La Enmienda Microbiológica

La Enmienda Microbiológica 71357969
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28/02/2025

Un grupo de violadores en prisión fue entrevistado para saber lo que ellos procuran en una víctima. He aquí datos importantes:

1) La primera cosa que ellos observan en una víctima potencial es el peinado. Es más probable que ellos ataquen una mujer con un peinado tipo cola de caballo, trenzado o cualquier otro peinado que sea posible agarrar más fácilmente, o mujeres con cabellos largos. Mujeres con cabellos cortos no son blancos comunes.

2) La segunda cosa que ellos observan es la ropa. Ellos van a observar a las mujeres que usen ropa fácil de arrancar rápidamente. También procuran mujeres hablando por celular o haciendo otras cosas mientras camina: esto les indica que están desatentas y desarmadas y pueden ser fácilmente atacadas.

3) Las horas del día en que ellos más atacan y violan mujeres es al comienzo de la mañana, entre las 5:00h y las 8:30 horas, y después de las 11:30 pm.

4) Estos hombres procuran atacar de forma y en lugares que puedan cargar a la mujer rápidamente para otro punto, donde no tengan que preocuparse de ser atrapados. Si usted ejecuta cualquier reacción de lucha, ellos acostumbran desistir en aproximadamente par de minutos: creen que no vale la pena, que es una pérdida de tiempo.

5) Manifestaron que no atacan mujeres que cargan paraguas u objetos que puedan ser usados como arma a una cierta distancia (llaves no los intimidan, porque para ser usadas como arma, la víctima tiene que dejarlos llegar muy cerca).

6) Si alguien estuviera siguiéndola en una calle, andén o garaje, o si estuviera con alguien sospechoso en un ascensor o en una escalera, mírelo directamente a la cara y pregúntele alguna cosa, tipo “¿Que hora tiene?” Si el fuera un violador, tendrá miedo de ser posteriormente identif**ado y perderá el interés en tenerla como víctima. La idea es convencerlo de que no vale la pena elegirla.

7) Si alguien se presenta imprevistamente y la aferra, grite! La mayoría de los violadores dijo que soltaría a una mujer que gritase o que no tuviese miedo de pelear con él. Nuevamente: ellos procuran por BLANCOS FÁCILES. Si usted grita, podrá mantenerlo a distancia y es probable que él huya.

😎 Esté siempre atenta a lo que pasa detrás suyo. En el caso que perciba algún comportamiento extraño, no lo ignore. Siga sus instintos. Es preferible descubrir que se equivocó y quedar medio desubicada en el momento, pero tengan la certeza de que quedaría mucho peor si el sujeto realmente atacase.

9) En cualquier situación de peligro, en el caso que tenga que gritar, grite siempre “FUEGO! FUEGO!” y muchas más personas acudirán (curiosos). En el caso que su grito sea”Socorro!” la mayoría de las personas no se acercan, por miedo.
Haga una gentileza: difunda esta información para las mujeres que conozca y también para los hombres; estos pueden reenviarlo a sus amigas, esposas, hijas, novias, en fin…son cosas simples, mas pueden evitar traumas y, hasta, salvar una vida.

NÚMERO DE EMERGENCIA 911
Erick Barquera Repost.

01/02/2025

Los genuinos , Tal cual llama ya al WhatsApp 71357969

24/01/2025
Histórias gostosas de PrimavesiNas palestras requisitadas por toda parte, Ana Primavesi já dizia “agricultura ecológica”...
30/12/2024

Histórias gostosas de Primavesi

Nas palestras requisitadas por toda parte, Ana Primavesi já dizia “agricultura ecológica” ou “agroecologia”, explicando que a agricultura orgânica trabalhava com matéria orgânica no lugar do adubo químico ( era uma agricultura que substituía os insumos mas que não procurava atacar as causas de problemas), e a ecológica trabalhava com o conjunto de fatores naturais de um local, incluindo solo-água-clima, uma agricultura adaptada ao lugar. Ana sempre explicava que para saber qual cultura se adapta melhor a determinado lugar, joga-se um punhado de sementes das diferentes espécies ou variedades na terra, e a que brotar com mais força é a “eco-lógica”, apta a crescer bem naquele terreno (ou ecótipo).

Suas lições básicas, além de ressaltar a importância da vida do solo, são estas: “A planta precisa, no mínimo, de 45 minerais, entre os micro e macro nutrientes, chegando a 70 ou 80, contando-se os traços de elementos (frações tão pequenas do elemento que quase não se pode mensurar) para se desenvolver com saúde e formar suas substâncias; mas hoje, a planta recebe no máximo sete elementos (N. P, K, S, Cl, Ca, Mg), então ela f**a deficiente, porque se aumentamos a concentração de um elemento, criamos desequilíbrio para outros. Os alimentos podem apresentar formas grandes e bonitas, mas podem também ser só uma estrutura, sem valor nutritivo.” Por isso, defende que o composto orgânico não é essencial, e sim os minerais. Ensina que as deficiências minerais podem ser identif**adas analisando-se a deformação ou descoloração das folhas, a forma em que a raiz se desenvolve, a maneira das plantas crescerem, a invasora predominante e fazendo-se a análise foliar. E completa: “se a planta que você usar para fazer a palhada de cobertura estava sadia antes de ser tombada, ao se decompor fornecerá todos os minerais necessários ao solo. Plantas nativas somente aparecem sob condições favoráveis, ou seja, quando os nutrientes do solo estão presentes na quantidade exata para a vida delas, e desaparecem quando essas condições se modif**am.”

Ao participar de um Congresso Latino Americano de Manejo Ecológico na Vila Yamaguishi como palestrante convidada, já acomodada em seu quarto ela procurou por Romeu Mattos Leite, um dos moradores da vila. Queria uma lanterninha porque a sua estava sem pilha. “Uma lanterninha? Mas a senhora pode acender a luz aqui” ele respondeu solícito, mostrando o interruptor. “Não, não é isso, é porque eu gosto de andar à noite e observar os bichinhos.” E lá ia ela, lanterna numa mão e bengala na outra, no breu da noite. “Por mais que a gente olhe para os insetos e achem que eles são uma praga, eles estão cumprindo a sua função e nossas ações podem causar desequilíbrio e a impressão de que esses insetos estão causando um problema, mas eles estão cumprindo o papel deles. Quem comete os erros somos nós. E foi ela quem mostrou isso pra gente, com a sua sensibilidade. Não é só a técnica, o intelecto. Entra ali o coração, e isso a aproxima da natureza e nos aproxima dela”, emociona-se Romeu.

Dessas observações, Ana conta uma das historinhas mais queridas e encantadoras por ser exatamente narrada por ela, a da formiga Corumbá.

“É uma formiga pequenininha e por isso tem que se defender, e então ela dança. Dança pra cá, dança pra lá – e a Primavesi dança com os cotovelos dobrados, girando de um lado para o outro – e a outra formiga olha para ela dançando e f**a ‘louco’, não aguenta e vai embora. É porque ela está acostumado ao bicho andar direto e não fazer essa dança, e ela faz isso para f**ar naquele lugar. Os outros não aguentam e vão embora. Tem dessas em Sorocaba.”

(Nota da Autora: por sua origem austríaca, é comum Ana Primavesi trocar gêneros femininos por masculinos, e vice-versa)

No Ceará, Ana foi ver a plantação de seu Tinoco. O homem estava numa situação difícil, e tentava plantar hortaliças, mesmo com poucos recursos e na terra arenosa e branca. “Mas por que de vez em quando tinha um pé bonito?” Isso Ana não entendia. “Posso arrancar um pé de alface?” ela perguntou. “Quantos quiser, não dá pra vender mesmo… ”Ana arrancou um, dois, foi arrancando mais… em todos o mesmo problema: a raiz crescia para cima. “Quem plantou a alface?” “Minhas crianças.” “E como fazem?” ela quis saber. “Eles vão enfiando os dedinhos e plantando.” Ana sorriu. “De agora e diante, o senhor peça aos seus filhos que façam o buraco com um pau, não com os dedinhos. A semente precisa ser enterrada mais fundo do que os dedinhos de suas crianças alcançam.”

João foi outra pessoa que, em sua sabedoria amorosa, ficou marcado nas memórias de Ana. Tá certo que ele era meio lento, demorava a entender as coisas, mas seu coração era de uma bondade só. Ajudava a todos, sempre com boa vontade, mesmo naqueles serviços que ninguém queria fazer. Era um homem prestativo, mas com poucos amigos, justamente por ser tratado como “bobalhão”. Na fazenda em que trabalhava ficou encarregado de cuidar de uma parte dos porquinhos, enquanto outro moço cuidaria do restante. João amava aqueles bichos e nas suas folgas sentava-se no meio deles e os escovava, escovava, conversava. Os porquinhos já sabiam que ele ia chegar, e se enfileiravam perto da portinha.

O dono da fazenda percebeu que os porquinhos “do João” cresciam mais rápido, nunca adoeciam e eram bem mais mansos. Os outros também perceberam isso e começaram a se perguntar por quê. Seria uma comida extra que ele dava? Pegaram amostras da comida, mas era tudo igual. Alguma droga misturada? Impossível, ele não tinha dinheiro para isso. Os porquinhos “do João” f**aram famosos na região. Como um rapaz tão abobado podia ter os melhores porcos? Talvez não fosse tão bobo assim…

Um dia, o menino do vizinho fez aquela pergunta que só as crianças sabem fazer: “Qual é o segredo pra seus porquinhos crescerem melhor?” João olhou para o menino com a sua cara mais boba e respondeu: “Não tenho segredo nenhum. Eu gosto dos meus porquinhos, e eles gostam de mim.” Virou as costas e saiu andando.

Todas essas histórias não eram simplesmente “historinhas bonitinhas” ou “engraçadinhas” para Ana. As observações delas despertavam-lhe reflexões. Foi assim que observou, quando morou em Sorocaba, que seus porcos estavam sempre doentes. Não cresciam nem se movimentavam muito, mostrando-se muito apáticos apesar de todos os cuidados. Já os porcos do vizinho, que nem eram tão bem tratados como os dela, estavam gordos e ativos. O chiqueiro desses porcos tinha tijolos e telhas de barro, enquanto que os de Ana f**avam num chiqueiro construído com tijolos de cimento. Ana derrubou tudo e fez um chiqueiro novo, todo com material de barro. Os porcos logo começaram a comer melhor e não f**aram mais doentes. A mesma coisa aconteceu com tio Schnatt, o pato de estimação de Carin. O bicho vivia perdendo as p***s do rabo, e só quando trocaram o telhadinho de cimento de sua casinha por telhas, o rabo cresceu e ficou. Não os perdeu mais.

Transcrição de um trechinho do livro “Ana Maria Primavesi – histórias de vida e Agroecologia”, editora Expressão Popular.

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22/12/2024

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El estrés vegetal es lo que llama la plagaAsí como los humanos se estresan a través de diversas presiones psicológicas, ...
11/12/2024

El estrés vegetal es lo que llama la plaga

Así como los humanos se estresan a través de diversas presiones psicológicas, las plantas también se estresan según las condiciones ambientales cambiantes. El estrés vegetal proviene de obstáculos a la temperatura como la falta de exposición al sol y temperaturas bajas y altas; el estrés del suministro de agua; las malas condiciones climáticas resultantes de la humedad excesiva, la insuficiencia o el exceso de nutrientes, ventanas, heladas, y otros

Cuando estas condiciones adversas superan un límite, causan anormalidades en la reacción fisiológica de la planta, como la reducción de capacidad de fotosíntesis, la absorción de nutrientes y agua, baja resistencia a las enfermedades, y como resultado, la planta crece frágil, presentando "quemadura" de las raíces, hojas dañadas, hojas rotas y otras formas de debilidad. Esta es la oportunidad de atacar a los bichos.

Por ejemplo, en el cultivo de repollo, percibimos repollos con plagas y repollos sin plagas. En las coles mal desarrolladas, hay un mayor brote de plagas. También la pulpa tiende a crecer en plantas cuyo desarrollo es débil. Por lo tanto, para evitar el ataque de insectos, es importante ver cómo no causar estrés en la planta y hacer que manifieste el vigor que posee originalmente.

El nitrógeno orgánico absorbido por la raíz se compone de aminoácidos y al final, convirtiéndose en proteína, compone la estructura de la planta, pero la planta que tiene algún desorden generalmente no desarrolla este proceso de formación de proteínas, y a veces se estancan dentro del arbol como nitrógeno inorgánico y libre aminoácidos. En realidad, estos aminoácidos libres son la fuente de energía de los insectos, y dependiendo de su cantidad, los insectos también aumentan o disminuyen. Si los nutrientes no están equilibrados, o los trastornos del metabolismo surgen debido a las agrotoxinas, las plantas producen grandes cantidades de sustancias como glicina, azúcares solubles, aminoácidos libres y otras que sirven como alimento de insectos.

La mayor influencia en la cosecha de las plantaciones es el nitrógeno. Por lo tanto, en la agricultura natural se valora el aumento de capacidad de producción y se coloca una gran cantidad de fertilizantes en el campo. En Agricultura Natural también se publica la técnica utilizada por Bokashi EM, producto de la fermentación de materiales orgánicos. Existe una tendencia al aumento de las granjas que lo utilizan en grandes cantidades, lo que hace que el nitrógeno se acumule en forma de nitritos causando una caída en la calidad.

Natural signif**a tener lo que se necesita en el momento adecuado y en la cantidad adecuada. Por la salud de la planta, se podría decir que lo correcto es que los nutrientes no son demasiados ni muy pocos. El exceso de uno u otro debilita la constitución de la planta.

Normalmente, en el caso del arroz, cuando la capacidad de fotosíntesis disminuye por la falta de luminosidad, se acumula un exceso de nitrógeno en la planta, es decir, que no fue metabolizada. Esto signif**a que la planta no logró convertir todo el nitrógeno absorbido en proteína y se acumula como intermediarios como aminoácidos y aminas. En el caso del arroz, el ácido aspártico se acumula que es la sustancia causante que atrae el ci******lo verde y por lo tanto el exceso de nitrógeno del arroz es la causa de la gran cantidad de este insecto. Cuando hay una absorción excesiva de nitrógeno, el azúcar, que es un producto de la fotosíntesis, se lleva a un lado que asimila el nitrógeno y como resultado, acorta la formación de paredes celulares necesarias para el crecimiento de cultivos normales. Y por lo tanto, la resistencia mecánica a la penetración de insectos y plagas se debilita.

Cuando hay exceso de nitrógeno en los vegetales, las hojas se vuelven blandas, grandes y caídas y por lo tanto pierden la estructura receptora de luz. Si proliferan demasiado, las hojas del fondo se vuelven sin sol, tienden a un frágil crecimiento y vulnerables a los ataques de insectos.

Como insecto frecuente en la producción de Agricultura Natural, podemos citar la pulga. Es un insecto de naturaleza diversif**ada que ataca varios tipos de culturas como curcubitaceae, cruciferosa y leguminosa. Y como daño secundario, también hay un alto riesgo de transmisión del virus.

Normalmente, la aparición de pulmones es causada por el exceso de nitrógeno y la consiguiente falta de cobre y potasio. Según los resultados observados en pruebas comparativas de especies de pepinos y otras, hubo una tendencia a la formación de pulmones al principio cuando se observó que las hojas eran negras debido a la absorción excesiva de nitrógeno.

La pulpa se produce donde hay deficiencia de potasio (K) y calcio (Ca). Atraviesa la pared de la hoja o el tallo y chupa la savia. Si hay suficiente K, la pared se vuelve elástica y cede, dando mucho trabajo para que intente atravesarlo. Si tienes suficiente calcio, cuando se asoma a través de la hoja, ese calcio en contacto con el aire hace que la savia se obstruya y no puede chuparlo. Así que se va

Por lo tanto, se cree que es posible decir que el exceso de nitrógeno es uno de los factores más importantes en la generación y el aumento de plagas. Por lo tanto, es importante controlar al máximo el nitrógeno, formando suelos saludables y cultivando cultivos sanos para evitarlos.

(Mucho) más sobre este tema en el sitio web:

https://anamariaprimavesi.com.br/?s=pragas

10/12/2024

Cordialmente invitados este viernes 13 a las 9:00 AM
🌿Salón auditorio AGALEWAR

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05/12/2024
Crecimiento del cabello en la raíz y respuestas de defensa 🌱 🛡️💡 Los pelos de raíz desempeñan un papel crucial en la det...
04/12/2024

Crecimiento del cabello en la raíz y respuestas de defensa 🌱 🛡️

💡 Los pelos de raíz desempeñan un papel crucial en la detección y adaptación al medio ambiente del suelo absorbiendo agua y nutrientes, respondiendo a las señales ambientales e interactuando con los microorganismos del suelo.

📰 La reciente investigación de Drs et al. 2024 se centra en examinar cómo la inmunidad vegetal se desencadena por diferentes concentraciones de quitosano (un compuesto derivado de hongos) y sus efectos en el crecimiento del cabello de la raíz y el refuerzo de la pared celular.

🛡️ Las plantas se defienden contra los patógenos a través de respuestas inmunes incluyendo la deposición callosa (un polisacárido) para reforzar las paredes celulares.

🔬 Los investigadores examinaron las vías de señalización celular que involucran receptores quinasas, canales de calcio y quinasas MAP que controlan tanto el crecimiento del cabello en la raíz como la detección de patógenos.

🧬 La señalización de calcio juega un papel mecánico clave vía. patrones transitorios de calcio que luego se traducen en cambios transcripcionales de genes relacionados con la defensa o la simbiosis.

⚡ El chitosan se ha aplicado como un gatillo inmunológico experimental, ya que se deriva de la quitina (un componente de pared celular fúngica) y puede activar las respuestas de defensa vegetal.

📊 La investigación reveló que los pelos de la raíz responden de manera diferente a las variables concentraciones de quitosano, mostrando bien ajustes de crecimiento o bien una inhibición completa del crecimiento dependiendo de la concentración.

⚖️ Los hallazgos sugieren un intercambio entre el crecimiento del cabello de la raíz y las respuestas de la defensa, con implicaciones para entender cómo las plantas equilibran el crecimiento y la inmunidad.

Michal Slota

Vídeo: cambios de intensidad de señal fluorescente (R-GECO1) en la raíz de Arabidopsis en respuesta al tratamiento con quitosano (créditos: Drs et al. 2024; DOI: 10.1111/pce. 15111).

16/11/2024

Decodif**ando la química de las interacciones bióticas del suelo 🧪🌱
🔀 Los organismos del suelo desempeñan un papel crítico en la formación y estabilidad del suelo, participando en una frágil red de interacciones sobre el suelo.

🧱 La actividad de grupos específicos de organismos puede observarse y caracterizarse sobre un gradiente vertical en la rizosfera:

1️⃣ RAÍZ PRIMARIA (TAP)

🛠️ Función: anclaje, transporte
🛡️ Defensa contra herbívoros y patógenos: ( ↑) alta

- La mayoría de los insectos herbívoros se producen en el horizonte superior de los suelos, interactuando con las ra
- Los insectos pueden ser atraídos o repelidos por metabolitos secundarios de raíz.
- Los taproots son altamente defendidos por químicos contra herbívoros y patógenos.

2️⃣ RAÍCES LATERALES

🛠️ Función: transporte, absorción de nutrientes y agua
🛡️ Defensa a herbívoros y patógenos: (©) moderados
- El montaje de microbiomas suele ser más determinista (por ejemplo, influenciado por la competencia y la depredación).
- Las plantas cultivadas en exudados no hermanos forman raíces laterales más que las cultivadas cercanas a los exudados autólogos (reconocimiento de la piel).

3️⃣ RAÍCES FINAS

🛠️ Función: absorción de nutrientes y agua
🛡️ Defensa a herbívoros: ( ↓) baja/ defensa a patógenos: ( ↑ ) alta

- Los nematodos y microbios patógenos vegetales generalmente invaden de raíces finas y son el órgano más vulnerable.
- Las raíces heridas liberan productos químicos que pueden atraer nematodos y hongos patógenos.
- Los microbios beneficiosos, como los hongos micorrizales, rizobios y las bacterias que promueven el crecimiento de las plantas (PGPR), interactúan fuertemente con las raíces finas.

Imagen: resumen de los organismos del suelo y alcance de las interacciones con los productos químicos de la raíz (fuente Tsunoda & van Dam 2017; DOI: 10.1016/j. pedobi. 2017.05.007).

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