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Tetrix - Soluções Intralogísticas Mais capacidade no mesmo galpão. Porta-pallets e empilhadeiras: venda, locação e consultoria. Atendemos todo o estado de SP. Diagnóstico gratuito ↓

Antes de procurar um galpão maior, meça a altura livre do que você já tem.É comum o estoque parar na altura que o operad...
20/09/2026

Antes de procurar um galpão maior, meça a altura livre do que você já tem.

É comum o estoque parar na altura que o operador alcança e o resto do pé-direito
seguir no aluguel todo mês, sem armazenar nada.

Porta-pallet seletivo transforma essa altura em posição de estoque — com acesso
direto a cada palete, sem precisar remanejar carga para chegar no item do fundo.

O que entra no projeto:
• levantamento da carga, do palete e do pé-direito útil
• definição de níveis, vãos e capacidade por longarina
• corredores compatíveis com a empilhadeira que você já opera
• montagem com ART e engenheiro responsável

Atendemos todo o estado de São Paulo.
Solicite seu orçamento: link na bio.

Um exemplo ilustrativo: um corredor 30 cm mais largo do que o necessário, num galpão de 3.000 m², pode significar centen...
14/09/2026

Um exemplo ilustrativo: um corredor 30 cm mais largo do que o necessário, num galpão de 3.000 m², pode significar centenas de posições de palete a menos na mesma área. [ilustrativo — a conta certa depende do seu layout]

E o inverso também custa caro: corredor apertado demais é empilhadeira que não faz a curva, avaria de carga e operação mais lenta no dia a dia.

O ponto não é "corredor largo" ou "corredor estreito" — é corredor calculado para o equipamento que vai operar nele.

O que muda essa conta:
— Tipo de empilhadeira (patolada, retrátil ou contrabalançada)
— Raio de giro do equipamento carregado
— Dimensão do palete e o quanto a carga ultrapassa ele
— Folga operacional a partir da NBR 17150-2

Se o seu projeto de porta-pallet já está definido mas a empilhadeira ainda não foi escolhida — ou vice-versa — vale revisar os dois juntos antes de fechar.

Diagnóstico e projeto — gratuitos, com ART.
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Um exemplo ilustrativo: um galpão de 2.000 m² com 8 m de pé-direito, mas estoque parado em 3 m, está usando menos de 40%...
12/09/2026

Um exemplo ilustrativo: um galpão de 2.000 m² com 8 m de pé-direito, mas estoque parado em 3 m, está usando menos de 40% do volume que já paga de aluguel. [ilustrativo — não é o seu número]

Isso não serve para toda operação. Se o seu pé-direito já está ocupado até o teto, ou se a carga não permite paletização em altura, verticalizar não resolve.

Antes de decidir, vale levantar:
— Pé-direito livre real (sem interferência de luminárias, sprinklers, vigas)
— Peso e tipo da carga por posição de palete
— Corredor disponível hoje × corredor que a empilhadeira do projeto vai precisar

Se o seu contrato de galpão renova nos próximos 12 meses, esse é o momento de medir antes de assinar de novo.

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🏭 Seu galpão tem pé-direito de 8 m e o estoque para em 2,5 m?Você paga aluguel pela área inteira — mas usa só um terço d...
10/09/2026

🏭 Seu galpão tem pé-direito de 8 m e o estoque para em 2,5 m?

Você paga aluguel pela área inteira — mas usa só um terço da altura.

Com porta-paletes dimensionados por projeto, dá para dobrar (ou mais) a capacidade de armazenagem no mesmo espaço. Sem trocar de galpão.

Diagnóstico e projeto gratuitos, com ART.

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O que custa é o metro quadrado. O metro cúbico é de graça.O contrato cobra a área. A mercadoria ocupa o volume. E o espa...
03/09/2026

O que custa é o metro quadrado. O metro cúbico é de graça.

O contrato cobra a área. A mercadoria ocupa o volume. E o espaço entre o topo do seu estoque e o telhado já está pago — todo mês, dentro do mesmo aluguel.

Num galpão de 2.000 m² com 12 metros de pé-direito, são 24.000 m³ contratados. Se o estoque para em 3 metros, a operação usa 6.000. Os outros 18.000 m³ estão ali, vazios.

Verticalizar é transformar essa altura em posição-palete. Sem trocar de endereço, sem aumentar o aluguel.

Só não é automático: depende do piso, do projeto e da empilhadeira certa. É exatamente isso que a Tetrix faz — e faz inteiro: dimensiona a estrutura conforme a ABNT NBR 17150, fornece o porta-pallet e a empilhadeira compatível com o corredor, e entrega o projeto com ART e a montagem. Para comprar ou para locar.

O projeto é gratuito. E dá para começar agora, sozinho: a nossa calculadora mostra em minutos quantas posições você ganharia.

Não existe estrutura melhor. Existe a que combina com o seu giro.Todo sistema de armazenagem faz a mesma troca: cada cor...
31/08/2026

Não existe estrutura melhor. Existe a que combina com o seu giro.

Todo sistema de armazenagem faz a mesma troca: cada corredor que você elimina vira posição-palete — e vira também um palete que deixou de ter acesso direto. Densidade de um lado, seletividade do outro. Ninguém leva as duas.

Como cada um se comporta:

Seletivo — acesso a 100% dos paletes, densidade menor. É o certo para muitos SKUs e giro variado.
Drive-in — alta densidade em blocos, acesso restrito. Faz sentido com poucos SKUs e grande volume por item.
Push-back — densidade média mantendo acesso por rua. Bom meio-termo, opera em LIFO.
Dinâmica — os paletes correm por gravidade e saem pelo outro lado. É a resposta quando FIFO é obrigatório.

Três perguntas decidem antes de qualquer desenho: quantos SKUs você tem, qual é o giro e se validade ou lote mandam na saída.

Uma coisa que quase ninguém considera: a resposta certa raramente é um sistema só. Operação madura costuma combinar — drive-in ou push-back para os poucos itens que respondem pela maior parte do volume, seletivo para a cauda de SKUs que gira devagar mas precisa estar acessível. É a curva ABC decidindo o layout, não o catálogo do fornecedor.

Quer saber qual combinação faz sentido no seu galpão? O projeto de dimensionamento é gratuito. Link na bio.

A estrutura não cai por excesso de carga. Cai por impacto.A colisão de empilhadeira contra o montante é uma das causas m...
26/08/2026

A estrutura não cai por excesso de carga. Cai por impacto.

A colisão de empilhadeira contra o montante é uma das causas mais citadas de colapso de porta-pallet — e o processo quase sempre começa com um toque que ninguém reporta.

Como o dominó começa:

A empilhadeira raspa o montante ao entrar na rua. F**a um amassado pequeno, na altura do garfo.

O perfil deformado não trabalha mais como foi calculado. A carga em cima dele continua exatamente a mesma.

Quando o montante cede, o carregamento se transfere para o vão vizinho — e o efeito se propaga pela rua.

O que deveria estar em toda cotação e quase nunca está: protetor de coluna nos montantes, guarda-corpo nas cabeceiras de rua, batente de fundo no vão duplo e corredor na largura certa, demarcado. Custam uma fração da estrutura e evitam a maior parte dos danos de operação.

Se a sua estrutura já bateu: descarregue o vão, chame avaliação técnica e substitua o componente. Endireitar um perfil amassado não devolve a capacidade de carga que o projeto previu.

Quer uma avaliação da sua estrutura? O diagnóstico é gratuito — link na bio.

(Conteúdo informativo. Confirme as exigências com a sua área de SST.)

Endereço

Rua Maria Professora José Barone Fernandes, 711
São Paulo, SP
02117-022

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 18:00
Terça-feira 08:00 - 18:00
Quarta-feira 08:00 - 18:00
Quinta-feira 08:00 - 18:00
Sexta-feira 08:00 - 18:00

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