30/04/2026
Minha mãe quase nunca aparece nas fotos.
Mas, olhando bem… ela está em todas.
Era ela atrás da câmera.
Sem técnica, sem manual, sem regra — só intenção.
Registrar. Guardar. Não deixar o tempo vencer.
As fotos não eram perfeitas.
E talvez por isso… sejam eternas.
Foi ali que aprendi tudo, sem saber.
Que fotografia de família não é sobre pose.
É sobre vínculo. Sobre memória. Sobre aquilo que f**a quando o resto passa.
Hoje, curiosamente, sou eu quem quase nunca aparece.
Mas estou lá.
Do mesmo jeito que ela estava.
No fim das contas, a gente não fotografa momentos.
A gente protege o que ama do esquecimento.
Se isso faz sentido pra você…
talvez esteja na hora de começar a guardar a sua história também.
—
📍 Agenda aberta, sem pressa… mas com propósito.
(quem entende, chega)