16/01/2026
A escolha do Nobreak-UPS impacta diretamente a continuidade operacional, a segurança dos equipamentos e a previsibilidade do negócio. Para evitar riscos como desligamentos, perda de dados e descumprimento de SLAs, é fundamental considerar dois fatores na decisão: carga e autonomia, tratando o Nobreak-UPS como parte da estratégia de proteção de energia.
O primeiro passo é definir corretamente a carga a ser protegida, considerando os equipamentos conectados ao Nobreak-UPS, sua potência, picos de partida e possíveis expansões.
Em seguida, é necessário definir a autonomia, ou seja, por quanto tempo o sistema deve manter os equipamentos energizados em caso de falha na rede. Essa definição varia conforme o tipo de operação, seja para permitir o desligamento seguro, absorver oscilações ou sustentar a carga até a entrada de um gerador, considerando que maiores autonomias impactam diretamente o banco de baterias e o projeto.
Além desses fatores centrais, a escolha do Nobreak-UPS deve considerar variáveis operacionais e de projeto que influenciam diretamente a confiabilidade da solução:
• Tipo de aplicação, como TI, automação industrial, saúde ou data centers.
• Criticidade da operação e tolerância a interrupções.
• Possibilidade de redundância e crescimento do sistema.
• Integração com geradores e sistemas de by-pass.
• Condições do ambiente de instalação e manutenção.
Para garantir que a arquitetura de energia seja adequada, a Brumatec trabalha com um portfólio selecionado de fabricantes consolidados no mercado de energia confiável, como Delta, Eaton, Engetron, Huawei, NHS, APC, Intelbras, Saft, WEG e FG Wilson. Essa diversidade permite maior flexibilidade na especificação, melhor alinhamento ao perfil da aplicação e segurança na entrega do projeto.
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