28/01/2026
ALIMENTAÇÃO COM AREIA NA PRAIA DE BALNEÁRIO PIÇARRAS
Após 13 anos do início das obras de proteção costeira da Praia de Piçarras, chega a segunda etapa para complementar o volume de areia necessário previsto no projeto original. Refrescando a memória, entre 2003 e 2012 a praia havia sido reduzida a um filete de areia por conta de seguidas ressacas, gerando grandes prejuízos à infraestrutura e à economia. Durante quase 10 anos Balneário Piçarras viveu uma crise no turismo e na economia em virtude desta situação, levando ao desinteresse pela cidade na sua mais importante matriz econômica. O Prefeito Humberto Teixeira contratou a Allenza Projetos e Consultoria para e elaboração do projeto de alimentação artificial com areia (conhecido como "engorda"). O projeto apresentou a necessidade da construção de duas estruturas rígidas (espigões) para conformar 2 células que garantiriam a estabilidade à manutenção da areia a ser inserida. Surgiram então dois espigões e a necessidade de repor cerca de 750 mil metros cúbicos de areia. Em 2012 a obra foi parcialmente realizada, alimentando a praia com cerca de 392 mil metros cúbicos. Mas, no início de 2013 a obra foi interrompida, na transição de governo, cujo novo gestor resolveu não seguir com a execução. Passados 12 anos e muitos problemas de ordem estruturais e legais nas licitações, finalmente a segunda etapa da obra foi contratada e, agora em janeiro de 2026, iniciou para complementar com mais cerca de 350 mil metros cúbicos de areia, garantindo que a praia tenha mais segurança, estabilidade e logevidade.
Nós Alleanza Arquitetura Urbana & Engenharia, realizamos diversos estudos e projetos relacionados a proteção costeira e, está especialidade da engenharia passou a fazer parte do nosso portfólio. Projetos e gerenciamento de obras de macrodrenagem e obras de proteção costeiras criaram cases de sucesso. Podemos citar, além de Balneário Piçarras, os projetos de Alimentação Artificial com areia em Balneário Camboriu, os projetos de recuperação dos molhes da foz do Rio Itajaí, o molhe Norte no Rio Marambaia, os molhes do Rios Bela Cruz, Taboleiro, Rio Pereque e Perequezinho em Itapema e Porto Belo, o molhe do Rio Saí Mirim em Itapoá, a recuperação dos molhes do Rio Itapocu dentre outros. Também estão em licenciamento os projetos de alimentação artificial com areia para a Meia Praia em Itapema e para a praia do Perequê em Porto Belo. Outros projetos nas praias de Barra Velha aguardam recursos para obras.
Proteger as praias, a linha da costa e as infraestruturas instaladas é questão ambiental, econômica, social e, em geral, é emergencial, por falta de manutenção e reposição das areias perdidas devido aos eventos climáticos e mudanças de comportamento de marés, correntes e elevação do nível dos mares. Hoje, acumulamos experiências que nos torna capazes de encontrar as melhores alternativas e soluções!