente muito rápida, quando comparado a outros veículos de aplicações rodoviária, o que significa que o G 380 é uma ótima ferramenta para negociação.

De acordo com Robson Bortolotto, gerente de vendas da Brasil Caminhões, o modelo é muito bem quisto pelo mercado: “Neste momento, não temos o G 380 para venda. Temos outras versões, como o G 420 e o R 440. O ano passado tínhamos três unidades para comercialização. Mas foram vendidas muito rápido”, afirma o vendedor.

Versátil, imponente e ainda bem valorizado no mercado, o Scania G 380 realmente precisa ser levado em consideração por quem está procurando eficiência com capacidade intermediária de potência, principal atributo do caminhão.

Mas os revendedores alertam para a motorização do modelo. Isso porque há duas versões rodando atualmente no Brasil: com motor de 11 litros e 12 litros. O especialista em veículos usados do Superzerado explica que o G 380 teve a litragem da motorização aumentada a partir de 2010, com o lançamento de uma nova plataforma de veículos para os produtos Scania. “Foi uma grande estratégia da marca. Com essas mudanças, o G 380 passou a ter um torque maior, ganhando mais 10,2 mkgf. Em composições de três eixos, o caminhão vira um automóvel desenvolto”, br**ca Bezerra.

O G 380 foi comercializado pela Scania em três configurações diferentes de eixos: 4x2, 6x2 e 6x4. Em 2010, a TRANSPORTE MUNDIAL chegou a testar o modelo na versão 6x2. A reportagem foi publicada na edição de maio daquele ano. Na avaliação, o veículo se mostrou econômico (média de consumo geral de 2,41 km/l, em um percurso de pouco mais de 260 km) e com muita desenvoltura na estrada. A versão testada tinha como principal destaque a suspensão a ar. “Na hora da manutenção, a troca de uma bolsa de ar não leva mais de 10 minutos, o que a torna mais barata em relação à mola, cuja incidência de quebra é maior, por ser sensível a buracos. Já a pneumática, ao contrário, tem um poder melhor de absorção dos impactos”, disse Eduardo Engel, engenheiro de vendas da Scania à época do teste.

A manutenção é de fato outra grande vantagem desse modelo da Scania. Isso porque a fabricante tem como estratégia a utilização de peças e componentes padronizados para seus produtos, ou seja, os motores dos diversos modelos da marca sueca utilizam o mesmo tipo de peça. Segundo Bezerra, o G 380 conta com pelo menos 40% dos mesmos modelos de peças do motores de 13 litros atuais.

Segundo os concessionários de seminovos mais ativos no mercado, a versão do G 380 mais consolidada e bem conceituada no mercado é a de configuração 6x2, usada para o transporte rodoviário de grande escala, porém de operações para médias distâncias. “Esse modelo se sai muito bem em composições de sete eixos”, garante Bezerra. Contudo, curiosamente, em 2009, os modelos de caminhões Scania mais vendidos no Brasil foram o G 420 4x2 com 3º eixo (com 29% das vendas), o G 380 4x2 com 3º eixo (com 20%), e o P 340 4x2 (com 10%). Juntos, os três representaram 58% do faturamento da fabricante naquele ano. Os segmentos que mais demandaram veículos foram o setor de grãos (27%), seguido do transporte de carga industrial (21%), e do transporte de líquidos (11%), segundo informações divulgadas pela própria Scania.

Hoje, o cavalo mecânico G 380 4x2 é o mais oferecido no mercado.
Não se sabe ao certo se isso ocorre por conta dos caminhões com esse tipo de configuração terem muitas unidades vendidas no passado (não mais hoje) ou por serem um modelo que não cativa o transportador. Essa é uma questão que não se pode afirmar, e os especialistas se furtam a respondê-la diretamente. Fato é que o G 380 4x2, com terceiro eixo, foi desenvolvido principalmente para atender o segmento industrial e tem todas as características de um caminhão que atende por conforto e sofisticação.

A média de preço do Scania G 380 varia de R$ 170 000 a R$ 240 000, sendo que a mais barata é na configuração 4x2 e a mais cara, na configuração 6x4. Um modelo 6x2 custa aproximadamente R$ 220 000. Os valores são sugeridos para os modelos com motor de 12 litros.

CONCORRÊNCIA

O principal concorrente do G 380 no mercado de usados é o Mercedes-Benz Axor 2640, modelo de entrada no segmento de pesados da marca alemã. O Axor conquistou o mercado principalmente pela harmonia que oferece no trem de força. O motor é o Mercedes-Benz OM-457 LA de 401 cavalos de potência máxima a 1 900 rpm e torque de 214 mkgf, a 1 100 rpm. Os cilindros estão cobertos por cabeçotes individuais com 4 válvulas por cilindro. A força desse propulsor é transmitida às rodas pela caixa de mudanças G 420 de 16 velocidades, produzida pela própria fabricante alemã.

Veículo sob medida com grande capacidade de carga cresce no mercado nacionalUma equipe composta por profissionais BMB e ...
24/06/2014

Veículo sob medida com grande capacidade de carga cresce no mercado nacional

Uma equipe composta por profissionais BMB e Man realizaram no mês de Maio a entrega técnica de mais um veículo Eixo Ativo. O modelo VW 31.330 recebeu o implemento de guindaste da IMAP com capacidade para 70,5 toneladas. O veículo que será utilizado para transporte interno para serviços de içamento e movimentação vertical de equipamentos e peças, foi entregue para Klabin SA, na unidade de Monte Alegre, a maior fábrica de papel da America Latina, localizada na cidade de Telêmaco Borba-PR.

Criado para atender o setor de construção civil, este veículo possui 3 eixos direcionais assistidos hidraulicamente e a capacidade de 48.720 toneladas de Peso Bruto Técnico (PBT). Sua otimização realizada nos modelos VW 31.330 ou 31.390, consiste na transformação de um veículo 8×4 em um veículo 10×4.

O Eixo ativo não possui ligação mecânica, é controlado através de uma central eletrônica que recebe as informações do primeiro eixo direcional e envia para o sistema hidraúlico do eixo ativo posicionado atrás do eixo da tração, fazendo o esterçamento de acordo com a necessidade do veículo sem perda de dirigibilidade.

Totalizando 6 veículos desde a viabilização do projeto com a entrega deste veículo à Klabin, esta solução criada para o mercado de construção civil só tende a crescer e ganhar o mercado. O primeiro veículo produzido recebeu a maior bomba de concreto da América Latina, com lança de 58 metros de altura.

CATALISADOR ORIGINAL MBB 1938S FRONTAL/CATALISADOR MERCEDESCódigo do Produto: 00533/03746SI059/F3086A/6964907801Acesse: ...
23/06/2014

CATALISADOR ORIGINAL MBB 1938S FRONTAL/CATALISADOR MERCEDES

Código do Produto: 00533/03746
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Portos do sul são as principais vias de exportação da soja de MSNos cinco primeiros meses de 2014, os portos do sul do p...
20/06/2014

Portos do sul são as principais vias de exportação da soja de MS

Nos cinco primeiros meses de 2014, os portos do sul do país foram as principais vias de exportação da soja em grãos produzida em Mato Grosso do Sul. De acordo com dados do Sistema de Análise das Informações de Comércio Exterior (Aliceweb), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), das 1,632 milhão de toneladas vendidas pelo estado para o mercado internacional no período, 1,264 milhão de toneladas, o equivalente a 77,45%, foram escoadas pelos terminais do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Conforme o Aliceweb, quase metade da soja em grãos “made in MS” que chegou ao mercado internacional nestes primeiros cinco meses de 2014, foi embarcada no porto de Paranaguá, no Paraná. Foram escoadas no local 732,391 mil toneladas, o que representa 44,86% do total.

Outro porto da região sul que embarcou um volume expressivo da oleaginosa sul-mato-grossense é o de São Francisco do Sul, em Santa Catarina. Entre janeiro e maio foram escoadas 519,682 mil toneladas, 31,83% do total do estado.

Além de Paranaguá e São Francisco do Sul, as empresas do estado também utilizaram outros dois portos no sul do país para escoar a soja, os terminais de Rio Grande, no Rio Grande do Sul, com 8,365 mil toneladas (0,51% do total), e o de Imbituba, em Santa Catarina, com 4 mil toneladas (0,24% do total).

Fora os quatro portos do sul que ficaram com a maior fatia dos embarques, a oleaginosa do estado também foi exportada via porto de Santos, em São Paulo. Pelos terminais paulistas foram despachadas 368,052 mil toneladas, o equivalente a 22,54% do total.

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