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VIOLÊNCIA NO TRABALHO TAMBÉM É RISCO PSICOSSOCIAL.Uma decisão recente da Justiça do Trabalho envolvendo a rede OXXO acen...
05/09/2026

VIOLÊNCIA NO TRABALHO TAMBÉM É RISCO PSICOSSOCIAL.

Uma decisão recente da Justiça do Trabalho envolvendo a rede OXXO acende um alerta para empresas de diferentes segmentos.
A empresa foi condenada, em primeira instância, a pagar R$ 2 milhões por danos morais coletivos, em um processo relacionado à exposição de trabalhadores a assaltos e situações de violência.

MPT-SP
Mas o ponto mais importante para SST não é apenas o valor da condenação.

É entender o que acontece com o trabalhador depois da violência.
Um assalto pode deixar consequências que não são visíveis:

- ansiedade
- medo
- estresse
- alterações do sono
- sofrimento psicológico
- TEPT
- afastamentos

Por isso, quando existe exposição recorrente à violência, a empresa precisa olhar para o risco de forma preventiva.

Perguntas que precisam ser feitas:

➡️ O local de trabalho possui histórico de violência?
➡️ Existem trabalhadores sozinhos ou em pequenos grupos?
➡️ Há trabalho noturno ou de madrugada?
➡️ Existe protocolo para situações de assalto ou ameaça?
➡️ O trabalhador recebe apoio depois de um evento traumático?
➡️ Esse risco está sendo considerado na gestão de SST?

Segurança patrimonial e saúde ocupacional não podem ser tratadas como assuntos completamente separados.

A prevenção precisa considerar o ambiente, a organização do trabalho e os efeitos sobre a saúde do trabalhador.

Risco psicossocial não é apenas pressão, cobrança ou assédio.

A realidade do trabalho pode apresentar diferentes fatores capazes de afetar a saúde mental.

Sua empresa já avaliou esse tipo de risco?
Comente “RISCO” se você quer entender como esse tipo de situação pode ser tratado dentro da gestão de SST.



Decisão de primeira instância; cabe recurso.

PGR NÃO É APENAS UM DOCUMENTO.ELE PRECISA ENXERGAR O TRABALHO REAL.Um caso recente envolvendo a Droga Raia mostra por qu...
02/09/2026

PGR NÃO É APENAS UM DOCUMENTO.
ELE PRECISA ENXERGAR O TRABALHO REAL.

Um caso recente envolvendo a Droga Raia mostra por que essa discussão deixou de ser apenas conceitual.

O TRT-RJ condenou a empresa ao pagamento de R$ 4 milhões por dano moral coletivo, em uma ação envolvendo denúncias de assédio moral, sexual e materno e práticas discriminatórias.

Mas existe um ponto especialmente importante para quem trabalha com SST:

A decisão determinou a adequação do PGR e do PCMSO, incluindo ações para identificar, avaliar, acompanhar e prevenir riscos psicossociais. �

MPT-RJ +1
E o tribunal apontou uma questão que merece atenção:

ter um documento não significa, necessariamente, ter prevenção.
Um PGR precisa refletir o trabalho real.
Isso significa olhar para fatores como:
• organização do trabalho;

• carga e pressão de trabalho;
• relações socioprofissionais;
• assédio e violência;
• comunicação e liderança;
• participação dos trabalhadores;
• impactos sobre a saúde.
A própria NR-1 passou a incluir expressamente os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho no GRO. �

Serviços e Informações do Brasil
A pergunta que sua empresa precisa fazer é:

👉 O nosso PGR apenas descreve riscos?
Ou ele realmente ajuda a identificar e controlar aquilo que acontece no trabalho todos os dias?
Prevenir riscos psicossociais não é preencher uma planilha.

É compreender o trabalho, ouvir as pessoas e agir sobre os fatores de risco.

Essa é a essência da Engenharia da Ergonomia.
EP. 6 | Riscos Psicossociais

VIVANT | E³ Engenharia da Ergonomia
Pessoas em primeiro lugar. Resultados em segurança.

PGR no papel não é prevenção.Uma recente decisão envolvendo a Droga Raia traz uma reflexão importante para empresas que ...
28/08/2026

PGR no papel não é prevenção.

Uma recente decisão envolvendo a Droga Raia traz uma reflexão importante para empresas que estão estruturando a gestão dos riscos psicossociais.

Mais do que a existência de documentos, a questão central é:

Os riscos identificados no papel estão realmente sendo gerenciados na organização?

A decisão chama atenção para a necessidade de medidas relacionadas à identificação, avaliação, acompanhamento e prevenção dos riscos psicossociais, além da adequação de instrumentos de gestão como PGR e PCMSO.

Isso reforça um princípio fundamental da gestão de SST:

ter um documento não significa, por si só, ter prevenção.
Um PGR precisa representar a realidade da organização e estar conectado às medidas de prevenção adotadas.

Na gestão dos riscos psicossociais, isso exige olhar para fatores relacionados ao trabalho, como:

• organização e ritmo de trabalho;
• relações socioprofissionais;
• formas de gestão;
• sobrecarga e exigências;
• situações de violência e assédio;
• autonomia e participação;
• condições reais para execução das atividades.

E existe uma diferença fundamental:

identificar um risco não significa diagnosticar o trabalhador.

O foco da gestão deve estar nos fatores relacionados ao trabalho e nas medidas que podem ser adotadas para eliminá-los, reduzi-los ou controlá-los.

A pergunta que toda organização deveria fazer é:

“Se alguém analisar nosso PGR e depois observar o trabalho real, encontrará a mesma realidade?”

Se a resposta for não, existe uma oportunidade importante de melhoria.

➡️ Episódio 3 | Série Riscos Psicossociais

No próximo episódio:

Risco psicossocial não é sinônimo de trabalhador estressado.

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Pessoas em primeiro lugar. Resultados em segurança.

Quando a organização do trabalho se torna parte do risco.Uma recente decisão envolvendo uma empresa do setor hoteleiro c...
26/08/2026

Quando a organização do trabalho se torna parte do risco.

Uma recente decisão envolvendo uma empresa do setor hoteleiro chama atenção para um tema que está cada vez mais presente na SST: os riscos psicossociais relacionados ao trabalho.
Mas existe uma pergunta que precisamos fazer:
o risco está apenas no trabalhador ou também pode estar na forma como o trabalho é organizado?

Pressão por tempo e metas, picos de demanda, jornadas e turnos, exigências emocionais, relações interpessoais e sobrecarga são exemplos de aspectos que podem precisar ser avaliados — sempre considerando o contexto real de cada organização.
Por isso, uma avaliação psicossocial não deve procurar simplesmente “quem está com problema”.

Ela deve procurar compreender:

Como o trabalho está organizado?
Quais são as exigências da atividade?
Quais fatores podem favorecer o risco?
É aí que a Ergonomia ganha um papel fundamental na prevenção.
Não basta olhar para a consequência.

Precisamos compreender e atuar sobre as causas relacionadas ao trabalho.

➡️ Episódio 2 | Série Riscos Psicossociais

No próximo episódio:

Risco psicossocial não é sinônimo de trabalhador estressado.
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🚨 A multa pode esperar. A prevenção, não.O STF formou maioria para suspender, por 90 dias úteis, a aplicação de multas r...
19/08/2026

🚨 A multa pode esperar. A prevenção, não.

O STF formou maioria para suspender, por 90 dias úteis, a aplicação de multas relacionadas ao mapeamento de riscos psicossociais previsto nas novas exigências da NR-1.

Mas atenção: isso não significa que os riscos psicossociais deixaram de existir.

A obrigação de compreender como o trabalho é organizado, identificar fatores de risco e construir ambientes mais saudáveis continua sendo essencial para qualquer empresa que queira prevenir conflitos, afastamentos e adoecimento.

Esperar a fiscalização nunca foi uma estratégia de gestão.

A verdadeira prevenção começa muito antes da multa.

Este é o Post 1 da nossa série sobre riscos psicossociais. Nos próximos dias, vamos mostrar como identificar esses fatores na prática.

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🧑‍🏫 Saúde e ergonomia também precisam chegar à sala de aula.O Ministério da Educação instituiu um Grupo de Trabalho para...
18/08/2026

🧑‍🏫 Saúde e ergonomia também precisam chegar à sala de aula.

O Ministério da Educação instituiu um Grupo de Trabalho para discutir as condições de trabalho e a saúde ocupacional dos profissionais que atuam na primeira infância.

A iniciativa foi formalizada pela Portaria nº 725, de 13 de agosto de 2026, e prevê a sistematização de evidências científicas para subsidiar recomendações relacionadas à saúde ocupacional, ergonomia e condições de trabalho.

E isso traz uma reflexão importante:

Quem avalia as condições de trabalho de quem cuida e educa nossas crianças?

O trabalho na educação infantil envolve muito mais do que permanecer em uma sala de aula.
Existe exigência física, cognitiva e emocional.

Há movimentação constante, interação contínua, organização das atividades, ruído, mobiliário, posturas, atenção permanente e diferentes demandas ao longo da jornada.
Por isso, falar em ergonomia é também falar sobre como o trabalho é organizado e como ele realmente acontece.

A notícia mostra que esse tema está ganhando espaço também na formulação de políticas públicas.

E nós precisamos olhar para ele antes que o adoecimento apareça.

Ergonomia não é apenas adaptar uma cadeira.
É compreender o trabalho para transformar suas condições.

Você já tinha pensado na ergonomia dos profissionais da educação infantil?

👇 Comente sua opinião.

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**Violência no trabalho não termina quando a agressão termina.**Um profissional pode sair fisicamente ileso de uma situa...
16/08/2026

**Violência no trabalho não termina quando a agressão termina.**

Um profissional pode sair fisicamente ileso de uma situação de violência e, ainda assim, carregar consequências que aparecem depois.

Medo de voltar ao local.
Ansiedade.
Estresse.
Perda de satisfação com o trabalho.
Insegurança.
Dificuldade de concentração.
Afastamento.

E os números mostram que não estamos falando de casos isolados.

Um levantamento recente do Coren-SP apontou que 72,6% dos profissionais de enfermagem pesquisados relataram ter sofrido algum tipo de violência no trabalho nos últimos 12 meses.

Outro estudo publicado em 2026 encontrou violência laboral relatada por 49,1% dos profissionais de enfermagem avaliados, com repercussões como estresse e perda de satisfação no trabalho.

Isso precisa fazer parte da conversa sobre Saúde e Segurança do Trabalho.

Não basta perguntar:

“Quem agrediu?”

Também precisamos perguntar:

“Por que esse risco existe?”
“Como a organização responde?”
“O trabalhador recebeu suporte?”
“O risco foi identificado e tratado?”
“O episódio pode acontecer novamente?”

Violência, assédio, pressão, conflitos e condições inadequadas de trabalho podem fazer parte de uma análise muito mais ampla dos fatores psicossociais relacionados ao trabalho.

Prevenir não é esperar acontecer.
É entender o risco antes que ele produza consequências.

E na sua empresa?

Existe um protocolo para quando um trabalhador sofre violência?

Comente.

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📌 Trabalho prescrito x trabalho realNa ergonomia, existe uma diferença fundamental entre aquilo que está previsto no pro...
14/08/2026

📌 Trabalho prescrito x trabalho real

Na ergonomia, existe uma diferença fundamental entre aquilo que está previsto no procedimento e aquilo que realmente acontece durante a execução da atividade.
Um procedimento pode indicar postura adequada, ritmo controlado, pausas e condições ideais.
Mas será que é assim que o trabalho acontece na prática?
Pressão por produtividade, adaptações, improvisos, falta de recursos, organização do trabalho e outras situações podem modificar completamente a atividade real.
É por isso que observar o trabalho real é fundamental para uma avaliação ergonômica adequada.
A ergonomia não deve olhar apenas para o posto de trabalho.
Deve compreender a pessoa, a atividade, o processo e o contexto em que o trabalho acontece.
Sua empresa avalia o trabalho real ou apenas o que está escrito no procedimento?

👇 Comente sua experiência.
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60 KG: LIMITE LEGAL OU LIMITE ERGONÔMICO?Esse é um daqueles temas em que é importante separar o que a legislação estabel...
12/08/2026

60 KG: LIMITE LEGAL OU LIMITE ERGONÔMICO?

Esse é um daqueles temas em que é importante separar o que a legislação estabelece do que a ergonomia recomenda para proteger o trabalhador.

O art. 198 da CLT estabelece o limite de 60 kg para remoção individual de cargas.

Mas isso significa que transportar 60 kg é seguro?

Não necessariamente.

A NR-17 determina que não deve ser exigido ou admitido transporte manual de cargas cujo peso possa comprometer a saúde ou a segurança do trabalhador.

Na ergonomia, não analisamos apenas o peso da carga.

Também precisamos considerar:

• distância percorrida;
• altura de pega e deposição;
• frequência dos levantamentos;
• postura adotada;
• distância horizontal da carga;
• assimetria do movimento;
• qualidade da pega;
• características do ambiente;
• capacidade e condições do trabalhador.

É justamente por isso que um limite legal não deve ser confundido com um limite ergonômico seguro.

A pergunta correta não é apenas:

"Quanto pesa a carga?"

Mas sim:

"Em quais condições essa carga está sendo movimentada?"

Ergonomia é analisar a tarefa, o trabalhador e o contexto para estabelecer medidas de prevenção realmente eficazes.

Mais do que cumprir um número, é preciso proteger quem movimenta a carga.

💬 Na sua empresa, a movimentação manual de cargas é avaliada apenas pelo peso ou pelas condições reais da atividade?

Eng. Eliezer Carvalho
Engenheiro de Segurança do Trabalho | Engenheiro Eletricista
Especialista em Ergonomia Corporativa
Engenharia da Ergonomia | Vivant Engenharia e Gestão

Os sinais aparecem muito antes do problema.Nem todo risco ocupacional é visível.Mudanças de comportamento, conflitos fre...
05/08/2026

Os sinais aparecem muito antes do problema.
Nem todo risco ocupacional é visível.
Mudanças de comportamento, conflitos frequentes, isolamento, pressão excessiva, falta de apoio da liderança e dificuldades na comunicação podem ser indícios de que o ambiente de trabalho precisa de atenção.
Os fatores psicossociais não surgem de um dia para o outro. Eles se desenvolvem ao longo do tempo e, quando não são identificados e gerenciados, podem comprometer a saúde mental, o clima organizacional, a produtividade e a segurança das equipes.
Por isso, a prevenção precisa ir além dos riscos físicos.
Identificar, avaliar e gerenciar os fatores psicossociais é investir em ambientes de trabalho mais seguros, saudáveis e respeitosos.
Quem observa os sinais cedo consegue agir antes que os problemas se agravem.
Porque prevenir sempre será melhor do que remediar.
💬 Na sua opinião, as empresas estão preparadas para reconhecer esses sinais antes que eles se transformem em um problema maior?
Eng. Eliezer Carvalho
Engenheiro de Segurança do Trabalho
Especialista em Ergonomia Corporativa

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