24/07/2024
Inovação Neurociência Translacional e Neuromodulação
III SYMPOSIUM ON INNOVATION AND TRANSLATIONAL NEUROSCIENCE &
XVI INTERNATIONAL SYMPOSIUM ON NEUROMODULATION (2024)
August 15th to 19th, 2024 / São Paulo, Brazil
Hybrid event: Most courses will be taught in-person and live and a one-day international symposium will be delivered online.
The III Symposium on Innovation and Translational Neuroscience & XVI International Symposium on Neuromodulation will take place from the 15th to the 19th of August 2024 in person and with a one-day online event.
Inovação Neurociência Translacional e Neuromodulação PROGRAM
Inovação Neurociência Translacional e Neuromodulação
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Detection of Emotional Sensitivity Using fNIRS Based Dynamic Functional Connectivity
Pode-se usar o EEG para analisar MicroStates que representam configurações breves e recorrentes da atividade elétrica cerebral, enquanto o NIRS pode monitorar a conectividade funcional e a oxigenação cerebral. Adicionalmente, a medição de íons de cálcio intracelulares poderia fornecer insights sobre a atividade neuronal em resposta a estímulos emocionais.
Possíveis experimentos:
Integração Multimodal: Comparar como MicroStates do EEG e estados de conectividade do NIRS co-ocorrem durante a exposição a estímulos emocionais.
Correlação com Íons de Cálcio: Investigar a relação entre alterações nos níveis de íons de cálcio e as mudanças nos MicroStates do EEG/NIRS durante tarefas que envolvem tomada de decisão emocional.
Modelagem Preditiva: Desenvolver modelos que integrem dados de EEG, NIRS, e cálcio para prever a sensibilidade emocional e a resiliência em estudantes de enfermagem e profissionais já registrados.
Essas abordagens podem abrir caminhos para intervenções mais personalizadas e eficazes no treinamento de habilidades emocionais em contextos profissionais.
Papel dos Íons Cálcio
Os íons cálcio desempenham um papel crucial na transmissão de sinais dentro e entre os neurônios. Alterações nos níveis de cálcio intracelular podem influenciar diretamente a excitabilidade neuronal, a liberação de neurotransmissores e a atividade sináptica. Os Microestados de EEG podem detectar essas alterações porque as flutuações nos níveis de cálcio afetam a polarização das membranas neuronais, o que, por sua vez, influencia o campo elétrico medido pelo EEG MicroStates.
Uma possível relação do EEG MicroStates e íons Calcio:
Para entender a relação entre as mudanças nas sequências de microestados do EEG e as dinâmicas dos íons de cálcio, algumas publicações importantes abordam este tema:
1. Michel e Koenig (2018) fornecem uma revisão abrangente sobre como os microestados do EEG podem ser usados para estudar a dinâmica temporal das redes neurais em todo o cérebro. Eles discutem como esses microestados representam padrões temporais estáveis de atividade elétrica que podem estar relacionados às flutuações de cálcio intracelular.
2. Rieger et al. (2016) realizaram uma meta-análise de 15 anos de pesquisa sobre microestados do EEG em esquizofrenia, explorando como esses padrões de atividade cerebral podem estar relacionados a disfunções neuronais, possivelmente ligadas à regulação de íons de cálcio.
3. Chu et al. (2020) Investigaram a análise de microestados do EEG em pacientes com Parkinson sem medicação, identificando correlações entre a dinâmica dos microestados e mudanças neurofisiológicas, incluindo a atividade de íons de cálcio.
4. Coquelet et al. (2022) usaram modelos de estados ocultos para sondar a atividade cerebral em diferentes escalas temporais, o que pode incluir a dinâmica dos íons de cálcio. Este estudo ajuda a entender como a atividade de microestados do EEG se alinha com as dinâmicas intracelulares.
Essas publicações destacam a importância de entender como os microestados do EEG podem refletir as mudanças na atividade neuronal modulada pelos íons de cálcio, oferecendo insights valiosos para a neurociência
Ativação Neuronal: Quando neurônios em uma área específica do cérebro são ativados, seja por pensamentos, sensações, ou movimentos, eles aumentam o consumo de oxigênio e glicose para manter sua atividade.
Sinalização Química e Celular: A atividade neuronal elevada leva à liberação de vários metabólitos, como dióxido de carbono, íons de hidrogênio, adenosina, e óxido nítrico. Além disso, neurônios e células gliais (como astrócitos) liberam neurotransmissores e outros mediadores que sinalizam a necessidade de mais sangue.
Resposta Vascular: Esses sinais resultam em vasodilatação, ou seja, o alargamento dos vasos sanguíneos locais. A vasodilatação aumenta o fluxo sanguíneo para a região ativa, proporcionando mais oxigênio e glicose. Este aumento do fluxo sanguíneo é conhecido como hiperemia funcional.
Proposta Jacksoniana para ser pesquisada
Título: Avaliação Integrada das Funções Cerebrais Através de EEG Microstates, EEG ERP e fNIRS: Uma Abordagem Multimodal para o Estudo do Consumo Energético e Conectividade Neuronal
Resumo
Este estudo avança a utilização combinada de EEG Microstates, Event-Related Potentials (ERP) do EEG, e espectroscopia funcional por infravermelho próximo (fNIRS) para investigar a atividade cerebral. A pesquisa foca na capacidade dos Microstates do EEG de detectar zonas de alta demanda energética, desencadeando mudanças adaptativas no conectoma cerebral, uma resposta necessária de um sistema tão complexo como o cérebro para gerir eficientemente suas funções.
Introdução
A atenção direcionada e o foco em tarefas específicas alteram o consumo energético em áreas particulares do cérebro. Esta demanda energética é captada por Microstates do EEG, que indicam alterações no campo elétrico devido à atividade neuronal e glial. Este estudo propõe que, após a detecção dessa atividade, o cérebro ajusta o espectro de variação de seu conectoma para atender a essas exigências específicas, exemplificando a natureza adaptativa e dinâmica do sistema cerebral.
Metodologia
Participantes engajados em tarefas que requerem concentração intensa serão monitorados utilizando EEG, fNIRS, e tecnologia de ERP. Será dada atenção especial às correlações entre os microestados detectados e mudanças subsequentes no conectoma cerebral, analisadas através de técnicas avançadas de neuroimagem que possam mapear estas adaptações.
Discussão
A habilidade do cérebro de reorganizar seu conectoma em resposta a demandas cognitivas específicas é fundamental para sua eficiência e adaptabilidade. Os Microstates do EEG são essenciais para identificar rapidamente as áreas do cérebro que requerem recursos adicionais, desencadeando um processo de reconfiguração do conectoma que otimiza tanto a alocação de recursos quanto a execução de tarefas. Esta dinâmica é crucial para entender como o cérebro mantém sua funcionalidade sob diversas condições, maximizando o consumo energético sem comprometer a performance.
Conclusão
A integração de EEG Microstates, ERP, e fNIRS proporciona um método poderoso para explorar como o cérebro como um sistema complexo responde a estímulos específicos modificando seu conectoma. Este estudo não apenas realça a capacidade do cérebro de adaptar sua estrutura e função em resposta a demandas externas, mas também sublinha a importância de abordagens multimodais para obter uma compreensão mais completa das operações cerebrais. Esses insights têm implicações significativas para o desenvolvimento de intervenções clínicas mais eficazes e para a melhoria da cognição humana em ambientes naturais e desafiadores.
Inovação Neurociência Translacional e NeuromodulaçãoIII SYMPOSIUM ON INNOVATION AND TRANSLATIONAL NEUROSCIENCE &XVI INTERNATIONAL SYMPOSIUM ON NEUROMODULATION (2024)August 15th to 19th, 2024 / São Paulo, BrazilHybrid event: Most c