23/07/2026
O futuro da Inteligência Artificial não será construído apenas nos laboratórios. Ele começa, todos os dias, dentro da sala de aula.
Ontem (22/27/2026), participei da reunião de abertura do semestre da FATESG e tive a satisfação de conhecer, por meio do diretor Matuzinhos, os resultados da missão técnica realizada na Finlândia, referência mundial em educação.
Entre as instituições visitadas está a HAMK – Häme University of Applied Sciences, reconhecida por integrar ensino, inovação e desenvolvimento de soluções para desafios reais do mercado.
O mais interessante é perceber que muitas dessas metodologias já fazem parte da realidade da FATESG, especialmente por meio da aprendizagem baseada em projetos, da Educação por Competências e da abordagem Phenomenon-Based Learning (PhBL).
Como professor do Curso Superior de Inteligência Artificial, nas disciplinas de Computação Paralela e Visão Computacional, saio dessa reunião ainda mais motivado a incorporar essas práticas ao meu plano de ensino.
Formar profissionais para o mercado de amanhã exige muito mais do que ensinar tecnologia. Exige desenvolver pensamento crítico, capacidade de resolver problemas complexos e, principalmente, aprender fazendo.
É gratificante ver que Goiás está conectado às melhores referências internacionais e investindo em uma educação alinhada às transformações que a Inteligência Artificial está promovendo no mundo.
E eu tenho orgulho de fazer parte dessa construção.
Qual competência você acredita que será indispensável para os profissionais de IA nos próximos cinco anos?
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