Roberto Monteiro

Roberto Monteiro Engenheiro Roberto Monteiro, um idealista que preza pelo bem da sociedade mariliense. Cheguei ainda criança. Amo esta cidade.

Lêdo Ivo dizia: “Uma casa é muito pouco para um homem, sua verdadeira casa é a cidade.”
Marília é a minha. Aqui cresci, estudei, me formei, casei e vi nascerem minhas filhas. Seu relevo de vales esculpidos justifica o título de “Bonita por Natureza”. Localizada estrategicamente, Marília sempre teve vocação para o progresso: do café ao algodão, da amoreira à indústria. Tornou-se um polo comercial e

industrial forte, graças ao pioneirismo e à coragem de seu povo. O futuro de uma cidade depende da cidadania e da consciência de seus moradores. É nossa responsabilidade garantir um crescimento ordenado e sustentável, com mais qualidade de vida. Tenho orgulho de contribuir com essa história — como engenheiro civil desde 1980, secretário de Obras e Planejamento, vereador e presidente da Emdurb — por meio de ideias, projetos e obras espalhadas por toda parte. Marília é nossa cidade, é nosso chão. Vamos seguir em frente e dar as mãos.

O Fugitivo TrapalhãoO homem retratado nas fotos é Silvinei Vasques, administrador e ex-diretor-geral da Polícia Rodoviár...
08/01/2026

O Fugitivo Trapalhão

O homem retratado nas fotos é Silvinei Vasques, administrador e ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), cargo máximo da instituição, que ocupou entre abril de 2021 e dezembro de 2022. A PRF, assim como o Corpo de Bombeiros, é historicamente uma das corporações de maior prestígio e confiança junto à população brasileira, o que torna ainda mais grave o uso indevido de sua estrutura para fins políticos.

No segundo turno das eleições presidenciais de 2022, Vasques foi acusado de instrumentalizar a PRF para dificultar o deslocamento de eleitores, especialmente daqueles considerados desfavoráveis ao então presidente Bolsonaro. As ordens incluíam bloqueios em rodovias e blitzes em pontos estratégicos do país. Para o Ministério Público e o Supremo Tribunal Federal (STF), tratou-se de uma tentativa deliberada de interferência no processo eleitoral, violando frontalmente os limites institucionais da corporação.

Enquanto aguardava a formalização da sentença em prisão domiciliar, com tornozeleira eletrônica, em Santa Catarina, Vasques decidiu fugir. Rompeu a tornozeleira, alugou um carro e iniciou uma viagem improvisada, levando consigo um cachorro da raça pitbull, além de tapetes higiênicos e grande quantidade de ração, numa tentativa rudimentar de simular uma mudança prolongada. O trajeto terminou no Paraguai, evidenciando o grau de improviso e desespero da fuga.

Na madrugada de 26 de dezembro de 2025, foi preso no aeroporto de Assunção, quando tentava embarcar para El Salvador usando um passaporte paraguaio falso. Para completar o episódio, carregava uma carta em espanhol alegando tratar um câncer, afirmando não conseguir falar ou compreender instruções orais, justificativa considerada inconsistente pelas autoridades paraguaias. Uma encenação frágil, sem pé nem cabeça.

Após a detenção, Silvinei Vasques foi entregue à Polícia Federal brasileira na fronteira entre Ciudad del Este e Foz do Iguaçu e, posteriormente, transferido para Brasília, onde passou a cumprir a pena determinada pelo STF.

O caso teve ampla repercussão nacional e reacendeu debates sobre a responsabilização e a preservação das instituições democráticas. E, como costuma acontecer, o mundo dá voltas: hoje, Silvinei Vasques está preso em Brasília, na penitenciária conhecida como Papudinha, dividindo cela com Anderson Torres, ex-ministro da Justiça, seu antigo superior hierárquico e apontado como um dos responsáveis pelas ordens que levaram ao bloqueio das estradas.

Como toda história mal contada, ficam lacunas. A tornozeleira eletrônica foi encontrada em um banheiro em Assunção, e até hoje não há notícias do pitbull que acompanhou a fuga. No fim das contas, o único a sair no lucro parece ter sido o dono do pet shop, que provavelmente nunca havia vendido tantos tapetes higiênicos e tanta ração a um único cliente.

23/12/2025

AS MELHORES JOGADAS DO ANO

O prefeito de Marília, Vinicius Camarinha, e o Corinthians protagonizaram algumas das maiores jogadas de 2025.

Logo no início do ano, o prefeito tomou uma atitude contundente ao cortar a fiação de radares que vinham prejudicando a população com cerca de 80 mil multas. Até hoje, o destino desse valor não foi esclarecido pelo ex-presidente da EMDURB, nem pelo próprio Ministério Público. O dinheiro simplesmente desapareceu.

Durante o ano, as ações do prefeito viraram o jogo diante da realidade em que a cidade se encontrava. Marília saiu de um cenário de abandono e passou a viver um novo momento, mais dinâmico e em movimento.

Com todo respeito aos torcedores de Palmeiras, São Paulo e Santos, que não conquistaram títulos, o Corinthians, campeão paulista e da Copa do Brasil, acabou salvando o ano do futebol paulista.

Fora de campo, porém, o cenário é bem diferente. A administração do clube atravessa um período caótico, marcado por impeachment, denúncias de irregularidades e uma sequência de escândalos. É frustrante pensar que, se fosse gerido com a eficiência de clubes como Palmeiras e Flamengo, o Corinthians teria um potencial ainda maior do que ambos, impulsionado por uma torcida verdadeiramente inigualável.

Dentro de campo, entretanto, o futebol falou mais alto. No último jogo, o gol decisivo de Memphis foi uma verdadeira obra de arte: uma jogada coletiva, bem construída, daquelas que há muito tempo não víamos, o mais puro futebol raiz.

"NÃO PASSO DE UM MENDIGO DO BOM FUTEBOL. ANDO PELO MUNDO DE CHAPÉU NA MÃO, E NOS ESTÁDIOS SUPLICO: UMA LINDA JOGADA, PELO AMOR DE DEUS! E QUANDO ACONTECE O BOM FUTEBOL, AGRADEÇO O MILAGRE – SEM ME IMPORTAR COM O CLUBE OU O PAÍS QUE O OFERECE" - Eduardo Galeano

23/12/2025

AS MELHORES JOGADAS DO ANO

O prefeito de Marília, Vinicius Camarinha, e o Corinthians protagonizaram algumas das maiores jogadas de 2025.

Logo no início do ano, o prefeito tomou uma atitude contundente ao cortar a fiação de radares que vinham prejudicando a população com cerca de 80 mil multas. Até hoje, o destino desse valor não foi esclarecido pelo ex-presidente da EMDURB, nem pelo próprio Ministério Público. O dinheiro simplesmente desapareceu.

Durante o ano, as ações do prefeito viraram o jogo diante da realidade em que a cidade se encontrava. Marília saiu de um cenário de abandono e passou a viver um novo momento, mais dinâmico e em movimento.

Com todo respeito aos torcedores de Palmeiras, São Paulo e Santos, que não conquistaram títulos, o Corinthians, campeão paulista e da Copa do Brasil, acabou salvando o ano do futebol paulista.

Fora de campo, porém, o cenário é bem diferente. A administração do clube atravessa um período caótico, marcado por impeachment, denúncias de irregularidades e uma sequência de escândalos. É frustrante pensar que, se fosse gerido com a eficiência de clubes como Palmeiras e Flamengo, o Corinthians teria um potencial ainda maior do que ambos, impulsionado por uma torcida verdadeiramente inigualável.

Dentro de campo, entretanto, o futebol falou mais alto. No último jogo, o gol decisivo de Memphis foi uma verdadeira obra de arte: uma jogada coletiva, bem construída, daquelas que há muito tempo não víamos, o mais puro futebol raiz.

"NÃO PASSO DE UM MENDIGO DO BOM FUTEBOL. ANDO PELO MUNDO DE CHAPÉU NA MÃO, E NOS ESTÁDIOS SUPLICO: UMA LINDA JOGADA, PELO AMOR DE DEUS! E QUANDO ACONTECE O BOM FUTEBOL, AGRADEÇO O MILAGRE – SEM ME IMPORTAR COM O CLUBE OU O PAÍS QUE O OFERECE" - (Eduardo Galeano)

Hay gobierno?Sim, há governo e vai bem!Após oito anos de gestão Daniel Alonso, um período que deixou Marília em abandono...
04/12/2025

Hay gobierno?
Sim, há governo e vai bem!

Após oito anos de gestão Daniel Alonso, um período que deixou Marília em abandono e com a sensação de uma cidade saqueada, faço um balanço do primeiro ano do governo Vinícius Camarinha. Com atuação firme e imediata, ele e sua equipe assumiram o comando e, em pouco tempo, conseguiram mudar o rumo da cidade, recuperando espaços, serviços e a confiança da população.

Circulando por Marília, é evidente a presença do governo na oferta de serviços, na zeladoria, na entrega de benefícios e no avanço das obras. Entre os principais feitos, destaco: a concessão da RIC (água e esgoto) que foi aprimorada. Na administração, o reajuste salarial, a entrega de uniformes e EPIs aos agentes de vigilância patrimonial, a regularização de faltas e a aquisição de veículo para o Procon. Na agricultura, a manutenção de 250 km de estradas rurais, a distribuição de 20 mil mudas, a implantação da patrulha mecanizada agrícola e a compra de novas máquinas.

A cultura ganhou novo impulso com o Domingo em Família na Av. das Esmeraldas, a retomada do Cinema no Bairro, o Espaço Criança itinerante e o incentivo ampliado a projetos culturais e feiras noturnas. Na educação, Marília passou a figurar entre as dez cidades que mais investem no país, ampliou a merenda com R$ 2 milhões em novos produtos, distribuiu 130 mil uniformes e garantiu material escolar para todos os alunos da rede. Também houve melhorias na iluminação, em pontes, galerias e praças, além de reformas em EMEIs e EMEFs.

A infraestrutura avançou com a recuperação de asfalto e reparos em praças e prédios públicos.

Na saúde, o prefeito promoveu uma verdadeira revolução: anunciou a construção do AME, implantou o Programa Zera Fila, abriu polos de hidratação no combate à dengue, e ampliou e reformou unidades como UPAs, USFs, Policlínicas, UBS, CAPS e o Centro de Especialidades Odontológicas, além de transformar o PA Sul em UPA. No social, houve reforço no acolhimento à população em situação de rua, realização da Campanha do Agasalho e do Varal Solidário, além da criação do programa Vida Longa, que oferece moradia gratuita para idosos sem familiares.

Em um cenário em que as demandas públicas são infinitas e os recursos sempre finitos, vale lembrar a lição do grande governador Franco Montoro: “Um bom governo se faz pela soma das pequenas obras.” E é exatamente isso que vemos hoje em Marília — uma gestão presente, eficiente e comprometida. Sim, temos governo. E vai bem.

A Prova da Devastação de MaríliaNão é segredo que fiz oposição e sempre fui um crítico contumaz dos oito anos do governo...
17/10/2025

A Prova da Devastação de Marília

Não é segredo que fiz oposição e sempre fui um crítico contumaz dos oito anos do governo Daniel Alonso — e mantenho plena consciência política do que escrevo.
Mas, desta vez, não se trata de opinião. Trata-se de fatos comprovados.

A Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) publicou recentemente um novo estudo que expõe, com números, o tamanho do rombo deixado no último ano (2024) da gestão Daniel Alonso — um retrato fiel da devastação fiscal de Marília.

O levantamento coloca o município na 3.768ª posição entre as 5.571 cidades brasileiras e em 527º lugar entre as 645 cidades paulistas, dentro da faixa de “gestão em dificuldade”.
Em outras palavras: Marília afundou e nunca esteve nesta situação antes.

O diagnóstico da Firjan é direto: o governo arrecadou, pagou salários em dia, mas não sobrou nada para investir. Para onde foi o dinheiro?
Nenhum planejamento, nenhuma visão de futuro.

O resultado é um quadro de esgotamento financeiro que hoje vem sendo revertido com esforço e responsabilidade pela atual gestão de Vinícius Camarinha e sua equipe , que têm trabalhado para tirar a cidade do vermelho e reconstruir o que foi destruído.

É fundamental que o mariliense tenha memória. A Firjan comprova o que sempre dissemos: Daniel Alonso reduziu seu mandato à tarefa de pagar salários e deixar a cidade em colapso. Destinou sua gestão a si próprio, perdeu o vínculo com a sociedade e transformou o poder público em um instrumento de autopreservação.

Hoje, os números não mentem. Marília está pagando o preço da negligência e o estudo da Firjan é a prova incontestável disso. E pensar que Marília já foi uma das cidades mais pujantes do mundo.

Já foi a maior produtora de algodão do planeta, a cidade que mais cresceu no estado de São Paulo, referência nacional em educação e saúde e símbolo de desenvolvimento e progresso.
Fundada sob o ciclo da prosperidade do café, do algodão e da amoreira, Marília se firmou como um poderoso polo industrial e comercial, exemplo de força e trabalho.

Ver tudo isso se perder por má gestão e falta de compromisso é, no mínimo, revoltante. Mas há esperança.
Com planejamento, seriedade e amor pela cidade, Marília pode — e vai — reencontrar seu caminho de grandeza.

No dia 21 de setembro de 2025, o Brasil assistiu a um forte movimento popular contra a PEC da Blindagem. Milhares de pes...
10/10/2025

No dia 21 de setembro de 2025, o Brasil assistiu a um forte movimento popular contra a PEC da Blindagem. Milhares de pessoas ocuparam as ruas exigindo o fim dos privilégios dos deputados federais e o recado foi ouvido: a proposta foi arquivada por unanimidade pela Comissão de Justiça do Senado, sem nem sequer ir à votação no plenário.

Em Marília, infelizmente, a história seguiu um roteiro diferente.

O ex-prefeito Daniel Alonso blindou-se com o apoio da maioria dos vereadores de sua base, liderados pelo gladiador-vereador Nardi e, juntos, arquivaram mais de 30 Comissões Processantes e denúncias contra o ex-prefeito, em troca de cargos e outras benesses políticas.

Há dez anos, Daniel estava à beira da falência, com quatro lojas da Casa Sol quebradas. Hoje, vive em liberdade, entre investimentos milionários em vinícolas e resorts, o que levanta uma pergunta inevitável:

“Como Daniel ainda está livre — e milionário?”

A resposta é simples: a blindagem deu certo.

Sob o comando de Nardi, a Câmara arquivou todas as denúncias, e o Ministério Público, guardião da lei, também engavetou os casos. A decisão do promotor do Patrimônio Público deve ser respeitada, mas pode ser discutida de maneira saudável e democrática.

Somente de minha parte, foram quatro representações formais, todas com provas irrefutáveis. Em uma delas, referente às obras de reformas das EMEFs, uma caçamba, que custava cerca de R$ 180,00, aparecia na planilha da prefeitura por R$ 900,00.

A empresa contratada era fantasma, com endereço inexistente em Palmares do Oeste (SP). Estive pessoalmente na cidade e a resposta foi clara: tratava-se de uma empresa de eventos, que nunca executou uma obra, exceto em Marília.

O resultado dessa blindagem impenetrável foi a devastação administrativa e moral da cidade. Coube ao prefeito Vinícius Camarinha a difícil missão de reerguer Marília, reconstruindo não apenas a estrutura pública, mas também as expectativas e a autoestima do povo.

Está no ar meu novo site "Fala, Monteiro". Conheça mais das minhas obras realizadas e publicações recentes.
06/10/2025

Está no ar meu novo site "Fala, Monteiro". Conheça mais das minhas obras realizadas e publicações recentes.

Sou engenheiro civil desde 1.980 e tenho orgulho de ter mais de 2.500 obras concluídas em Marília - SP e região. Ao longo dessas décadas, participei da realização de sonhos e da construção de histórias — com compromisso, qualidade e responsabilidade técnica. 

01/10/2025

TRÉPLICA AO VEREADOR NARDI

O vereador engenheiro Nardi transformou a incoerência e a ingratidão em método de trabalho. Durante 50 anos foi “Camarinha de carteirinha”, mas em 2017 correu para os braços do ex-prefeito Daniel Alonso e, segundo informações, em troca de oito a doze cargos na prefeitura e o know-how do DAEM.

Não bastasse isso, declarou na época em alto e bom som que jamais votaria em uma Comissão Processante. Pois bem: votou em mais de 30, todas a favor de Daniel. Sua justificativa? “Dá muito trabalho, que ridículo.” Mas na prática, abrir CPs poderia cassar Daniel, acabar com seus cargos e deixar o amigo íntimo se defendendo na Justiça, em vez de estar fabricando vinhos e erguendo resorts de luxo.

É preciso frisar: Daniel Alonso não foi apenas aliado político de Nardi. Foi amigo de casa, frequentador assíduo de sua sala de jantar. Essa relação pessoal explica a fidelidade canina com que o vereador blindou o governo, mesmo diante de um rombo de R$ 1,5 bilhão entregue à população. Sua lealdade nunca foi com Marília, mas com quem ocupava o poder.

Enquanto Nardi muda de lado conforme a conveniência, minha trajetória dispensa retoques. Fui um dos vereadores mais votados, liderei o governo por quatro anos e deixei melhorias concretas em todas as funções que ocupei: Secretaria de Obras, Planejamento Urbano e EMDURB. Desde 2000, minha vida pública é pautada por resultados reais, transparência e clareza.

E não é só: elegemos Abelardo Camarinha prefeito, reelegemos, elegemos o sucessor com Nardi como vice-prefeito e elegemos Vinicius Camarinha como deputado pela primeira vez. Ganhamos todas. Eu, lutando na Câmara como um leão. Ele, fazendo estripulias no DAEM. Eu falo e faço. Já Nardi não tem obras para mostrar: limita-se a assinar projetos em época de eleição, fala o que não cumpre e depois tenta explicar o inexplicável.

A cereja do bolo foi seu voto contra o prefeito Vinícius Camarinha. Mais uma vez, Nardi deixou claro de que lado está: não do cidadão, mas do discurso pronto, que muda conforme o vento político.

Eu, sim, tenho orgulho do meu legado: mais de quatro décadas como engenheiro civil, cerca de 2.500 obras públicas e privadas espalhadas por Marília e região, até na Argentina. Enquanto Nardi coleciona contradições e mama em cargos públicos, eu apresento resultados e sigo de portas abertas em meu escritório há 44 anos. Quem me avalia é meu cliente, não um caneteiro de ocasião como o engenheiro Nardi.

É simples, sou engenheiro civil que já ocupou cargos públicos. Nardi, ao contrário, vive deles. Eu vivo de causas, não de cargos.

A FALTA D’ÁGUA E A RICCALAMIDADE ANUNCIADAA falta d’água generalizada em Marília é alarmante, um verdadeiro estado de ca...
26/09/2025

A FALTA D’ÁGUA E A RIC

CALAMIDADE ANUNCIADA

A falta d’água generalizada em Marília é alarmante, um verdadeiro estado de calamidade pública. Mas nada disso surpreende: era questão de tempo desde que a RIC assumiu os serviços de água e esgoto da cidade.

CONCESSÃO IRREGULAR

A concessão nasceu contaminada de irregularidades. Não houve sequer outorga — recurso que deveria cair direto no cofre da Prefeitura — ao contrário do que tenta fazer crer o senhor Reinaldo Pavarini, dono da RIC, em entrevista ao Marília Notícia.

RELAÇÕES POLÍTICAS SUSPEITAS

O próprio Pavarini admitiu que presta serviços ao DAEM desde os anos 70 e que foi “amigo de todos os prefeitos”. Amigo? A informação não é essa: do ex-prefeito Daniel Alonso foi muito mais que amigo, foi aliado de primeira hora.

RESPONSABILIDADE DIRETA

Se o DAEM está sucateado, Pavarini tem culpa direta. Sempre esteve lá como terceirizado e hoje, como concessionário, se apresenta como “solução”, quando na verdade é parte do problema.

CRISE APROFUNDADA

O povo paga a conta da irresponsabilidade. A crise hídrica não foi minimizada pela RIC; pelo contrário, se aprofundou de forma assustadora. Em vez de solução, o que se vê é o caos.

DEVER DO PREFEITO

É natural que a insatisfação recaia sobre o prefeito, maior autoridade da cidade. Mas justamente por isso cabe a ele agir com firmeza: diante de tamanha gravidade, tem a prerrogativa e a obrigação de romper o contrato.

O QUE ESTÁ EM JOGO

Não é o lucro de uma concessionária privada, mas sim o direito básico da população de abrir a to****ra e ter água em casa. A RIC já demonstrou sua incapacidade de gestão e sua dependência de velhas alianças políticas.

AÇÃO NECESSÁRIA

Agora, cabe à Prefeitura assumir a postura firme que a situação exige: romper o contrato com a empresa e colocar-se, acima de tudo, em defesa do povo mariliense.

A falta d’água generalizada em Marília é alarmante, um verdadeiro estado de calamidade pública. Mas nada disso surpreende: era questão de tempo desde que a RIC assumiu os serviços de água e esgoto da cidade

Está no ar o meu novo site, Fala, Monteiro! Venha conhecer um pouco da minha trajetória de vida.
25/09/2025

Está no ar o meu novo site, Fala, Monteiro! Venha conhecer um pouco da minha trajetória de vida.

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Marília, SP
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